Turismo na Idade Moderna e Contemporânea
Turismo na Idade Moderna e Contemporânea Idade Moderna Houve um grande desenvolvimento artístico e científico devido ao Renascimento. Nesta época, viajar passou a ser uma oportunidade para se…
“O evento aproxima as pessoas, promove diálogos, mexe com as emoções, cria sentimentos e marca presença. É um dos mais ricos recursos da comunicação oral, escrita, auxiliar e aproximativa.” MEIRELLES (1999, p.71)
Lançamento do Livro: Planejamento e Organização de Eventos: da Teoria à Prática
Durante a minha primeira graduação – Gestão de Eventos fev./2009 a dez./2010 – organizei todas as informações e estudos em apostilas de acordo com a disciplina estudada. Depois aos poucos fui compilando tudo em uma única obra, conseguindo finalizar em 2014. Na época tentei publicar a obra, mas sem sucesso. Em 2018, após ter finalizado duas pós e outra graduação, reorganizei o livro incluindo novos tópicos e retirando assuntos obsoletos. Nova tentativa de publicação que também resultou em fracasso.
Neste mesmo ano, escrevi um romance mediúnico – Amor Além do Tempo – que foi publicado através da plataforma de Ebook da Amazon no ano de 2019 e como livro físico, pela Editora Sete Autores, em 2020, período em que o mundo entrou na pandemia de Corona Vírus. O livro de Eventos ainda ficou guardado mais um pouco. Foi somente agora em 2022 que resolvi também publicá-lo. Transformei em Ebook e está à venda na Amazon.
Para explicar melhor, transcrevo abaixo a apresentação do livro:
Esta obra surgiu a princípio, como uma forma de organizar os meus estudos feitos sobre o tema: “Eventos”. Sempre me interessei por festas e em organizá-las, até que chegou um dia em que resolvi criar uma empresa de eventos. Mas, não queria somente gerar uma empresa para realizar festas, queria poder proporcionar aos meus clientes algo mais, queria poder realizar com perfeição o sonho de cada um. E para isso, precisaria de estudos mais aprofundados.
Pesquisei e descobri que o SENAC-MG proporcionava cursos profissionalizantes no campo de eventos. Fiz todos eles. A partir daí, o meu interesse passou a crescer mais e mais, com isso, me ingressei no curso de Tecnologia em Gestão de Eventos na Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte.
Abriu-se um mundo novo para mim. Descobri que realizar eventos, não é só criar uma festa legal, mas sim, a realização de um minucioso planejamento, a geração de um projeto específico e a organização do evento como um todo. Além disso, “Eventos” não está associado somente a festas, mas a um âmbito muito maior. É a geração de renda; o marketing de produtos e empresas; o lançamento e vendas de produtos e serviços; a melhoria da imagem de pessoas, empresas e produtos; a propagação de conhecimentos através de palestras, congressos e outros; e o entretenimento por meio de shows, teatros, recreações, festas e muito mais. Enfim, é um campo incomensurável.
A partir destes estudos, acumulei muitas informações por intermédio de apostilas, textos e manuscritos. Resolvi que o melhor seria organizá-las em um único local, criando este livro. A intenção era somente para consulta própria, mas constatei que no mercado existem poucos livros sobre o assunto e, além disso, houve um grande interesse, principalmente dos amigos, em ver estes manuscritos, resolvi então, editá-lo.
Nesta obra relacionei todo o meu estudo sobre o tema, mas não somente a teoria, inclui também a parte prática, vivenciada no setor acadêmico e profissional.
“Eventos” é um curso novo, por isso, a dificuldade em encontrar informações específicas. Ele era um campo de estudos do “Bacharelado de Turismo”. Mas este campo cresceu radicalmente em todo o mundo (durante a leitura desta obra o leitor descobrirá o que impulsionou este crescimento), gerando a necessidade de aprofundamento e estudo independente. Surgiu assim o curso de “Tecnologia em Gestão de Eventos”.
Como o “Eventos” derivou-se do “Turismo” achei importante relatar nesta obra a sua história. Neste caso, o Primeiro Capítulo conta um pouquinho da Evolução do Turismo e Eventos Através dos Tempos, chegando à atualidade, ou seja, o turismo de eventos e a sua importância para a sociedade.
Como eu nasci em Belo Horizonte e amo radicalmente a minha cidade, achei importante contar um pouco da sua história e mostrar os nossos atrativos turísticos. Este é conteúdo do Segundo capítulo – A História de Belo Horizonte.
O capítulo 3 é para familiarizar o leitor com o tema complexo “Eventos”. Existe inúmeros eventos, cada um com finalidades distintas. Para descobrir qual é o ideal, deve-se entender o que é, qual a sua classificação e tipologia. Este é o tema do Terceiro Capítulo – Classificação e Tipologia de Eventos.
Capítulo 4 – Planejamento e Organização de Eventos. Neste capítulo está relacionado tudo o que leitor precisa saber para que seu evento seja um sucesso. Relaciono todos os passos que se deve seguir desde a concepção da ideia, passando pela construção do projeto (pré evento), a realização do evento e a fase final, ou seja, o seu pós-evento e sua grande importância. Aqui o leitor encontra todos os dados necessários; mas é uma generalização, é o caminho a seguir. Para fazer um bom evento é preciso especificar, pois cada evento é único.
Atualmente os eventos são essenciais à cultura e a economia de um povo. As empresas e os governos apoiam e promovem eventos como parte de suas estratégias para desenvolvimento econômico, crescimento, marketing e promoção de imagem, fazendo surgir inúmeros eventos sobre todos os assuntos e temas que se possa imaginar. Os eventos estão presentes em nosso dia a dia, ocupam muito do nosso tempo, enriquecem a nossa vida e quando ganharam mercado, atingindo a mídia, tornou-se essencial uma maior profissionalização. E para que isso ocorra, o profissional tem que saber alguns conceitos importantes deste empreendimento em ascensão, tais como: recursos humanos, recursos financeiros, fornecedores, patrocínios, captação de recursos, contratos, dentre outros. Desta forma, o Capítulo 5 – Administração do Evento ilustra estes conceitos.
Capítulo 6 – Cerimonial, Protocolo e Etiqueta. As aplicações de técnicas e do serviço de Cerimonial, Protocolo e Etiqueta nas empresas, organizações e instituições representativas são cada vez mais procuradas no mercado de trabalho por empresários para realização de eventos, que vão desde reuniões, palestras, almoços a grandes eventos corporativos.
No Capítulo 7 – Planejamento e Organização de Serviços de A&B, contém informações sobre um serviço que está presente em quase todos os eventos, sejam eles empresariais, culturais ou sociais, o serviço de Alimentos e Bebidas. Este capítulo começa com a história da gastronomia no mundo e no Brasil. Em seguida, o leitor encontra diversas informações e conceitos pertinentes ao serviço de alimentos e bebidas, tais como: Brigada de cozinha, tipos de restaurantes, técnicas de atendimento de buffet, mise em place, planejamento de cardápios, sistema de serviços, e mais.
No Capítulo 8 – Realização de Eventos – Empresariais e Sociais, está especificado todos os passos para quem deseja realizar esses tipos de eventos, além de detalhamento e exemplos específicos, como Casamento, Feiras, entre outros.
Capítulo 9 – Planejamento de Recepções. Neste capítulo encontram-se informações para a organização de recepções: Produção culinária, cardápios para eventos variados, bem como as quantidades necessárias. Inclui-se também decorações com frutas e legumes.
O Capítulo 10 – Apêndice, contém informações e modelos de vários instrumentos de acompanhamentos administrativos, operacionais e financeiros de um evento, como check list, convites, cronograma, fluxo de caixa, roteiros, orçamentos, pautas, planilhas, dentre outros.
Ao terminar este livro, notei como ele tinha ficado grande, ou seja, como o assunto é realmente maravilhoso e rico em detalhes. Mas depois de pronto descobri que ainda poderia ter adicionado muito mais conteúdo. Com isso, constatei que trabalhar com eventos é ter enriquecimento cultural diariamente. A cada evento aprendemos mais e mais. E o mais importante de tudo é ver no final de cada evento o prazer do objetivo cumprido e a satisfação sua e de seu cliente. É a felicidade de conseguir mensurar e principalmente de dar forma aos sonhos de cada um.
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Meu nome é Adriana Tenchini, natural de Belo Horizonte, Minas Gerais. Sou uma amante do conhecimento e tenho como formação os cursos: Graduação em Eventos, Bacharelado em Publicidade e Propaganda, Graduação em Gastronomia, Graduação em Cozinha Contemporânea, MBA em Administração Estratégica, Pós-graduação em Gestão da Qualidade em Gastronomia e vários cursos extracurriculares nas áreas de eventos, gastronomia, design e web design. Além da minha formação acadêmica, sou produtora de conteúdo, escritora, espírita, terapeuta holística, produtora de laticínios vegetais e mãe.
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Índice – Planejamento e Organização de Eventos
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A História de Belo Horizonte

A história do Município de Belo Horizonte inicia-se em 1701, quando o bandeirante João Leite da Silva Ortiz chega à Serra das Congonhas, correspondente à atual Serra do Curral, marca da paisagem atual de Belo Horizonte. Em 1711, Ortiz obteve Cartas de Sesmarias e criou uma fazenda de engorda de bois, chamada “Cercado”. Nas suas terras formou-se um pequeno povoamento, que era denominado, em 1707, de Curral d’el-Rey, pois próximo dali existia um registro (Contagem), onde se pagavam taxas reais e era controlado o deslocamento do gado. A região tinha algumas moradias rústicas e uma capela dedicada a Nossa Senhora da Boa Viagem. Em 1714, o Curral d’el Rey passou a pertencer à Comarca do Rio das Velhas, cuja sede era a Vila Real de Sabará.
Em 1750, o povoado de Curral d’el-Rey foi elevado a freguesia e em 1815, a região contava com cerca de 18.000 habitantes distribuídos por Sete Lagoas, Santa Quitéria, Contagem, Buritis, Capela Nova do Betim, Piedade do Paraopeba, Brumado, Morro de Mateus Leme, Neves, Aranha, Rio Manso, dentre outros. Com diversos desmembramentos, a população da região diminuiu chegando, em 1893, a apenas 2650 habitantes. Com a Proclamação da República e a consequente divulgação de novas ideias, tornou-se primordial a mudança da capital de Minas – Ouro Preto – para outra localidade. A antiga capital significava, para os republicanos, a velha ordem monarquista e ainda tinha os problemas geográficos (espremida entre montanhas, recortada por íngremes e tortuosas ladeiras) que dificultavam o seu crescimento. A escolha do local para a nova capital gerou várias batalhas entre muitas regiões mineiras como Barbacena, Juiz de Fora, Várzea do Marçal, Paraúna e Curral D’el Rey. Os ânimos estavam exaltados, afinal diversos interesses estavam em jogo.
A votação final ocorreu em 17 de dezembro de 1893. Foi eleita a região do Curral D’el Rey, onde começou imediatamente as obras, já que foi definido o prazo improrrogável de 4 anos para a construção e transferência da capital. Este prazo foi a tática usada por aqueles que não queriam a mudança da capital, pois, julgavam que o curral D’el Rey não conseguiria fazer todas as construções necessárias no prazo e, desta maneira, conforme acordo firmado, a capital voltaria para Ouro Preto. A notícia da escolha da região foi recebida com entusiasmo pela população do Curral D’el Rey e com grande tristeza pelos habitantes de Ouro Preto.
O “Clube Republicano” indicou vários nomes para batizar a nova capital e foi escolhido o nome sugerido pelo Mestre Luiz Daniel Cornélio de Cerqueira – Belo Horizonte. Esse novo nome conciliava-se melhor com os novos ideais da jovem República brasileira, abandonando tudo que pudesse remeter ao antigo regime monárquico.
O Presidente do Estado de Minas, o Doutor Afonso Pena, em 1893,convidou o engenheiro Aarão Reis para presidir e organizar a Comissão Construtora que foi empossada em 01/03/1894 e dois dias depois iniciou os seus trabalhos. Um ano depois, por motivos de saúde, para alguns, ou por motivos políticos, para outros, Aarão Reis pede demissão, sendo substituído pelo engenheiro Francisco de Paula Bicalho. O projeto criado pela Comissão Construtora, finalizado em maio de 1895, inspirava-se no modelo das mais modernas cidades do mundo, como Paris e Washington (traçado em xadrez). Os planos revelavam algumas preocupações básicas, como as condições de higiene e circulação humana. Dividiram a cidade em três principais zonas: a área central urbana, a área suburbana e a área rural.
Zona urbana: corresponde à área central. Esta área foi delimitada pela Avenida 17 de dezembro, atual Avenida do Contorno. Dentro dela se desenvolveram as ruas, avenidas e praças com o traçado do tipo ortogonal-radial. As ruas, com largura de 20 metros, cruzam-se em ângulos retos (sistema ortogonal) na direção norte-sul e leste-oeste. As avenidas, com 35 metros de largura, cortam as ruas em ângulos de 45º (sistema diagonal) e correm no sentido nordeste-sudoeste ou noroeste-sudoeste.
As ruas que vão do centro comercial à região dos funcionários receberam nomes de Estados Brasileiros. As ruas seguem uma sequência pelo mapa do Brasil. Exemplos: Rua São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e assim por diante, elas vão se sucedendo. As ruas em homenagem aos estados do Paraná e do Amazonas ganharam o nome das respectivas capitais. Assim, abaixo da Rua São Paulo tem a Rua Curitiba e acima da Rua Grão Pará, a Rua Manaus. O motivo de essas ruas possuírem nomes das capitais dos dois estados é que a maior parte das avenidas ganhou nome dos grandes rios brasileiros, dentre elas, os rios Paraná e Amazonas.
Muitas ruas que cruzam as que têm nomes de estados ganharam nomes de tribos indígenas. Exemplos: ruas Tupinambás, Tamoios, Guarani, Guajajaras, Timbiras, Aimorés, Caetés etc. Diversas ruas e algumas avenidas receberam nomes personagens históricos eleitos pela comissão construtora e pelo governo mineiro para serem homenageados. Exemplos: Rua Cláudio Manuel, Fernandes Tourinho, Tomé de Souza, Gonçalves Dias, Av. Álvares Cabral etc. Estas ruas estão na região que compreende os bairros de Lourdes, Savassi e Funcionários.
As ruas não receberam o nome de santos em função do caráter laico da República, porém, as paróquias passaram a nomear os bairros como Lourdes, Santo Antônio, Santo Agostinho e, como cidade funcional, separou em bairros as diversas funções exercidas por seus moradores, como o bairro dos funcionários, ocupado pelos prédios relacionados ao Estado e as confortáveis casas do funcionalismo público etc.
Zona suburbana: corresponde à área que circunda a Avenida do Contorno. Esta área, que não mereceu os mesmos cuidados da zona urbana, é composta de quarteirões irregulares e grandes lotes. Hoje, ela corresponde aos bairros mais antigos da cidade como Floresta, Lagoinha e Santa Efigênia.
Área rural: corresponde à área que circundava a Zona suburbana, composta por cinco colônias agrícolas com inúmeras chácaras e funcionaria como um cinturão verde, abastecendo a cidade com produtos hortigranjeiros.
A instalação de um projeto deste porte tinha uma exigência, que era a completa destruição do arraial e a transferência de seus antigos moradores para outro local. Os habitantes tiveram suas casas desapropriadas e demolidas; e foram oferecidos novos terrenos, a um alto preço.
Impossibilitados de comprar os novos imóveis na área central, eles foram obrigados a se refugiar em áreas fora da cidade, indo morar em Venda Nova ou em cafuas, na periferia da cidade. Um dos casos mais conhecido, é o da velha papuda. Ela era conhecida como feiticeira e o seu casebre localizava-se onde hoje está o Palácio da Liberdade. O seu terreno foi desapropriado, mas a “velha papuda” recusou-se a sair, sendo obrigada pelos soldados, mas ela rogou uma praga: “Quando isto for sede do Governo, de quatro em quatro anos há de morrer um Governador”. Como morreram alguns governadores logo após a inauguração da capital, a lenda tomou ares de verdade. As obras corriam a todo vapor e devido a poeira vermelha soprada pelo vento, a cidade recebeu o apelido de Poeirópolis. Mastodo o esforço valeu a pena, já que os objetivos foram conquistados e as metas do trabalho alcançadas. Cumprindo-se à risca o prazo definido de quatro anos, a inauguração da nova capital aconteceu em 12/12/1897. Foram três dias de festas promovidas pela Igreja, pelos jornais locais e pelo Estado. Depois da inauguração, a cidade continuou com algumas obras de reparos para melhorar a vida de seus habitantes.

Alguns Atrativos Históricos e Culturais
Belo Horizonte já completou mais de 100 anos de existência, mas ainda permanece vibrante, jovem e vigorosa. “BH” ou ainda “Belô”, está sempre aliando desenvolvimento e modernidade com a preservação de sua beleza arquitetônica, de seus jardins, parques e praças. Belô é uma cidade múltipla e um dos mais importantes polo industrial e econômico do país.
BH é uma capital em constante movimento, que avança em ritmo acelerado, mas prima pela qualidade na prestação de serviços e se orgulha de ser considerada a cidade brasileira de excelência médica. Não é à toa que Belo Horizonte tem sido escolhida como palco de grandes eventos nacionais e internacionais. Além de oferecer o que há de melhor em serviços, aqui o visitante é convidado a se sentir em casa e a desfrutar de um dos mais importantes quesitos de um grande destino: seus valores humanos.
Belo Horizonte cresceu e atualmente é a sexta maior cidade do país, tendo em torno de 2,5 milhões de habitantes. É uma metrópole com ares de cidade do interior. É considerada a capital nacional dos bares e da cultura, e destacam-se principais atrativos históricos e culturais, nomeados também como conjuntos urbanos, que são: Praça da Liberdade, Avenida João Pinheiro e entorno, Rua da Bahia, Avenida Afonso Pena, Praça Rui Barbosa e adjacentes, Orla da Pampulha, Mercado Central, Museu Abílio Barreto, Parque das Mangabeiras, Praça do Papa e tantos outros. Alguns destes pontos turísticos já citei em outros posts – Belo Horizonte. Polo Cultural do Brasil e City Tour. Destino: Belo Horizonte – e futuramente abordarei outros.
O texto apresentado nesta página é um resumo de partes do Livro “Planejamento e Organização de Eventos: Da Teoria à Prática.” Autora: Adriana Tenchini (Ebook disponível na Amazon).
Meu nome é Adriana Tenchini, natural de Belo Horizonte, Minas Gerais. Sou uma amante do conhecimento e tenho como formação os cursos: Graduação em Eventos, Bacharelado em Publicidade e Propaganda, Graduação em Gastronomia, Graduação em Cozinha Contemporânea, MBA em Administração Estratégica, Pós-graduação em Gestão da Qualidade em Gastronomia e vários cursos extracurriculares nas áreas de eventos, gastronomia, design e web design. Além da minha formação acadêmica, sou produtora de conteúdo, escritora, espírita, terapeuta holística, produtora de laticínios vegetais e mãe.
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Equipamentos
e Utensílios
Os Equipamentos são as máquinas e eletrodomésticos necessários para o preparo de alimentos de forma rápida e prática. Os Utensílios são os instrumentos de trabalho utilizados no pré-preparo e preparo dos alimentos, tais como facas, escumadeiras, panelas etc. A escolha dos equipamentos e utensílios corretos para a sua cozinha dependem de diversos fatores, tais como: orçamento disponível, tipo de serviço, quantidade de funcionários, tamanho do estabelecimento, mão de obra qualificada, entre outros.
Sobre a disposição dos equipamentos em uma cozinha, CASTELLI (2003) afirma:
“Os equipamentos devem estar dispostos de tal forma, dentro do espaço da cozinha, que permitam o desenvolvimento do trabalho da maneira mais racional possível, oferecendo condições para maximizar a produtividade dos funcionários. Isso quer dizer que o movimento de cada empregado dever ser tão somente aquele necessário para executar o seu serviço”.
De acordo com o tipo de produção que a cozinha implantará, será necessária a aquisição de móveis, equipamentos e utensílios em quantidades e qualidades adequadas para os seus diversos setores, dos quais podemos classificar em:
OBSERVAÇÃO: Existem normas técnicas e legais para a instalação desses equipamentos que devem ser observadas. A criação do projeto (layout) de uma cozinha para restaurante deve estar em harmonia com o tamanho e a característica do estabelecimento, com os gêneros de serviços a serem adotados e com a quantidade e variedade de alimentos a serem oferecidos. Além disso, ao realizar um projeto de cozinha deve-se ter locais específicos para determinados setores:
• Pessoal
• Mercadorias
• Lavagem
• Lixo
Outro ponto importante para o perfeito funcionamento de uma cozinha é o controle do fluxo das mercadorias que vão da recepção – estocagem – pré-preparo – cocção – distribuição, ou seja, as mercadorias devem percorrer um caminho sequencial de acordo com o processo.
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Entrando na Cozinha
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Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.
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CAPA: Imagem de Robyn Wright por Pixabay.
EQUIPAMENTOS: Imagem de StockSnap por Pixabay
UTENSÍLIOS: imagem de timur saglambilek por Pexels
REFERÊNCIAS:
CASTELLI, Geraldo. Administração Hoteleira. 9. ed. Caxias do Sul: EDUCS, 2003.
GISSLEN, Wayne.[tradução: Lorecy Scavarazzini, Maria Augusta R. Tedesco e Marlene Deboni]. Culinária Profissional. 6ª Ed. Barueri, SP: Editora Manole, 2012.
A receita que apresento neste post é uma versão vegana produzida com berinjela e leite de aveia. Saborosa, leve, prática e super-rápida. O Estrogonofe (strogonoff) é uma receita russa que se espalhou pelo mundo e se popularizou no Brasil nos anos 1970. A origem mais conhecida é que tenha sido criada por um chef francês que trabalhava para a família russa Strogonov por volta de 1700.
O prato era composto de carne cortada passada levemente na farinha, mostarda dijon, caldo de carne e um pouco de creme azedo. O arroz e os cogumelos foram incluídos quando o prato chegou na China. Na Rússia, o strogonoff é servido acompanhado de purê de batata. Aqui no Brasil foi adaptado como acompanhamento a batata palha.
Estrogonofe de Berinjela
Categoria: Prato Principal
Especificação: Legumes, cereais, Cozinha Russa (variação vegana)
Tempo de Preparo: 30 minutos
Rendimento: 6 porções
Dificuldade: Fácil

Ingredientes:
Modo de Preparo:
Leve ao fogo o azeite, o alho, a cebola, o colorau, a páprica e o gengibre. Refogue até dourar. Acrescente a berinjela, o molho de tomate, a água e o sal. Tampe e deixe cozinhar por 10 minutos. Adicione o leite de aveia. Deixe cozinhar por mais 2 minutos ou até engrossar o caldo. Ajuste o sal. Finalize salpicando salsinha.

Dicas:
1. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.
2. Leite de Aveia: A proporção é de 3×1. Três medidas de água para uma medida de aveia em flocos. O leite de aveia quando aquecido, engrossa. Desta forma, para preparar o leite de aveia utilize água gelada para evitar o engrossamento devido ao calor gerado pela liquefação. Após bater os ingredientes no liquidificador, coe no voal. O leite pode ser guardado em geladeira por até 3 dias. O resíduo pode ser usado em outras preparações, como bolos e biscoitos.
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Receitas
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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini
“Tudo na vida tem de ser na medida certa, sem exageros, pois ate mesmo o remédio que cura, pode matar, se não for usado na dosagem certa !!!” […] (José Barcelos)
Pesos e Medidas
Essa é primeira “Dica de Cozinha” que passo aos meus leitores. É importante entender que os pesos e as medidas corretas facilitam na hora de preparar suas receitas. Medir os ingredientes com precisão é fundamental para o sucesso, principalmente na produção de doces, pães e massas.
É bom ter na cozinha uma balança digital, mas, existem outros utensílios, como conjunto de xícaras, jogos de colheres e jarras medidoras que auxiliam nessa medição. No mercado encontram-se opções de todos os materiais e valores. Vale a pena adquirir. Porém, não adianta somente ter os utensílios corretos, tem que saber utilizá-los.
Como Medir Ingredientes Secos e Sólidos:

Para medir ingredientes secos, como farinha, fermento, açúcar e outros, utiliza-se o medidor de xícara e as colheres. Primeiro, encha o medidor até a borda; depois passe levemente a faca por cima para tirar o excesso, nivelando, sem pressionar.
Para as gorduras sólidas, deve-se retirar o ingrediente da geladeira anteriormente para que fique próximo a temperatura ambiente. Ao colocar no recipiente de medida, deve-se pressionar com uma colher para retirar o ar presente. depois passe a faca por cima para eliminar o excesso.
Como Medir Ingredientes Líquidos:
Para medir ingredientes líquidos, utiliza-se a jarra medidora com marcações em mililitros (ml) ou as xícaras. A jarra de vidro facilita por ser transparente e suportar líquidos quentes. Para fazer a medição, coloque a jarra em uma superfície plana, despeje o líquido aos poucos até atingir o nível desejado. Procure ficar com a visão no mesmo nível do recipiente. Se usar a colher como medida, preencha até a borda sem derramar.
Como Medir em Gramas:
A balança digital de cozinha é o equipamento indicado. Coloca-se o recipiente vazio na balança e zere o peso (aperte o botão ‘tara’). Em seguida, despeje o ingrediente até a quantidade desejada. Caso a sua balança não tenha o botão para zerar o peso, coloque o recipiente vazio e anote o peso em um papel. Depois, adicione o ingrediente e anote novamente. A diferença entre o peso inicial e o final é a medida do seu ingrediente.
Capacidade por Mililitros:
| 1 xícara (chá) | 240 ml |
| 1 copo americano | 200 ml |
| 1 colher (sopa) | 15 ml |
| 1 colher (sobremesa) | 10 ml |
| 1 colher (chá) | 5 ml |
| 1 colher (café) | 2,5 ml |
Medidas Equivalentes:
Segue algumas medidas padrões para ajudar no preparo das receitas.
| 1 xícara (chá) | 16 colheres (sopa) | 240 ml |
| 3/4 de xícara | 12 colheres (sopa) | 180 ml |
| 1/2 xícara | 8 colheres (sopa) | 120 ml |
| 1/3 de xícara | 5 colheres (sopa) e 1 colher (chá) | 80 ml |
| 1/4 de xícara | 4 colheres (sopa) | 60 ml |
| 1/8 de xícara | 2 colheres (sopa) | 30 ml |
| 1 colher (sopa) | 3 colheres (chá) | 15 ml |
| 1 colher (chá) | 1/3 de colher (sopa) | 5 ml |
| 1 colher (café) | 1/2 colher (chá) | 2,5 ml |
Tabela de Conversão de Medidas:
O volume de cada ingrediente pode variar, porque as densidades são diferentes. Ou seja, 100 gramas de leite condensado não equivalem a 100 ml. A forma correta é medir os dois valores (gramas e ml) de cada ingredientes utilizando os medidores de colheres, xícaras e a balança de cozinha.
Segue abaixo uma tabela de conversão de medidas com os ingredientes mais utilizados nas receitas:
| Ingrediente | 1 Xícara | 1 Colher (sopa) | 1 Colher (chá) |
| Açúcar Cristal | 200 g | 13,5 g | 4,5 g |
| Açúcar de Confeiteiro | 140 g | 9,5 g | 3 g |
| Açúcar Demerara | 150 g | 10 g | 3,5 g |
| Açúcar Impalpável | 120 g | 7,5 g | 2,5 g |
| Açúcar Mascavo | 150 g | 10 g | 3,5 g |
| Açúcar Refinado | 180 g | 12 g | 4 g |
| Amêndoas, castanhas | 140 g | 9,5 g | 3 g |
| Amido de Milho | 150 g | 10 g | 3,5 g |
| Arroz Cru | 200 g | 13,5 g | 4,5 g |
| Aveia em Flocos | 80 g | 5 g | 1,5 g |
| Azeite, óleo | 180 g | 12 g | 4 g |
| Canela em pó | 90 g | 6 g | 2 g |
| Chocolate em pó | 90 g | 6 g | 2 g |
| Coco Seco Ralado | 80 g | 5 g | 1,5 g |
| Farinha de Mandioca | 150 g | 10 g | 3,5 g |
| Farinha de Rosca | 80 g | 5 g | 1,5 g |
| Farinha de Trigo | 120 g | 7,5 g | 2,5 g |
| Farinha Integral | 140 g | 9,5 g | 3 g |
| Feijão | 150 g | 10 g | 3,5 g |
| Fermento biológico Seco | – | 10 g | 3,5 g |
| Fermento químico em pó | – | 14 g | 5 g |
| Fubá | 120 g | 7,5 g | 2,5 g |
| Manteiga | 200 g | 13,5 g | 4,5 g |
| Mel | 300 g | 18 g | 6 g |
| Polvilho | 180 g | 12 g | 4 g |
| Queijo Ralado | 80 g | 5 g | 1,5 g |
| Sal | – | 20 g | 8 g |
Forma de Bolo – Equivalência de Medidas:
| Redonda | Retangular | Quadrada |
| 20 cm | 15×20 cm | 15 cm |
| 25 cm | 20×30 cm | 20 cm |
| 30 cm | 25×30 cm | 25 cm |
| 40 cm | 40×30 cm | 35 cm |
| 50 cm | 50×40 cm | 45 cm |
Curiosidades:
Em alguns jogos de colheres tem a abreviatura do nome de cada uma em inglês.
Índice – Dicas de Cozinha
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Receitas – Categorias
Índice – Conceitos e TeoriasPara saber mais sobre Gastronomia acesse: Conceitos e Teorias
Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.
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FONTES DAS IMAGENS:
CAPA: Imagem Adriana Tenchini
Doce maravilhoso e super fácil de preparar. É uma das sobremesas mais brasileiras e três estados disputam o título de origem: Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Aqui em Minas é muito comum encontrar o doce de abóbora em todas as formas. Cremoso, cubos, compota, cristalizado, com coco, cravo, canela e dezenas de outras deliciosas receitas. Apresento aqui o doce com a abóbora e o coco ralado.
Doce de Abóbora com Coco
Categoria: Café da Manhã, Lanches, Sobremesas
Especificação: Frutas em calda, Sobremesa com Base de Frutas, Sobremesa típica brasileira, Cozinha Brasileira (Minas Gerais)
Tempo de Preparo: 50 minutos
Rendimento: 10 porções
Dificuldade: Fácil

Ingredientes:
Modo de Preparo:
Descasque a abóbora e rale na parte grossa (ou utilize um processador). Em uma panela misture todos os ingredientes e coloque para cozinhar em fogo bem baixo por cerca de 30 minutos ou até soltar do fundo da panela. Mexa de vez em quando para não grudar. Deixe esfriar e sirva.

Dicas:
1. Pode servir acompanhado com um pedaço de queijo vegetal.
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“Oh! Minas Gerais. Quem te conhece não esquece jamais.”
Diamantina – História e Cultura em Minas Gerais
Neste post retrato um pouco da nossa linda Minas Gerais e seus milhares de cantinhos prazerosos, culturais e históricos. Hoje vou aliar turismo e eventos com a reportagem sobre diamantina, patrimônio histórico da humanidade, e a sua Vesperata.
Já visitei essa cidade por duas vezes e sempre me encanto com seu charme e beleza.
Diamantina é um município mineiro localizado na região Norte do estado e está aproximadamente a 300 quilômetros de distância da capital Belo Horizonte.

Primeiro um pouco de história:

Diamantina… Aqui já passaram tropeiros em busca da preciosa gema chamada diamante, que deu nome à cidade e também a sua fama. Por essa terra, ao longo dos séculos passaram servos da coroa portuguesa, garimpeiros e imperadores. Mas o seu legado não está somente nos diamantes, também foi a terra de filhos ilustres como: Juscelino Kubitschek, um dos homens que ainda hoje resgata a memória dos mineiros e pôde transformar toda a história de uma nação. Temos ainda, Chica da Silva, a escrava que teve vida de rainha ao se casar com um contratador português.
Um pedaço da história de nosso país está escondido até hoje na serra do espinhaço, em um cenário intocado formado por igrejas barrocas e casario colonial espalhado por ruas calçadas em pedra e iluminadas por lampião. E foi esta beleza histórica e cultural que transformou Diamantina em Patrimônio Cultural da Humanidade, título concedido pela Unesco em 1999.

Alguns Pontos Turísticos e Culturais:

O município conta com museus, bibliotecas e igrejas que retratam a história política, a religiosidade e a vida cotidiana do povo de Diamantina. Um dos pontos que chama a atenção pelo seu caráter exótico é o Passadiço da Glória. A construção apoiada na história da cidade atrai curiosos do mundo inteiro.
A Casa da Glória era um colégio interno de meninas e é formado por duas edificações. A primeira é do século 18 e a segunda do século 19, uma em cada lado da rua. Para que as internas não tivessem que sair à rua ao transitar pelos prédios, foi construído o passadiço da Glória que é inspirado na Ponte dos Suspiros, em Veneza.

Temos ainda a casa de Juscelino Kubitschek que se mantem intacta com vários de seus pertences e a casa de Chica da Silva, ambos transformados em museus.




Outras opções de turismo podem ser realizadas com grande êxito em Diamantina, como explorar as maravilhosas cachoeiras da Sentinela, das Fadas, da Toca, das Três Quedas, da Mendanha, do Tombadouro e dos Cristais.
A região é repleta de grutas, como a do Salitre, da Tromba D’Anta e do Monte Cristo. Essas características próprias do lugar atraem exploradores da natureza e aventureiros de diversos locais do país.
Em Diamantina temos o início da ESTRADA REAL e um dos poucos trechos que ainda se mantem intacta. A estrada foi construída no século XVIII, pelos escravos que, acorrentados, trabalhavam quebrando e carregando as pedras para facilitar o trânsito das tropas.


Para aqueles que buscam a cultura local, mediante deliciosas quitandas mineiras, temos o Mercado Municipal – Centro Cultural David Ribeiro. Os produtos mais apreciados são a cachaça, os queijos, mel e ainda ingredientes exóticos, como o broto de samambaia, gambó e ora-pró-nobis.
Os turistas ainda podem apreciar a arte dos ceramistas do Vale do Jequitinhonha, com trabalhos em palha e com típicas flores da região – as sempre-vivas. Outra opção de compras são as variedades de quartzos em tamanhos variados e trabalhados em bijuterias, ou então os crochês e bordados produzidos pelos artesãos locais. Para completar o leque cultural, quem prestigia a feira é presenteado com uma dose de música, que se inicia no término da manhã.
Grande reconhecimento também é dado aos artistas locais, sejam eles, artesãos, músicos, escritores ou pintores. Quando o assunto é cultura, Diamantina mostra os seus valores.

Hoje a cidade é, tradicionalmente, palco de grandes eventos, como as Vesperatas que começam em março e vão até outubro e o Festival de Inverno de Diamantina, que atrai anualmente milhares de pessoas, com oficinas e cursos, shows e exposições.
A Vesperata é realizada nas noites de sábado, o concerto reúne uma multidão na rua da Quitanda. Na ocasião, as sacadas dos sobrados coloniais são tomadas por músicos que tocam valsas, boleros, sambas… Impossível não se emocionar.
Diamantina realiza a Vesperata em diversas datas ao longo do ano. Neste mês de outubro, será realizada nos dias 08 e 15. Para mais informações, acessem o site da prefeitura da cidade. https://diamantina.mg.gov.br/vesperata-2022/
Ainda temos o carnaval de Diamantina, que atrai milhares de pessoas do Brasil e do mundo, descendo e subindo ladeiras seguem os blocos animados. Toda a cidade se mobiliza, os moradores locais saem de suas casas para alugar por temporada e a alegria ferve em todos os cantos.
Curiosidades:
1. A Chica da Silva era uma negra casada com o contratador João Fernandes de Oliveira (encarregado pelo rei do manejo das minas de diamantes do Arraial do Tijuco), na época em que a escravidão estava vigente no país, mas ela tinha todos os privilégios e confortos de uma dama da corte. Ao ouvir do seu marido as histórias da Europa e suas viagens de navio, Chica exigiu um navio. O marido mandou construir uma lagoa e trouxe de Portugal profissionais para construir o navio, no qual ela navegava com pessoas ilustres que vinham em negócios a Diamantina.

2. A Igreja Nossa Senhora do Carmo foi construída pelo contratador João Fernandes de Oliveira após ter se desentendido com os membros da irmandade e tem uma arquitetura diferente. A torre da igreja foi construída na parte
Meu nome é Adriana Tenchini, natural de Belo Horizonte, Minas Gerais. Sou uma amante do conhecimento e tenho como formação os cursos: Graduação em Eventos, Bacharelado em Publicidade e Propaganda, Graduação em Gastronomia, Graduação em Cozinha Contemporânea, MBA em Administração Estratégica, Pós-graduação em Gestão da Qualidade em Gastronomia e vários cursos extracurriculares nas áreas de eventos, gastronomia, design e web design. Além da minha formação acadêmica, sou produtora de conteúdo, escritora, espírita, terapeuta holística, produtora de laticínios vegetais e mãe.
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FONTES IMAGENS: Imagem de Adriana Tenchini
Meus caros leitores, a última postagem no site já tem um tempinho, mas agora estou de volta com muito mais conteúdo e constância. E nada melhor do que começar com poesia. O post de hoje é um poema escrito por mim na adolescência, com apenas 16 aninhos. Espero que gostem!
Amor. História de uma Vida.
Sentimento imaculado
Onde nada é pecado
Onde tudo é poesia
E onde todos tem alegria.
Amor
Simples verso
Prosa ou poesia
E que tudo se autentica
Na própria agonia.
Ser feliz
Ou sofrer.
Sorrir
Ou chorar.
Viver
Ou morrer.
Mas sempre amar.
Querer sempre mais
É prova de que é capaz
Mas se parar e ficar
Nunca sofrerá
E sofrer, mostra o que é amar.
Amor sempre terei
Com isto nunca morrerei.
Mas na incerteza do viver
Eu sempre retornarei.1
Adriana Tenchini
[1] Poesia escrita em Agosto de 1982.
Internautas, deixem a arte aflorar dentro de vocês e se quiserem se aventurar no mundo da poesia, enviem seus versos no e-mail adrianatenchini@outlook.com que postarei com muito carinho e, é claro, informarei ao público quem é o poeta.
Leiam! Encantem-se! Inspirem-se!
Últimas Postagens – Poesias
Meu nome é Adriana Tenchini, natural de Belo Horizonte, Minas Gerais. Sou uma amante do conhecimento e tenho como formação os cursos: Graduação em Eventos, Bacharelado em Publicidade e Propaganda, Graduação em Gastronomia, Graduação em Cozinha Contemporânea, MBA em Administração Estratégica, Pós-graduação em Gestão da Qualidade em Gastronomia e vários cursos extracurriculares nas áreas de eventos, gastronomia, design e web design. Além da minha formação acadêmica, sou produtora de conteúdo, escritora, espírita, terapeuta holística, produtora de laticínios vegetais e mãe.
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CAPA: Adriana Tenchini
Carne de panela com proteína de soja. Saborosa e com textura que não deixa nada a desejar. Prove! É tão gostosa (ou ainda mais) que a carne de panela convencional.
Carne de Panela Vegana
Categoria: Acompanhamento, Prato principal
Especificação: Legumes, leguminosas,
Rendimento: 4 porções
Tempo de Preparo: 30 minutos
Dificuldade: Fácil

Ingredientes:
Hidratação da Proteína:
Preparação da Carne de Panela:
Modo de Preparo:
Hidratação da Proteína:
Coloque a proteína de soja em uma panela alta com a água e o vinagre. Leve ao fogo médio. Quando levantar fervura, abaixe o fogo e deixe ferver por mais 5 minutos. Escorra e lave em água corrente para tirar a cor amarelada e diminuir o cheiro. Lave bastante, por duas ou três vezes. Esprema com as mãos os cubos de proteína de soja para retirar o excesso de água, reserve. Em outra vasilha coloque água, esprema um a dois limões (ajuda a tirar o cheiro e melhorar o sabor) e adicione sal. Coloque a proteína de soja e deixe de molho por uns 3 minutos. Esprema novamente e reserve.
Preparação da Carne de Panela:
Em uma panela adicione um fio de azeite, a cebola e alho. Doure. Acrescente o tomate e deixe reduzir por uns minutos. Adicione a proteína de soja hidratada, o extrato de tomate, o shoyu, a páprica defumada, o açafrão, a pimenta do reino, o sal e água até cobrir a proteína de soja. Tampe a panela e deixe cozinhar por 5 minutos. Após o tempo, apague o fogo e espere o vapor sair. Abra a panela, adicione a cenoura e as batatas, acenda o fogo novamente e cozinhe na pressão por mais 5 minutos. Ajuste o sal e salpique cebolinha e salsinha.

Dicas:
1. Fervura é o método de cocção por calor úmido que consiste em cozinhar o alimento de forma lenta em um líquido fervente em ebulição (ferver) ou com temperaturas menores (fervura branda).
Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.
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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini
Massa acompanhada com molho preparado com soja texturizada fina. Super saboroso e sem adição de produtos de origem animal.
Talharim com Molho à Bolonhesa Vegano
Categoria: Acomanhamento / Guarnição, Prato Principal
Especificação: Massa Seca, Massa Longa (Talharim), Vegetais
Rendimento: 5 porções
Tempo de Preparo: 30 minutos
Dificuldade: Fácil

Ingredientes:
Modo de Preparo:
Ferva a soja com a água por 2 a 3 minutos. Lave-a em água corrente, esprema com as mãos. Coloque a proteína de soja em uma bowl e adicione o molho de soja. Deixe descansar por 5 minutos.
Em uma frigideira doure a cebola e o alho na manteiga vegana Life Veg. Acrescente a proteína de soja, o tomilho e mexa por alguns minutos. Coloque o molho pronto e cozinhe por uns 10 minutos. Adicione as folhas de manjericão rasgadas. Ajuste o sal.
Sirva com o talharim e por cima salpique o queijo parmesão vegetal.

Dicas:
1. Talharim ou Taglierini ou Tajarin – É um tipo de massa originária de Piemonte, na Itália. É um macarrão achatado e longo (10 cm de comprimento), produzido com farinha e gemas de ovos, com largura em torno de 3 a 4 mm de largura e em formato de ninho. Normalmente é servida com molho leve e simples. Pode ser com apenas manteiga, mascarpone (queijo cremoso), molho de um assado, sugo ou bolonhesa.
2. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.
3. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.
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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini
O arroz doce é uma sobremesa que lembra a nossa infância. Apesar de ser mais consumido durante as festas juninas, esta iguaria pode ser servida em qualquer época do ano. A receita está tão enraizada na culinária brasileira que muitos até pensam ser uma criação nossa, mas não. Este prato possui diversas versões espalhadas pelo mundo. É um prato simples, arroz cozido com leite, açúcar e especiarias e durante séculos destacou-se nas mesas das cortes reais europeias. Não se sabe ao certo quando e onde foi criado. Existem relatos de um prato parecido na Índia no ano de 6.000 a.C., apesar das primeiras versões deste prato indiano não terem na receita o arroz, mas sim, o sorgo. No ano de 1300, na Europa, tem-se o primeiro arroz doce registrado, porém, sem a presença do açúcar. A receita era um caldo com leite de amêndoas e açafrão.
O arroz doce da forma que conhecemos surgiu no século 15, mas era um alimento consumido pelos ricos, pois o arroz não crescia na Europa e era importado da Ásia. A partir do século 19, a importação de arroz tornou-se mais acessível, facilitando o consumo do cereal. A receita de arroz doce popularizou-se no século 20, quando a receita entrou para o programa de merenda escolar das crianças. E hoje eu trago uma receita de arroz doce diferenciada, feita com leite vegetal. Uma receita que se adequa muito aos tempos atuais, onde o número de intolerantes à lactose ou ainda de pessoas que não consomem produtos de origem animal cresce vertiginosamente.
Arroz Doce Vegano
Categoria: Café da manhã, Lanches, Sobremesas,
Especificação: Creme, Sobremesa Clássica
Rendimento: 6 porções
Tempo de Preparo: 30 minutos
Dificuldade: Fácil

Ingredientes:
Modo de Preparo:
Em uma panela coloque o arroz, a açúcar, a água filtrada e mexa até a mistura ferver. Em seguida, adicione o leite de amêndoas e vá misturando sempre até que o arroz fique bem cozido. Coloque em uma travessa ou em taças individuais e salpique canela em pó. Espere esfriar. Pode ser consumido morno ou gelado.
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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini
“Quando tiver uma alegria, procure saboreá-la como se fosse uma sobremesa deliciosa e, para isso, não tenha pressa.” Maria Salette de Assis Silva
Conjunto Urbano da Praça de Liberdade
Hoje vou falar mais um pouco da minha cidade natal, Belo Horizonte. Afinal, temos que valorizar e conhecer onde vivemos, não é mesmo! Hoje mostrarei os pontos turísticos e algumas curiosidades sobre o conjunto urbano da Praça da Liberdade, avenida João Pinheiro e entorno.
A praça da liberdade é um dos melhores passeios para quem visita BH. Foi construída na época da fundação da cidade e mistura vários estilos como: neoclássico (final do século 19), art-déco (década de 40), moderno (década de 50 e 60) e pós-moderno (década de 80). Feita para abrigar a sede do poder executivo mineiro. Em 2010, após a inauguração da Cidade Administrativa e a transferência oficial da sede do governo para a região Norte de Belo Horizonte, foi criado o Circuito Liberdade, transformando os prédios históricos vazios em espaços para a arte, a cultura e a preservação do patrimônio.



O Palácio da Liberdade, inaugurado em 1898, foi projetado pelo arquiteto José de Magalhães. A construção reflete a influência do estilo francês na arquitetura da capital, com requintes de acabamento. A escadaria de ferro e estruturas metálicas foram importadas da Bélgica. Destacam-se os jardins em estilo rosal, de Paul Villon; o salão de banquete à Luís XV; as pinturas do Salão Nobre, uma homenagem às artes, e o grande painel de Antônio Parreira. Em 1969, durante a ditadura militar, foi cercado pelas grades de ferro. O Palácio e os jardins estão abertos para visitação nos fins de semana, com entrada gratuita. O agendamento deve ser feito no site www.sympla.com.br/appa [1].
Em 1961 foi inaugurada a biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa. A construção é no estilo moderno que se pode observar pelas “ondas sinuosas” que formam o prédio matriz [1].
Nos anos 80, foi construído o Museu de Mineralogia Professor Djalma Guimarães que abriga também o Centro de Apoio Turístico. Seu estilo é o pós-moderno e foi projetado por Éolo Maia e Sylvio de Podestá. Recebeu o apelido de “A Rainha da Sucata” devido à mistura de cores e materiais empregados na construção [1].

O Museu das Minas e do Metal foi inaugurado em 22 de março de 2010 com projeto arquitetônico de Paulo Mendes da Rocha e museógrafo de Marcelo Dantas. O espaço tem a proposta de relevar a importância cotidiana e econômicas dos minérios e suas implicações culturais e sociais. São 18 salas em 3 pavimentos, sendo no 1ª e 2º o Museu das Minas e no 3º pavimento, o Museu do Metal [1].
Em 1954 foi construído o Edifício Niemeyer, projetado por Oscar Niemeyer e representando um marco definitivo da arquitetura moderna nacional. É um edifício residencial e possui 8 Andares. O curioso é que de fora se tem a impressão de que tem mais de 20. Arquitetura moderna com traços do iluminismo e as curvas remetem às montanhas de Minas Gerais [1].
Na Avenida João Pinheiro (antiga avenida da Liberdade) encontra-se o Museu Mineiro. O Museu foi inaugurado em 1982, abrigando inicialmente o Senado Mineiro. De 1910 até 1938 abrigou a Prefeitura Municipal e atualmente funciona como museu mineiro, cujo acervo é composto por coleções que retratam a cultura e História de Minas, com destaque para a coleção de Arte Sacra Colonial, Arquivo Público Mineiro [1].


Situada na Rua Sergipe está a Catedral de Nossa Senhora da Boa Viagem, padroeira da cidade. A história dessa igreja se confunde com a da própria cidade, pois no local onde hoje se encontra a catedral havia uma pequena capela de pau-a-pique com característica tipicamente mineira. Conta a lenda que no começo do século XVII, quando Belo Horizonte ainda se chamava Curral D’el Rey, um português acompanhado por três escravos de confiança passava pelo local com dois burros que carregavam 15 arrobas (aproximadamente 200 kg) em barras de ouro, moedas e joias. Ao notar que estava sendo perseguido por ladrões, o português resolveu esconder a fortuna para escapar do bando.
Ele colocou as raridades num tacho de cobre e enterrou as preciosidades a 81 passos, em linha reta, contados a partir da entrada principal da capela, em direção ao pico mais alto, à vista da serra que deu o nome ao arraial. Ao notar que estava sendo perseguido por ladrões, o português resolveu esconder a fortuna para escapar do bando. Ele colocou as raridades num tacho de cobre e enterrou as preciosidades a 81 passos, em linha reta, contados a partir da entrada principal da capela, em direção ao pico mais alto, à vista da serra que deu o nome ao arraial. Ao perceber que não teria escapatória, o português escolheu um dos escravos para levar o mapa do tesouro para sua esposa em Caeté. De acordo com a lenda, o português e os dois escravos foram mortos e o tesouro continua até hoje no local onde atualmente se encontra a Catedral da Boa Viagem, mas calma, gente. Não vamos todos correr para uma caça ao tesouro. Isto é uma lenda. E se fosse verdade, com todo este tempo, alguém já teria encontrado, não é mesmo!
Voltando a história: O templo foi chamado de Catedral de Nossa Senhora da Boa Viagem devido ao trajeto que os portugueses realizaram para se estabelecerem na região. Nesse percurso de Portugal até às terras brasileiras os bandeirantes trouxeram a imagem de Nossa Senhora como forma de pedir a benção pelo caminho onde andariam; ao chegar à região resolveram homenagear a santa com um templo. A capela foi substituída pela catedral que teve suas obras terminadas em 1932. Atualmente, a igreja é uma das mais importantes da cidade e comporta até 400 pessoas. Com estilo neogótico a catedral é composta por grandes vitrais e o altar–mor é todo feito em mármore de Carrara. É maravilhosa, não deixem de visitá-la
Então, gostaram? Para quem não sabe ou não conhecia, nossa cidade tem muita história, cultura e passeios a ser realizado. Não se preocupem, ainda não acabou, nos próximos posts mostrarei mais um pouquinho de BH.
O texto apresentado nesta página é um resumo de partes do Livro “Planejamento e Organização de Eventos: Da Teoria à Prática.” Autora: Adriana Tenchini (Ebook disponível na Amazon).
[1] Faz parte do Circuito Cultural da Liberdade.
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FONTES IMAGENS: Imagem Gabriel Luiz Ramos por Pexels