O Strangozzi Alla Spoletina é uma das preparações mais tradicionais da região da Úmbria, no centro da Itália. O prato combina o Strangozzi, uma massa fresca longa feita com semolina de trigo duro, com um molho simples de tomate, alho, azeite e manjericão fresco. A receita representa a essência da cozinha italiana regional, valorizando poucos ingredientes de alta qualidade e técnicas que preservam seus sabores naturais.

O Strangozzi pertence ao grupo das massas em tiras, semelhante ao tagliolini grosso ou ao pici, porém, com formato característico de aproximadamente 5 mm de largura. Seu nome está associado aos antigos cordões de couro utilizados na região, refletindo sua aparência rústica e artesanal.

Strangozzi com Molho de Tomate e Manjericão

Categoria: Acompanhamento / Guarnição, Prato Principal  

Especificação: Massa Fresca, Massa Longa (Strangozzi), Vegetais, Cozinha Internacional (Itália), vegetariana

Tempo de Pré-preparo: 45 minutos

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 700 gramas – 2 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (350 g): 482 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de massa fresca com semolina
  • 800 gramas de tomate pelado
  • 40 gramas de azeite
  • 2 dentes de alho, inteiro
  • Sal, a gosto
  • Pimenta calabresa, a gosto (opcional)
  • Uma pitada de açúcar (se necessário)
  • 8 folhas de manjericão, rasgadas
  • 40 gramas de queijo tipo grana padano, ralado

Modo de Preparo:

Prepare a massa conforme a receita Massa Fresca com Semolina e corte em tiras com 5 mm de largura (Strangozzi). Reserve.

Retire as sementes dos tomates pelados e pique-os grosseiramente, reservando também o líquido da conserva. Aqueça o azeite em uma panela e doure os dentes de alho inteiros. Retire o alho e adicione os tomates picados juntamente com o líquido reservado. Tempere com sal e pimenta calabresa, se desejar. Cozinhe em fogo médio até obter um molho levemente encorpado. Caso necessário, corrija a acidez com uma pitada de açúcar.

Cozinhe a massa em água fervente abundante até atingir o ponto al dente. Transfira a massa para a panela do molho e salteie por alguns minutos. Acrescente o manjericão fresco e, se necessário, um pouco da água do cozimento da massa para ajustar a textura.

Sirva em pratos fundos aquecidos e finalize com o queijo ralado.

Toques finais e sugestões:

1. Porcionamento: Esta preparação foi calculada como prato principal, considerando uma porção de aproximadamente 300 g por pessoa. Para melhor compreensão do equilíbrio das refeições, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Sugestões de consumo:

  • Sirva como prato principal acompanhado de salada verde simples ou legumes grelhados.
  • Harmoniza especialmente bem com vinhos tintos jovens italianos à base de Sangiovese ou com vinhos leves de médio corpo.
  • A preparação deve ser servida imediatamente após o preparo para preservar a textura da massa e o aroma fresco do manjericão.

3. Curiosidades:

  • O Strangozzi é uma das massas mais emblemáticas da Úmbria e possui forte ligação com a culinária camponesa da região.
  • Seu nome deriva do termo local relacionado a cordões ou cadarços de couro, devido ao formato característico da massa.
  • O Strangozzi tradicional da Úmbria costuma ser preparado apenas com farinha ou semolina e água, sem ovos. Nesta receita foi utilizada a versão de massa fresca com semolina e ovos, que confere textura mais macia e sabor mais rico à preparação.
  • Uma das versões mais famosas da preparação é o Strangozzi al Tartufo Nero, servido com as valorizadas trufas negras da Úmbria.
  • O molho alla Spoletina recebe esse nome em referência à cidade de Spoleto, onde a combinação de tomate, alho, azeite e manjericão se tornou um clássico regional.
  • Embora a versão tradicional utilize massa fresca artesanal, a receita também pode ser preparada com Strangozzi seco ou outras massas longas semelhantes.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O Fettuccine Fila e Fondi é uma receita típica da região da Ligúria, na Itália. Essa massa fresca com ovos é servida em um molho delicado à base de manteiga e filés de anchova, finalizada com a cremosidade da muçarela de búfala. O corte utilizado é o fettuccine, que pertence ao grupo tagliatelle (pastas em tiras), caracterizado por fios longos de cerca de 10 cm e largura em torno de 6 mm. É um prato que une a tradição das massas caseiras italianas ao sabor marcante do mar, resultando em uma combinação simples e sofisticada.

Fettuccine ao Molho de Anchovas

Categoria: Acompanhamento / Guarnição, Prato Principal,

Especificação: Massa fresca, Massa longa (Fettuccine), Peixes, Cozinha Internacional (Itália),

Tempo de Pré-preparo: 45 minutos (massa fresca – pasta)

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 600 gramas – 2 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (300 g): 735 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de massa fresca com ovos
  • 50 gramas de manteiga sem sal
  • 4 filés de anchova em conserva
  • 140 gramas de muçarela de búfala, em cubinhos
  • Sal, a gosto
  • 40 gramas de queijo tipo grana padano, ralado.

Modo de Preparo:

Prepare a massa conforme o post Massa Fresca com Ovos e corte em tiras com 6 mm de largura. Reserve.

Em uma panela, derreta a manteiga e dissolva nela os filés de anchova até formar um molho homogêneo. Reserve.

Cozinhe a massa em água fervente com sal até ficar al dente. Escorra. Transfira a massa para a panela com o molho de anchova. Acrescente os cubinhos de muçarela de búfala e salteie delicadamente, adicionando um pouco da água do cozimento, se necessário. Ajuste o sal (lembrando que a anchova e o queijo já são naturalmente salgados). Sirva em pratos fundos aquecidos e finalize salpicando o queijo ralado por cima.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: Esta receita foi dimensionada como prato principal, com porção de aproximadamente 300 g por pessoa. Para mais informações sobre composição equilibrada das refeições e dimensionamento de porções, consulte o primeiro capítulo da Parte 3, intitulado A Composição do Almoço e do Jantar.

1. Dicas de consumo: Pode ser servido como prato principal acompanhado de um vinho branco seco da Ligúria ou como guarnição em um menu italiano mais elaborado.

2. Curiosidade: A Ligúria é uma região costeira italiana conhecida por pratos que combinam a tradição das massas caseiras com ingredientes marinhos, como as anchovas.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A tinta de lula, conhecida como nero di seppia, é um ingrediente valorizado na gastronomia mediterrânea. Pode ser retirada do próprio molusco ou encontrada já extraída e pronta para uso. Sua coloração negra intensa não apenas colore, mas também confere aroma, sabor delicadamente marinho e uma textura especial às massas, molhos, risotos e preparações com frutos do mar.

Na natureza, a lula libera a tinta como mecanismo de defesa contra predadores, criando uma nuvem escura no mar. Na cozinha, esse líquido ganha status nobre, principalmente na Itália e na Espanha, onde é incorporado a pratos icônicos. Além da beleza e sabor, a tinta é nutritiva, rica em proteínas, vitaminas do complexo B (B12 e B3), fósforo, selênio e antioxidantes que auxiliam na melhora do sistema imunológico.

Massa Fresca com Tinta de Lula – Pasta Nera

Categoria: Preparação de Base

Especificação: Massa fresca, Cozinha Internacional (Itália), sem lactose

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 300 gramas de massa crua – 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de farinha de trigo
  • 4 gramas de tinta de lula
  • 2 ovos grandes

Modo de Preparo:

Preparando a Massa

Misture bem a tinta de lula com os ovos até obter uma cor homogênea. Coloque a farinha peneirada sobre a bancada e abra uma cavidade no centro. Adicione a mistura de ovos com tinta de lula na cavidade e comece a incorporar a farinha aos poucos, usando um garfo. Quando a mistura estiver uniforme, sove com as mãos por cerca de 5 minutos, até formar uma massa elástica e homogênea. Se necessário, adicione um pouco de farinha ou umedecer as mãos com água.

Modele em forma de bola, embrulhe em plástico filme e deixe descansar na geladeira por, no mínimo, 30 minutos e no máximo 2 horas. Após o descanso, divida a massa ao meio. Trabalhe um pedaço por vez, mantendo o outro coberto com plástico filme.

Esticando a massa

Com rolo: abra a massa do centro para as extremidades, mantendo movimentos suaves até atingir a espessura desejada.

Com máquina de macarrão: passe a massa duas ou três vezes no nível 0, dobrando-a ao meio entre cada passagem. Em seguida, reduza a espessura gradualmente até alcançar o ponto desejado.

Espessura recomendada

  • Massas recheadas e lasanha: ligeiramente mais espessas.
  • Demais tipos de macarrão: finas, entre 1 e 2 mm.

Corte manual

1. Lasanha e canelone: retângulos de 12 × 25 cm.

2. Massas recheadas (ravioli, capeletti): corte tiras de 12 cm de largura, disponha o recheio, dobre a massa, pressione as laterais e corte no formato desejado.

3. Massas longas (tagliolini, talharim, strangozzi, fettuccine, tagliatelle, pappardelle): enrole ou dobre a massa no comprimento e corte tiras na largura indicada:

  • Tagliolini: 1 a 2 mm
  • Talharim/taglierini: 3 a 4 mm
  • Strangozzi: 5 mm
  • Fettuccine: 6 mm
  • Tagliatelle: 7 mm
  • Pappardelle: 13 a 20 mm

Abra bem as tiras cortadas e, após uma leve secagem, enrole em formato de ninhos.

Corte com máquina de macarrão

Massas longas: utilize os acessórios específicos da máquina (fettuccine, espaguete, linguine etc.) para cortar as tiras.

Lasanha e canelone: corte apenas no comprimento (25 cm).

Massas recheadas: estique a massa, coloque o recheio, dobre e corte no formato desejado.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre o rendimento: Esta receita produz aproximadamente 300 g de massa fresca crua. Após o cozimento, a massa absorve água e rende cerca de 500 g de massa cozida, suficiente para 2 porções de prato principal. O rendimento considera apenas a massa, sem a adição de molhos, recheios ou outros acompanhamentos. As orientações para a composição das porções finais e o equilíbrio do prato podem ser consultadas no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas práticas:

  • Use os ovos em temperatura ambiente para melhor resultado.
  • Não adicione sal à massa, somente na água do cozimento.
  • Caso a massa esteja muito seca, molhar as mãos já costuma ser suficiente.
  • O descanso é essencial para relaxar o glúten e facilitar na abertura.
  • A sova deve ser firme e constante para desenvolver elasticidade.

3. Sugestões de consumo

  • A Pasta Nera combina especialmente com frutos do mar, molhos delicados de peixe ou creme de limão siciliano.
  • Para um toque mediterrâneo autêntico, finalize com azeite de oliva extravirgem, alho e camarões salteados.

3. Curiosidade: Na Itália, um prato clássico é o Spaghetti al nero di seppia, típico da região da Sicília. Na Espanha, a tinta é usada na famosa Arroz Negro, semelhante à paella.


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FONTES IMAGENS:

CAPA: Imagem Antony trivet por Pexels

A massa fresca com espinafre é uma das versões mais clássicas da cozinha italiana. De coloração verde intensa e sabor suave, ela combina tradição e nutrição. O espinafre é rico em antioxidantes, fibras e vitaminas que ajudam na saúde geral e na prevenção de doenças crônicas. Essa receita é uma base versátil que pode ser usada tanto para massas recheadas, como ravioli e capeletti, quanto para massas longas, como fettuccine, tagliatelle e pappardelle. Uma receita italiana essencial para quem deseja preparar massas caseiras de qualidade.

Massa Fresca com Espinafre – Pasta Verde

Categoria: Preparação de Base

Especificação: Massa fresca, Cozinha Internacional (Itália), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 300 gramas de massa crua – 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de farinha de trigo
  • 60 folhas de espinafre
  • 2 ovos grandes

Modo de Preparo:

Preparo do espinafre

Bata as folhas de espinafre no liquidificador até formar um purê. Esprema em um pano limpo até retirar o excesso de líquido. Misture o purê com os ovos.

Preparo da Massa

Coloque a farinha em uma superfície de trabalho e abra uma cavidade no centro. Acrescente a mistura de ovos e espinafre. Com um garfo, vá trazendo a farinha das bordas para o centro até incorporar. Sove com as mãos por cerca de 5 minutos, até obter uma massa homogênea. Se necessário, ajuste com um pouco de farinha ou água. Forme uma bola, envolva em plástico filme e deixe descansar na geladeira por, no mínimo, 30 minutos e no máximo 2 horas.

Esticando a massa

Com rolo: abra a massa do centro para as extremidades, mantendo movimentos suaves até atingir a espessura desejada.

Com máquina de macarrão: passe a massa duas ou três vezes no nível 0, dobrando-a ao meio entre cada passagem. Em seguida, reduza a espessura gradualmente até alcançar o ponto desejado.

Espessura recomendada

  • Massas recheadas e lasanha: ligeiramente mais espessas.
  • Demais tipos de macarrão: finas, entre 1 e 2 mm.

Corte manual

1. Lasanha e canelone: retângulos de 12 × 25 cm.

2. Massas recheadas (ravioli, capeletti): corte tiras de 12 cm de largura, disponha o recheio, dobre a massa, pressione as laterais e corte no formato desejado.

3. Massas longas (tagliolini, talharim, strangozzi, fettuccine, tagliatelle, pappardelle): enrole ou dobre a massa no comprimento e corte tiras na largura indicada:

  • Tagliolini: 1 a 2 mm
  • Talharim/taglierini: 3 a 4 mm
  • Strangozzi: 5 mm
  • Fettuccine: 6 mm
  • Tagliatelle: 7 mm
  • Pappardelle: 13 a 20 mm

Abra bem as tiras cortadas e, após uma leve secagem, enrole em formato de ninhos.

Corte com máquina de macarrão

  • Massas longas: utilize os acessórios específicos da máquina (fettuccine, espaguete, linguine etc.) para cortar as tiras.
  • Lasanha e canelone: corte apenas no comprimento (25 cm).
  • Massas recheadas: estique a massa, coloque o recheio, dobre e corte no formato desejado.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre o rendimento: Esta receita produz aproximadamente 300 g de massa fresca crua. Após o cozimento, a massa absorve água e rende cerca de 500 g de massa cozida, suficiente para 2 porções de prato principal. O rendimento considera apenas a massa, sem a adição de molhos, recheios ou outros acompanhamentos. As orientações para a composição das porções finais e o equilíbrio do prato podem ser consultadas no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas práticas:

  • Use ovos em temperatura ambiente e farinha peneirada.
  • Não adicione sal na massa. O sal deve ser colocado apenas na água do cozimento.
  • Se a massa estiver muito seca, umedeça apenas as mãos com água.
  • O descanso é essencial para relaxar o glúten e facilitar a abertura da massa.

3. Sugestões de consumo: Essa massa fresca combina muito bem com molhos à base de manteiga e sálvia, molho branco leve ou molhos de tomate frescos. Também pode ser recheada com queijos, carnes ou vegetais.

4. Curiosidade: A técnica de adicionar vegetais à massa, como espinafre, beterraba ou cenoura, é antiga na Itália e servia para enriquecer a dieta com nutrientes adicionais e cores atrativas.

Massa Fresca com beterraba. Imagem Adriana Tenchini

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Delicado, aromático e cheio de sabor, o Tomate Confit ou Tomate Confitado é uma verdadeira joia da culinária que transforma ingredientes simples em uma explosão de sofisticação. Embora a técnica tenha se popularizado na França como forma de conservar alimentos em gordura, suas raízes remontam às tradições da antiga Mesopotâmia, onde cozinhar lentamente em óleos e gorduras já era utilizado para preservar e intensificar sabores. No confit, os tomates são preparados lentamente em azeite com ervas aromáticas e alho, revelando uma doçura profunda e uma textura aveludada. Versátil e elegante, o tomate confit é ideal para servir sobre torradas, massas, saladas ou como acompanhamento de carnes, queijos e pratos mais elaborados. Uma receita perfeita para quem valoriza o sabor do tempo e o poder dos detalhes.

Tomate Confit

Categoria: Aromáticos, couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, petisco, lanches,

Especificação: Cozinha Internacional (França), conserva aromática em gordura, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 35 minutos

Rendimento: 500 gramas – 10 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (50 g): 128 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 500 gramas de tomate cereja
  • 3 dentes de alho
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1 ramo de manjericão
  • 1 ramo de alecrim
  • 1 ramo de tomilho
  • 1 xícara (chá) de azeite
  • 1 colher (chá) de sal

Modo de Preparo:

Lave e seque bem os tomates. Disponha-os em uma panela de fundo grosso e adicione os dentes de alho levemente amassados, o açúcar, o sal e as ervas.

Cubra com o azeite e leve ao fogo mínimo, mantendo a temperatura entre 80 °C e 95 °C, sem deixar ferver. O azeite deve apenas apresentar leve movimentação, com pequenas bolhas ocasionais. Não deve borbulhar intensamente em nenhum momento.

Cozinhe lentamente por cerca de 30 a 35 minutos, ou até que os tomates estejam macios, levemente enrugados e com a polpa cremosa, mas ainda íntegros. Caso o azeite comece a fritar, interrompa o aquecimento e aguarde a temperatura baixar antes de prosseguir.

Retire do fogo e deixe esfriar no próprio azeite antes de utilizar ou armazenar.

Toques Finais e Sugestões:

Observação sobre a porção: A porção de 50 g por pessoa refere-se ao uso como cobertura ou guarnição, como no caso de carnes grelhadas, assadas ou peixes, em que o tomate confit atua como complemento aromático no prato. Quando utilizado para envolver preparações, como massas, risotos ou saladas compostas, recomenda-se a porção de até 100 g por pessoa, pois passa a exercer função de integração ao prato. Nas demais formas de serviço, a quantidade pode ser ajustada conforme a proposta e a intensidade da preparação. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts: A Composição do Café da Manhã e dos Lanches, A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos’.

Formas de Consumo:

1. Sobre torradas e pães rústicos: Sirva os tomates confit levemente aquecidos sobre fatias de pão grelhado, com um fio do azeite do cozimento e, se desejar, um pouco de queijo de cabra ou ricota. Perfeito como entrada ou lanche sofisticado.

2. Em saladas mornas ou frias: Misture os tomates confit com folhas verdes, grãos (como cevadinha ou quinoa), queijos frescos e nozes. O azeite aromatizado também pode virar um excelente molho.

3. Acompanhamento para carnes ou peixes: Use como guarnição para carnes grelhadas, cordeiro, frango assado ou peixes brancos. O contraste doce e ácido dos tomates confitados realça o sabor das proteínas.

4. Recheio de sanduíches e wraps: Substitua molhos convencionais por tomates confit em sanduíches, hambúrgueres ou wraps. Eles acrescentam umidade, textura e um sabor profundo.

5. Em massas e risotos: Acrescente os tomates confit e parte do azeite aromatizado diretamente sobre massas frescas ou risotos no momento de servir. Finalize com manjericão e parmesão.

6. Com queijos e tábuas de aperitivos: Monte uma tábua com queijos curados, azeitonas, pães e os tomates confit como elemento agridoce e untuoso – um sucesso garantido.

7. Armazenamento e uso do azeite: coloque os tomates confitados em um recipiente hermético e adicione mais azeite até cobri-los. Conserve em geladeira. A validade é de até 60 dias. O azeite aromatizado também pode ser usado em molhos, marinadas ou para finalizar pratos.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Acompanhamentos para Sushi

Molho de Soja

O molho de soja, quando usado com moderação, realça o sabor do sushi. Por ser bastante salgado, o ideal é molhar apenas o peixe ou a alga com uma pequena quantidade de shoyu. Como o arroz absorve muito líquido, não se recomenda mergulhar o nigiri com o lado do arroz voltado para o molho, para evitar que se desfaça.

Saiba mais: Acesse – Molho de Soja – Shoyu.

Molho de soja . Imagem Adriana Tenchini.

Gary – Conserva de Gengibre

Imagem Adriana Tenchini

O Gary é uma conserva de vegetais muito utilizado na gastronomia japonesa. Seu sabor se alterna entre o doce, o azedo e o picante. É comum servi-lo acompanhando o sushi ou sashimi. É utilizado entre porções diferentes, permitindo a limpeza do paladar do alimento anterior e realçando o paladar do próximo.

Receita: Gary – Conserva de Gengibre.

Sunomono – Conserva de Pepino

Sunomono é uma deliciosa conserva de pepino agridoce. Na cozinha japonesa é servido como entrada nas refeições ou como acompanhamento de outros pratos japoneses, incluindo o sushi.

Receita link: Sunomono – Conserva de Pepino.

Imagem Adriana Tenchini

Wasabi e Raiz Forte

Imagem Adriana Tenchini

Essa pasta é preparada usualmente com raiz forte (Armoracia rusticana), uma planta originária da Europa e Ásia, que é misturada a corantes e outros ingredientes. Uma pequena porção de wasabi deve ser aplicada diretamente no peixe do sushi.

Saiba mais: Acesse – Wasabi e Raiz Forte.

Tarê

É feito à base de shoyu,  porém, bem mais encorpado e com um toque adocicado causado pelo mel ou açúcar na composição. Ele é muito utilizado na finalização de pratos como sushi, hot roll e temakis.

Saiba mais: Acesse – Tarê e Teriyaki.

Imagem Adriana Tenchini

Como Comer Sushi

  • O sushi pode ser comido com as mãos ou com o hashi (pauzinhos).
  • Para pegar o nigiri com o hashi, vire-o de lado, de forma que um palito pegue o arroz e um palito pegue o peixe.
  • Mergulhe o nigiri no molho shoyu com o lado do peixe voltado para baixo. O arroz já é temperado e vai perder a forma ao absorver o líquido.
  • Coma o sushi inteiro de uma mordida.
  • O gengibre não é para ser misturado com o molho shoyu. Ele é usado para limpar o paladar após degustar um sushi.

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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Isabella Mendes por pexels

Outros Tipos de Sushi

Gunkan Maki Sushi

O Gunkan Maki Sushi, cujo nome significa literalmente “navio de guerra”, é uma variação do nigiri sushi originária do Japão. A principal característica desse sushi é a forma ovalada, com o arroz moldado à mão envolto por uma faixa de alga nori, formando um tipo de “barco” que abriga os ingredientes no topo, e não no interior como nos sushis enrolados. Tradicionalmente, é recheado com ovas de peixe, mas também pode receber outras coberturas como tartar de atum, salmão, kani, vegetais ou cogumelos. Este tipo de sushi é apreciado pela estética e pela explosão de sabor que proporciona em uma só mordida.

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Entradas, Prato Principal

Especificação: Cozinha Internacional, Cozinha Japonesa, Peixes, Frutos do Mar, Vegetais e Frutas

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 1 unidade

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 30 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 5 gramas de ovas de peixe
  • 1/8 de alga nori

Modo de Preparo:

Molhe levemente as mãos para evitar que o arroz grude. Pegue o arroz de sushi e molde-o em um bolinho ovalado e firme. Corte a folha de alga nori no tamanho suficiente para envolver a lateral do bolinho, deixando uma borda acima da superfície do arroz. Envolva o bolinho de arroz com a alga nori, formando uma “barreira” que contenha o recheio. Com cuidado, preencha o topo do sushi com as ovas de peixe. Sirva imediatamente.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de consumo:

O Gunkan pode ser servido como entrada ou como prato principal em refeições japonesas. Acompanha bem conservas como gari (gengibre em conserva), sunomono (pepino agridoce), tarê, molho de soja e wasabi. Pode ser decorado com pepino japonês laminado, cenoura ou beterraba ralada, nabo ralado, acelga em chiffonade, alface, cebolinha e salsa crespa.

Curiosidades:

A criação do Gunkan data de 1941, em Tóquio, e revolucionou o preparo do sushi ao permitir o uso de coberturas mais delicadas e cremosas. Ele é muito popular em restaurantes de sushi kaitenzushi (esteira giratória), por sua praticidade e apelo visual.

Sushi Joe

O Sushi Joe, também chamado de Joe, Jow ou Djow (pronuncia-se “djô”), é uma variação moderna do sushi em que o arroz de sushi não é envolvido pela alga nori. Em seu lugar, utiliza-se uma lâmina fina de peixe como salmão, atum ou peixe branco, envolvendo o arroz moldado à mão. Sobre essa base é colocado o mesmo peixe utilizado na lâmina, mas picado. Um exemplo clássico é o Joe de salmão, com a lâmina envolvendo o arroz e o topo coberto com salmão picadinho.

Acredita-se que esse sushi tenha surgido de forma improvisada. Um chef conhecido pelo apelido Joe, diante da falta de nori durante o expediente, decidiu usar o salmão como substituto para concluir os pedidos. A invenção acabou se tornando popular e hoje é presença frequente em restaurantes japoneses no Brasil.

O maki pode ser servido como entrada, prato principal, acompanhamento ou petisco. É comum acompanhar com molho de soja, tarê, gengibre em conserva (gari), conserva de pepino agridoce (sunomono) e wasabi. Para decorar, utilizam-se lâminas finas ou legumes ralados como pepino japonês, cenoura, beterraba, nabo, acelga, além de folhas e ervas como alface, cebolinha e salsa crespa.

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Entradas, Prato Principal

Especificação: Cozinha Internacional, Cozinha Japonesa, Peixes, Frutos do Mar, Vegetais e Frutas

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 1 unidade

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 50 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 5 gramas de peixe (salmão, atum ou peixe branco)
  • 5 gramas de peixe (o mesmo da lâmina) picadinho
  • Cream cheese a gosto (adicional)

Modo de Preparo:

Moldar o arroz com as mãos, formando um bolinho. Enrolar ao redor a lâmina de peixe e colocar sobre o sushi o peixe picadinho. Pode-se misturar cream cheese no recheio.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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Sashimi

Sashi significa furado. Mi significa carne. Sashimi quer dizer carne perfurada, nome que se refere à técnica de pesca tradicionalmente usada para preparar esse prato. Diferente do sushi, o sashimi não leva arroz nem alga nori. Trata-se apenas de um pedaço de peixe cru, cortado em fatias finas, consumido geralmente com molho de soja e/ou wasabi (pasta de raiz forte).

O maki pode ser servido como entrada, prato principal, acompanhamento ou petisco. É comum acompanhar com molho de soja, tarê, gengibre em conserva (gari), conserva de pepino agridoce (sunomono) e wasabi. Para decorar, utilizam-se lâminas finas ou legumes ralados como pepino japonês, cenoura, beterraba, nabo, acelga, além de folhas e ervas como alface, cebolinha e salsa crespa.

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Entradas, Prato Principal

Especificação: Cozinha Internacional, Cozinha Japonesa, Peixes, Frutos do Mar, Vegetais e Frutas

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento:

  • Salmão (fatias mais espessas): aproximadamente 20 a 24 fatias.
  • Atum (fatias médias): aproximadamente 24 a 30 fatias.
  • Peixes brancos (corte usuzukuri, em lâminas finas): aproximadamente 40 a 50 fatias.

Dificuldade: Fácil

Sashimi de peixe branco. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

500 gramas de peixe em filé grosso (salmão, atum ou peixe branco)

Sashimi de atum. Imagem Adriana Tenchini
Sashimi de peixe branco. Imagem Adriana Tenchini.

Modo de Preparo:

Limpe o filé, retirando as partes escuras. Utilize uma faca de sashimi ou uma faca bem afiada. Apalpe com as pontas dos dedos em busca de espinhos e retire-os com cuidado. Corte o peixe em fatias não muito finas. Os peixes mais macios, como o salmão, devem ser cortados em fatias um pouco mais grossas. Já os peixes brancos podem ser cortados em lâminas quase transparentes. Arrume os pedaços em pratinhos individuais ou travessas e decore conforme a sua criatividade.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de consumo

Sirva imediatamente após o preparo para garantir o frescor e a segurança alimentar. Combine o sashimi com pequenas porções de arroz gohan ou saladas leves.

Curiosidades

Embora o sashimi tradicional seja feito com peixes de água salgada, no Brasil é comum o uso de peixes de água doce como a tilápia. Isso se deve à popularização do prato em regiões onde o acesso ao peixe do mar é limitado, aliado ao controle sanitário cada vez mais rigoroso da produção aquícola nacional.

Tipos de Peixes Mais Usados para Sashimi

A preferência tradicional é por peixes de água salgada, devido ao menor risco de contaminação por parasitas. Porém, no Brasil, muitos peixes de água doce são também utilizados com segurança, desde que provenientes de criatórios certificados.

  • Linguado: carne nobre e de alta procura, com sabor macio e suave
  • Badejo: carne clara, saborosa e com baixo teor de gordura
  • Cavala: carne firme e saborosa, pode ser tostada ao fogo ou grelhada
  • Sardinha: sabor forte, costuma ser preparada com marinada de vinagre e temperos
  • Tilápia: carne branca, macia e saborosa, normalmente servida com molho shoyu
  • Namorado: comum em restaurantes, pode ser servido cru, grelhado ou à milanesa
  • Salmão: muito versátil, pode ser servido cru, picado, grelhado, desfiado ou combinado com arroz e ovas
  • Robalo: carne clara, saborosa e com pouca gordura
  • Anchova: parente da truta, possui teor médio de gordura e sabor apreciado
  • Garoupa: baixo teor de gordura, pode ser servida crua, grelhada ou assada
  • Olhete: carne macia e saborosa, com teor médio de gordura
  • Atum: sabor marcante, carne firme e tenra, com gordura moderada
  • Cavalinha: carne bastante apreciada, geralmente preparada com vinagre e temperos

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Temaki Sushi

Te significa mão. Maki significa enrolar. O temaki é o sushi enrolado em forma de cone, feito com uma folha de alga nori, arroz de sushi e recheios diversos. Os recheios podem incluir peixe (como salmão, atum ou peixe branco), polvo, frutos do mar, kani kama, vegetais, frutas ou outros ingredientes conforme a criatividade de quem prepara. O temaki conquistou também o paladar dos brasileiros, e hoje existem temakerias em diversas cidades do país.

O maki pode ser servido como entrada, prato principal, acompanhamento ou petisco. É comum acompanhar com molho de soja, tarê, gengibre em conserva (gari), conserva de pepino agridoce (sunomono) e wasabi. Para decorar, utilizam-se lâminas finas ou legumes ralados como pepino japonês, cenoura, beterraba, nabo, acelga, além de folhas e ervas como alface, cebolinha e salsa crespa.

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Entradas, Prato Principal

Especificação: Cozinha Internacional, Cozinha Japonesa, Peixes, Frutos do Mar, Vegetais e Frutas

Tempo de Preparo: 15 minutos por unidade

Rendimento: Cada receita rende 1 temaki pequeno

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Temaki Shake Sushi – salmão.

  • 50 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/4 de folha de alga nori
  • 40 gramas de salmão, cortado em cubinhos
  • Cebolinha, picada à gosto (opcional)

Temaki Teka Sushi – atum.

  • 50 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/4 de folha de alga nori
  • 40 gramas de atum, cortado em cubinhos
  • Cebolinha, picada à gosto (opcional)

Temaki Kani Sushi – Kani Kama.

  • 50 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/4 folha de alga nori
  • 2 unidades de kani kama, cortado em cubinhos
  • Cebolinha, picada à gosto (opcional)

Temaki Ebi Sushi – camarão

  • 50 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/4 de folha de alga nori
  • 40 gramas de camarão, cozido
  • Cebolinha, picada à gosto (opcional)

Temaki Taco Sushi – tentáculos de polvo.

  • 50 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/4 de folha de alga nori
  • 40 gramas de tentáculos de polvo, cozido

Temaki Califórnia

  • 50 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/4 de folha de alga nori
  • 1 unidade de kani kama ou 30 gramas peixe ou 30 gramas de fruto do mar fatiado
  • 5 gramas de pepino japonês fatiado
  • 10 gramas de fruta (manga, maçã, abacate, morango ou kiwi) fatiado

Temaki Philadelphia

  • 50 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/4 de folha de alga nori
  • 40 gramas de salmão, cortado em tiras   
  • 10 gramas de cream cheese
  • Cebolinha, picada à gosto (opcional)

Modo de Preparo:

Se o recheio tiver mais de um ingrediente, misture previamente e reserve. Com a mão seca, posicione a alga nori na palma da mão. Espalhe o arroz de sushi sobre o lado esquerdo da nori. Adicione o recheio na diagonal. Para formar o cone, pegue a ponta inferior esquerda da alga com os dedos indicador e polegar e leve até a extremidade superior esquerda do arroz. Enrole com a mão até formar um cone semelhante a uma casquinha de sorvete.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de consumo

O temaki deve ser consumido logo após o preparo, para preservar a crocância da alga nori. Sirva com molhos frios, conserva de gengibre ou pequenas porções de salada.

Curiosidades

No Japão, o temaki é tradicionalmente preparado em casa, especialmente em festas ou reuniões informais. No Brasil, o temaki ganhou popularidade nas temakerias, sendo servido como refeição individual em formato generoso, muitas vezes adaptado ao paladar brasileiro com ingredientes como cream cheese e frutas tropicais.

Dicas de preparo

Temaki Ebi Sushi: utilize os camarões sem casca. Tempere e salteie em uma frigideira até ficarem rosados.

Temaki Taco Sushi: prefira tentáculos de polvo fresco. Cozinhe em panela de pressão, em fogo médio, com água suficiente para cobri-los, por cerca de 20 minutos.


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Hot Roll Sushi

Hot” significa quente. “Roll” significa rolo. O Hot Roll é um sushi empanado, enrolado em alga e frito até formar uma casquinha crocante com farinha panko. Costuma ter recheios variados e deve ser servido quente. Embora seja uma criação brasileira, tornou-se popular e é comumente encontrado nos cardápios de restaurantes japoneses no Brasil.

O maki pode ser servido como entrada, prato principal, acompanhamento ou petisco. É comum acompanhar com molho de soja, tarê, gengibre em conserva (gari), conserva de pepino agridoce (sunomono) e wasabi. Para decorar, utilizam-se lâminas finas ou legumes ralados como pepino japonês, cenoura, beterraba, nabo, acelga, além de folhas e ervas como alface, cebolinha e salsa crespa.

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Entradas, Prato Principal

Especificação: Cozinha Internacional, Cozinha Japonesa, Peixes, Frutos do Mar, Vegetais e Frutas

Tempo de Preparo: 10 minutos para cada rolinho

Rendimento: 8 hot roll

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 rolo de Maki de sua preferência
  • 1 ovo
  • 1 xícara (chá) de água
  • 1 xícara (chá) de farinha de trigo
  • Farinha panko (farinha de rosca japonesa) para empanar
  • Óleo para fritar

Modo de Preparo:

Em uma tigela, coloque o ovo, a água e a farinha de trigo. Misture bem até formar uma massa lisa. Reserve. Passe o rolo de Maki na massa preparada, empane com a farinha panko e frite em óleo quente. Com uma faca, corte o rolo ao meio e, em seguida, corte novamente ao meio até obter oito pedaços. Sirva imediatamente, ainda quente.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de consumo:

O maki pode ser servido como entrada, prato principal, acompanhamento ou petisco. É comum acompanhar com molho de soja, tarê, gengibre em conserva (gari), conserva de pepino agridoce (sunomono) e wasabi. Para decorar, utilizam-se lâminas finas ou legumes ralados como pepino japonês, cenoura, beterraba, nabo, acelga, além de folhas e ervas como alface, cebolinha e salsa crespa.

Curiosidades:

O Hot Roll é uma adaptação brasileira da culinária japonesa, criada para agradar ao paladar local, que muitas vezes prefere pratos quentes e com texturas crocantes. É um exemplo clássico da fusão entre técnicas orientais e ingredientes ocidentais.


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Nigiri Sushi

O nigiri (ou niguiri) é um dos tipos mais tradicionais de sushi da culinária japonesa. É feito à mão, moldando-se um pequeno bolinho de arroz temperado (o arroz de sushi), coberto por uma fatia de peixe cru ou outro ingrediente. As opções mais comuns incluem salmão, atum, peixe branco, camarão, polvo e kani kama, mas também é possível usar vegetais, frutas ou outras combinações criativas.

Diferentemente de outros tipos de sushi, o nigiri normalmente não leva a folha de alga nori, embora em algumas versões ela seja utilizada em tiras estreitas apenas para prender a cobertura ao arroz. A montagem exige delicadeza e atenção aos detalhes, tanto no corte dos ingredientes quanto na textura do arroz.

Durante o preparo, é essencial manter uma tigela com água e fatias de limão ao lado para umedecer as mãos, evitando que o arroz grude. Sirva acompanhado de conservas tradicionais como o gari (gengibre em conserva) e o sunomono (pepino em conserva), além de molhos como o tarê, o shoyu e um pouco de wasabi. Para decorar, você pode usar lâminas finas de pepino japonês, cenoura ralada, beterraba ralada, nabo ralado, acelga, folhas de alface, cebolinha ou salsa crespa.

Categoria: entrada, acompanhamento/guarnição, prato principal, petisco

Especificação: Cozinha Internacional, Cozinha Japonesa, Peixes, Frutos do Mar, Vegetais e Frutas

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: uma unidade

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchii

Ingredientes:

  • 25 gramas de arroz de sushi, já cozido e temperado
  • 10 gramas de cobertura (peixe cru como salmão, atum ou peixe branco, camarão, polvo, kani kama, vegetais ou frutas)
  • Tiras de alga nori com 1 a 2 cm de largura (opcional)

Modo de Preparo:

Umedeça levemente as mãos com água e limão para evitar que o arroz grude. Pegue uma porção de arroz e molde com as mãos até formar um pequeno bolinho firme e ovalado. Corte o ingrediente escolhido para a cobertura no tamanho adequado e posicione-o cuidadosamente sobre o arroz moldado. Se necessário, use uma tira de alga nori para prender a cobertura à base de arroz.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de consumo:

Sirva os nigiris com molho tarê, shoyu e um toque de wasabi. Conservas japonesas como gari e sunomono complementam muito bem o prato. Para uma apresentação elegante, use uma louça neutra e finalize com pequenos elementos decorativos como gergelim preto, brotos ou flores comestíveis.

Técnicas e orientações específicas:

Mantenha sempre à mão uma tigela com água, vinagre e uma fatia de limão ou apenas água, para manter as mãos úmidas durante o preparo e evitar que o arroz grude.

Para preparar nigiri de peixe, corte os filés de salmão, atum ou peixe branco em lâminas finas, no sentido contrário às fibras.

No caso do camarão, utilize unidades médias. Retire a cabeça, espete um palito no sentido do comprimento pela cabeça e cozinhe em água salgada fervente por um minuto. Depois, retire o palito e a casca, deixando a cauda. Abra pela parte inferior com uma faca e retire o intestino dorsal.

Para o polvo, prefira os tentáculos frescos. Cozinhe em panela de pressão com água suficiente para cobri-los por aproximadamente 20 minutos.

Se for usar kani kama, corte ao meio no sentido do comprimento.

Outros ingredientes devem ser cortados da forma que melhor se adeque ao formato do nigiri, garantindo boa fixação e apresentação.

Curiosidades:

O nigiri é uma das formas mais antigas de sushi, com registros desde o século XIX em Edo (atual Tóquio), onde era vendido como fast-food de rua. Ele representa a essência da culinária japonesa: simplicidade, equilíbrio e respeito aos ingredientes.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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Uramaki Sushi

O termo uramaki vem da junção das palavras “ura“, que significa reverso, e “maki“, que quer dizer enrolar. Diferente do hossomaki e do maki sushi tradicional, o uramaki é conhecido como o “sushi enrolado ao contrário”. Nesse tipo de sushi, a alga nori fica na parte interna, enquanto o arroz de sushi envolve a parte externa, geralmente salpicada com sementes de gergelim.

Essa técnica surgiu no Japão, mas ganhou ainda mais popularidade fora do país, especialmente nos Estados Unidos. Foi lá que se desenvolveram versões como o Uramaki Califórnia e o Philadelphia Roll. O uramaki pode ser recheado com uma variedade de ingredientes, como peixes (salmão, atum ou peixe branco), polvo, camarão, kani kama, vegetais, frutas e combinações criativas conforme o gosto do sushiman ou da pessoa que estiver preparando.

O preparo exige uma faca de sushi (ou uma bem afiada), uma tigela com água e fatias de limão (para umedecer os dedos e a lâmina) e uma esteira de bambu (sudarê) envolta em plástico filme. Pode ser servido como entrada, acompanhamento, prato principal ou petisco, sendo ideal para acompanhar gari (gengibre em conserva), sunomono (conserva de pepino), tarê, molho de soja e wasabi. A decoração pode incluir pepino japonês laminado, cenoura ou beterraba ralada, nabo ralado, acelga, alface, cebolinha ou salsa crespa.

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Entradas, Prato Principal

Especificação: Cozinha Internacional, Cozinha Japonesa, Peixes, Frutos do Mar, Vegetais e Frutas

Tempo de Preparo: 15 minutos para preparar cada rolinho

Rendimento: Cada receita abaixo rende 1 rolinho de sushi ou 8 makis sushi

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Shake Uramaki (salmão)

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 20 gramas de salmão, cortado em tiras
  • 10 gramas de semente de gergelim

Teka Uramaki (atum)

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 20 gramas de atum, cortado em tiras
  • 10 gramas de semente de gergelim

Kappa Uramaki (pepino)

  •  100 gramas de arroz de sushi, cozido
  •  1/2 folha de alga nori
  •  20 gramas de pepino japonês, sem sementes, cortado em tiras
  • 10 gramas de semente de gergelim

Kani Uramaki (kani)

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 1 unidade de kani kama, cortado em tiras
  • 10 gramas de semente de gergelim

Ebi Uramaki (camarão)

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 20 gramas de camarão, cozido
  • 10 gramas de semente de gergelim

Taco uramaki (polvo)

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 20 gramas de tentáculos de polvo, cozido
  • 10 gramas de semente de gergelim

Uramaki de Salmão com Abacate

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 20 gramas de salmão, cortado em tiras
  • 10 gramas de abacate
  • 10 gramas de semente de gergelim

Uramaki Califórnia – Versão americana com toque agridoce e muito popular no mundo inteiro.

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 5 gramas de kani kama ou peixe ou fruto do mar fatiado
  • 5 gramas de pepino japonês fatiado
  • 10 gramas de fruta (manga, maçã, abacate, morango ou kiwi) fatiado
  • 10 gramas de semente de gergelim

Uramaki Philadelphia – Outra versão americana, muito consumida no Brasil.

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 20 gramas de salmão, cortado em tiras   
  • 10 gramas de cream cheese
  • 10 gramas de semente de gergelim

Modo de Preparo:

Forre a esteira de bambu (sudarê) com plástico filme. Coloque a alga nori sobre a esteira, com o lado brilhante para baixo. Umedeça as pontas dos dedos na água com limão e espalhe o arroz sobre a alga. Salpique sementes de gergelim sobre o arroz (quando for o caso). Vire a alga com cuidado, deixando o arroz para baixo.

Disponha o recheio escolhido em linha horizontal sobre a alga. Enrole firmemente com o auxílio da esteira, formando um cilindro. Molhe a lâmina da faca na água com limão e corte o rolinho ao meio. Corte cada metade ao meio novamente, formando 8 pedaços.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de consumo

Sirva com molho de soja, tarê ou wasabi. Acompanhe com conservas como gari e sunomono. Ideal para compor mesas japonesas variadas ou para oferecer como entrada em jantares orientais.

Curiosidades

O uramaki nasceu como uma alternativa para agradar paladares ocidentais, especialmente de quem não gostava da textura da alga por fora. A versão Califórnia é um exemplo claro dessa adaptação.


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