Os Croutons surgiram na culinária europeia como uma forma prática e saborosa de aproveitar pães amanhecidos. Pequenos cubos de pão tostados em gordura, tradicionalmente manteiga, azeite ou óleo, passaram a ser usados como guarnição para sopas, caldos, saladas e até pratos gratinados. Sua textura crocante acrescenta contraste e realça aromas, valorizando preparações simples e elaboradas. Hoje são presença constante tanto na cozinha caseira quanto na gastronomia profissional.

Croutons

Categoria:  Couvert, entradas, acompanhamento/guarnição, panificação

Especificação: Preparação derivada de pão, cozinha internacional (Europa), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 180 g – 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g): 82 kcal

Croutons. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 6 fatias de pão de forma, cortado em cubinhos
  • Ervas finas ou ervas da Provença (opcional)

Modo de Preparo:

Aqueça o azeite em uma frigideira larga. Adicione os cubinhos de pão e salteie, mexendo sempre, até dourarem por igual. Acrescente as ervas, se desejar. Cozinhe até que os cubinhos fiquem crocantes por fora e levemente macios por dentro.

Toques finais e sugestões

1. Dicas de consumo: Ideal para finalizar sopas cremosas, caldos, saladas verdes e pratos gratinados. Para um sabor mais acentuado, adicione alho picado ou manteiga ao final do preparo.

2. Curiosidades: Na França, crouton significa simplesmente “pequeno pedaço de pão torrado”, e a técnica clássica costuma empregar manteiga clarificada para intensificar o sabor.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

Bao é um pãozinho chinês cozido no vapor, macio e levemente adocicado. É um prato típico da culinária chinesa e muito popular no Brasil. O bao é produzido com farinha de trigo, amido de milho, fermento e água e pode ser recheado com diversos ingredientes. O recheio mais comum é a carne suína, mas também pode ser produzido com frango, tofu, vegetais, entre outros.

O Bao surgiu há mais de dois mil anos. Segundo a lenda, o pãozinho foi criado por um militar da dinastia Han, Zhuge Liang, que precisava atravessar um rio com seus guerreiros. O espírito das águas exigia cabeças humanas como oferenda para liberar a passagem. Zhuge Liang teve a ideia de fazer pães em forma de cabeça, recheados com carne de porco e vegetais e jogá-los no rio. Desta forma, conseguiu atravessar sem sacrificar seus guerreiros.

Bao – Pãozinho Chinês

Categoria: Café da manhã, lanches, acompanhamento/guarnição, entradas, petiscos, Panificação,

Especificação: Pãozinho, carne suína, cozinha internacional (China), sem lactose

Tempo de Preparo: 2 horas e 20 minutos

Rendimento: 6 unidades

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 unidade): 234 kcal

Bao. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de água morna
  • 2 e 1/2 colheres (sopa) de açúcar
  • 1 colher (chá) de fermento biológico seco
  • 1 e 1/4 de xícara de farinha de trigo
  • 1/4 de xícara de amido de milho
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 colher (sopa) de manteiga amolecida
  • Óleo para untar

Recheio

  • 250 gramas de carne de porco picada
  • 2 colheres (sopa) de shoyu
  • 1 colher (sopa) de óleo de gergelim
  • 1 colher (sopa) de gengibre ralado
  • 1 colher (sobremesa) de molho de ostra
  • 1/2 colher (chá) de açúcar
  • Pimenta branca a gosto
  • Cebolinha a gosto

Modo de Preparo:

Em uma tigela misture a água, o açúcar e o fermento. Reserve por 10 minutos. Passado o tempo, adicione a farinha de trigo, o amido de milho e o sal. Misture até incorporar bem. Acrescente a manteiga e, com as mãos, sove até obter uma massa homogênea e lisa. Coloque a massa em uma tigela untada com óleo e deixe crescer por 1 hora e 30 minutos. Em um recipiente misture todos os ingredientes do recheio e deixe marinando enquanto a massa cresce.

Divida a massa em 6 partes e abra-os bem, formando discos. Coloque o recheio no centro e vá fazendo dobras nas bordas, depois gira a extremidade para formar uma trouxinha. Cozinhe os pãezinhos no vapor por 20 minutos.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo: Sirva os baos ainda quentes, como entrada ou lanche, acompanhados de molhos orientais (shoyu, hoisin, ou pimenta doce). Ficam ótimos com chá preto ou kombucha de gengibre. Podem ser guardados na geladeira por até 3 dias e reaquecidos no vapor.

2. Curiosidades: O bao é um dos alimentos mais simbólicos da cultura chinesa. Sua forma de trouxinha representa prosperidade e boa sorte. Em regiões como Taiwan e Hong Kong, existem variações como o gua bao (bao aberto em forma de sanduíche). Há também versões doces, recheadas com creme de feijão vermelho ou pasta de gergelim preto.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

Tradicional da culinária indiana, o Bhaji de Cebola é um bolinho frito, leve e crocante por fora, macio por dentro e repleto de especiarias aromáticas. A combinação do cominho, açafrão, erva-doce, gengibre e noz-moscada confere à massa um sabor exótico e envolvente. Muito popular em mercados e ruas da Índia, esse petisco é ideal para servir como entrada em jantares temáticos, acompanhamento para pratos vegetarianos ou em lanches descontraídos com amigos. Além de saboroso, é naturalmente vegano e sem glúten.

Bhaji de Cebola

Categoria:  couvert, entradas, acompanhamento/guarnição, lanches, petiscos

Especificação: Petisco, salgadinho, bolinho salgado, cozinha internacional (Índia), vegano, vegetariano, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 400 gramas – 4 porções (16 unidades pequenas)

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 porção – 4 unidades pequenas – 100 g): 190 kcal

Bhaji de Cebola. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 100 gramas de farinha de grão de bico
  • 1 colher (chá) de fermento em pó
  • 1 colher (sopa) de amido de milho
  • 1 pitada de cominho
  • 1 pitada de açafrão
  • 1 pitada de semente de erva-doce
  • 1 pitada de gengibre em pó
  • 1 pitada de pimenta caiena (opcional)
  • Noz moscada
  • Água, o suficiente
  • 3 cebolas média, cortadas em tiras
  • 2 ramos de coentro, picados
  • Sal, a gosto
  • Óleo, quantidade suficiente para fritar por imersão.

Modo de Preparo:

Corte a cebola em tiras finas, reserve. Em uma tigela, misture a farinha de grão de bico, o fermento, o amido de milho e todas as especiarias (cominho, açafrão, erva doce, gengibre, noz moscada e pimenta caiena, se for usar). Adicione a água aos poucos, mexendo sempre, até formar uma massa cremosa e espessa. Acrescente as cebolas fatiadas, o coentro picado e o sal. Misture bem até incorporar os ingredientes.

Aqueça o óleo em fogo médio e, com o auxílio de uma colher (sopa), modele pequenos bolinhos e coloque para fritar por imersão. Frite até que estejam dourados e crocantes por fora, virando-os conforme necessário. Retire com uma escumadeira e escorra sobre papel toalha. Sirva quente.

Toques Finais e Sugestões:


1. Dicas de consumo

  • Sirva com chutney de coentro, molho de iogurte com limão ou geleia de pimenta.
  • Ideal para entradas em jantares com temática indiana ou como lanche em porções menores.

2. Variações

  • Substitua a farinha de grão de bico por farinha de trigo, caso não seja necessário manter a receita sem glúten.
  • Experimente adicionar legumes ralados como cenoura e abobrinha à massa, aumentando o valor nutritivo e a variedade de sabores.

3. Curiosidades

O termo bhaji é usado na Índia para designar diversos tipos de frituras feitas com vegetais. A versão de cebola é uma das mais populares e aparece com frequência em celebrações e festivais.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Not Dog de Cenoura é uma opção mais saudável ao tradicional hot dog e um excelente substituto para os veganos ou para as pessoas que desejam diminuir o consumo de carne. Além disso, o not dog de cenoura é muito saboroso, graças a marinada de shoyu, pimenta caiena, alho, óleo de gergelim, páprica e cominho. Experimente, tenho certeza de que agradará a todos os gostos.

Not Dog de Cenoura

Categoria:  Lanches,

Especificação: Sanduíches, Vegetais,

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 5 sanduíches

Dificuldade: Fácil

Not Dog de Cenoura. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

Marinada

  • 2 cenouras médias
  • 1/4 de xícara (chá) de shoyu
  • 1 dente de alho picado
  • 2 colheres (sopa) de óleo de gergelim
  • Pimenta caiena a gosto
  • Páprica doce a gosto
  • Cominho a gosto

Molho

  • 1 colher (chá) de azeite
  • 1/2 cebola em brunoise
  • 1/4 de pimentão em brunoise
  • 1 colher (sopa) de alho picado
  • 4 colheres (sopa) de extrato de tomate
  • 1 colher (sopa) de melado de cana
  • Pimenta do reino a gosto
  • Sal a gosto

Sanduíche

  • 5 pães doces
  • Milho verde, a gosto
  • Batata palha, a gosto

Modo de Preparo:

Cozinhe as cenouras com o sal até ficarem al dente. Corte em rodelas e reserve.

Misture os ingredientes para a marinada e adicione as rodelas de cenoura. Deixe marinar por 30 minutos. Enquanto isso, prepare o molho. Em uma panela, adicione o azeite e doure o alho, a cebola e o pimentão. Acrescente o extrato de tomate, o melado, a pimenta do reino, o sal e um pouco de água. Adicione as cenouras e deixe o molho reduzir.

Pronto! Agora é só montar seu not dog.

Molho de Cenoura. Imagem Adriana Tenchini.
Not Dog de Cenoura. Imagem Adriana Tenchini.

Dicas:

1. Marinar é uma técnica culinária que consiste em deixar os alimentos de molho em líquido aromatizado com ervas, especiarias e legumes combinados com agentes ácidos ou básicos. As marinadas agregam sabor, umidade e, muitas vezes, alteram a textura. Ex.: as carnes marinadas tornam-se mais tenras. A marinada pode ser usada em carnes, peixes, aves e legumes. O tempo de marinada varia de acordo com a receita ou com o produto a ser marinado, podendo ser de alguns minutos a várias horas. A marinada é uma técnica versátil que permite temperar grandes peças de carne de forma mais uniforme. A ação ácida dos líquidos da marinada dá mais aroma, suculência e sabor ao alimento. Geralmente a marinada é composta de um meio ácido (vinho, vinagre, limão etc.) e aromáticos (ervas e especiarias).

2. Redução – Reduzir a quantidade de líquido pela fervura. A redução é realizada para que através da evaporação do líquido se obtenha um sabor mais concentrado e uma consistência mais grossa. Atualmente, encontram-se à venda algumas reduções prontas em embalagens especiais para a decoração de pratos. As mais utilizadas são as de aceto balsâmico ou de aceto de outros sabores, tais como: trufas, framboesa e mel.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Salmão Black é um preparo tradicional da gastronomia japonesa contemporânea, baseado na marinada prolongada de lombo de salmão em uma combinação de molho de soja (shoyu), saquê e gengibre. O nome “black” remete à coloração intensa adquirida durante a marinada, que intensifica seu sabor umami e confere textura macia e aveludada à carne do peixe. Pode ser consumido cru, como base para sushis, sashimis, ceviches e tartares, ou grelhado e servido com acompanhamentos como arroz branco ou arroz negro, purês e vegetais salteados. Sua versatilidade e sabor marcante fazem dele uma excelente escolha tanto para entradas quanto para pratos principais ou petiscos refinados.

Salmão Black

Categoria:  Aromáticos, entrada, petisco

Especificação: Marinada, peixes, cozinha internacional (Japão), sem lactose

Tempo de Preparo: 24 horas

Rendimento: 600 gramas – 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (100 gramas): 208 kcal

Sashimi de Salmão Black. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 600 gramas de lombo/filé de salmão, sem pele e sem espinhas
  • 1 colher (sopa) de gengibre fresco, descascado e ralado
  • 3 colheres (sopa) de saquê culinário (mirim ou similar)
  • Molho de soja (shoyu), o suficiente para cobrir completamente o peixe

Modo de Preparo:

Utilize a porção central do filé de salmão, a parte mais espessa. Corte ou retire aparas para formar um bloco retangular uniforme. Reserve as aparas para outros usos. Em um recipiente de vidro ou cerâmica ou aço inoxidável (inox), misture o shoyu, o gengibre ralado e o saquê. Mergulhe o bloco de salmão na marinada, garantindo que fique totalmente submerso. Se necessário, adicione mais shoyu. Coloque um peso leve sobre o peixe para mantê-lo firme no fundo do recipiente. Tampe e leve à geladeira por 24 horas.

Após esse tempo, retire o filé da marinada. O Salmão Black está pronto para ser utilizado em preparações cruas ou grelhadas. A marinada, por ter estado em contato com o peixe cru, deve ser descartada ou fervida para ser transformada em molho, se desejado.

Salmão na marinada de shoyu. Imagem Adriana Tenchini.

Toques Finais e Sugestões:

Porcionamento: Quando servido como entrada, recomenda-se a porção média de 100 g por pessoa, quantidade que permite melhor percepção de sabor, textura e intensidade da marinada, mantendo equilíbrio no fluxo da refeição. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos’.

Dicas de consumo

  • Como entrada ou petisco, sirva em fatias finas com molho cítrico ou gengibre agridoce.
  • Como acompanhamento ou guarnição, harmoniza bem com arroz negro, legumes grelhados ou purês leves.
  • Como prato principal, pode ser grelhado rapidamente e servido com arroz japonês ou salada de pepino e gergelim.
  • As aparas que foram retiradas do filé podem ser utilizadas em outras preparações como o tartar de salmão.

Aproveitamento integral

As aparas que foram retiradas do filé podem ser utilizadas em outras preparações, como tartar de salmão, ceviche ou recheios de sushi.

Curiosidades

O Salmão Black é uma criação moderna que ganhou notoriedade principalmente em restaurantes japoneses no Brasil e nos Estados Unidos. A técnica de marinar o peixe em shoyu é inspirada no “zuke”, um método antigo japonês usado para conservar o peixe cru por mais tempo antes do uso em sushis.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Salmão Crocante ao Maracujá é uma preparação que combina elegância, equilíbrio nutricional e contraste de sabores. A crosta de gergelim proporciona textura crocante e sabor levemente tostado ao peixe, enquanto o molho de maracujá acrescenta notas doces e ácidas que harmonizam perfeitamente com a riqueza natural do salmão. Completado por um colorido refogado de legumes, este prato oferece uma refeição leve, nutritiva e sofisticada, ideal para almoços especiais ou jantares refinados.

Salmão Crocante ao Maracujá

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Peixes, cozinha internacional (França), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 640 gramas – 2 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (320 g): 425 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Molho de Maracujá

  • 2 unidades de Maracujá
  • 1 xícara (chá) de suco de maracujá concentrado
  • 2 colheres (sopa) de açúcar

Refogado de Legumes

  • 1 fio de azeite
  • 1/2 cebola cortada em tiras finas (corte julienne)
  • 1/2 pimentão amarelo cortado em tiras finas (corte julienne)
  • 2 tomates sem sementes cortados em tiras finas (corte julienne)
  • 1 cenoura grande cortada em tiras finas (corte julienne)

Salmão Crocante

  • 2 postas de salmão (120 gramas em cada)
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • 70 gramas de gergelim preto
  • 70 gramas de gergelim branco
  • 1 fio de azeite

Modo de Preparo:

Molho de Maracujá

Retire a polpa dos maracujás. Em uma panela, coloque a polpa, o suco de maracujá concentrado e o açúcar. Leve ao fogo alto até iniciar fervura. Reduza o fogo e cozinhe por 5 a 8 minutos, mexendo ocasionalmente, até obter um molho levemente espesso. Reserve.

Refogado de Legumes

Aqueça o azeite em uma frigideira. Adicione a cebola, o pimentão, o tomate e a cenoura. Refogue em fogo médio até que os legumes estejam macios, porém ainda firmes. Reserve aquecido.

Salmão Crocante

Tempere as postas de salmão com sal e pimenta do reino. Misture os gergelins preto e branco em um prato. Empane cuidadosamente as postas na mistura de gergelim. Aqueça o azeite em uma frigideira. Grelhe o salmão em fogo médio até dourar todos os lados e atingir o ponto desejado. Vire delicadamente para preservar a crosta de gergelim.

Montagem

Distribua o refogado de legumes nos pratos. Disponha uma posta de salmão sobre os legumes. Regue com parte do molho de maracujá ou sirva-o em uma molheira à parte.

Dicas:

1. Porcionamento: Esta receita foi dimensionada como prato principal à base de peixe, resultando em 2 porções de aproximadamente 320 g cada. Para mais informações sobre composição adequada das refeições, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Sirva acompanhado de arroz integral, quinoa cozida, arroz de coco ou purê de mandioquinha. Para uma apresentação mais sofisticada, finalize com algumas sementes de gergelim torradas e ervas frescas, como salsinha ou coentro.
  • O molho de maracujá também pode ser utilizado para acompanhar outros peixes grelhados, camarões ou aves, tornando-se uma opção versátil para diversas preparações.

3. Curiosidades: A combinação de peixes com frutas tropicais é bastante apreciada na gastronomia contemporânea por equilibrar sabores ricos e delicados. O gergelim, além de proporcionar crocância, acrescenta minerais importantes, enquanto o maracujá contribui com aroma marcante e acidez suave, criando uma harmonização muito agradável.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

Durante a Antiguidade chinesa, principalmente nas dinastias Zhou e Han, a combinação de sabores contrastantes era vista não apenas como uma questão de paladar, mas também como um reflexo do equilíbrio energético proposto pela medicina tradicional chinesa. A costelinha agridoce é uma das expressões mais conhecidas desse princípio, unindo o doce, o salgado e o ácido de forma harmoniosa e marcante. Esta versão, adaptada com ingredientes acessíveis como saquê e limão, preserva a essência da receita tradicional chinesa conhecida como táng cù pái gú[1]. O preparo é simples, mas o resultado é rico em aroma, cor e sabor. É uma excelente escolha para quem deseja impressionar com um prato fácil de preparar e visualmente encantador.

Costelinha Agridoce

Categoria:  Prato Principal, petisco

Especificação: Carnes vermelha, Carne Suína, Cozinha Internacional (China), sem lactose

Tempo de Pré-preparo: 30 minutos (marinada)

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 porção – 270 g): 510 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1/2 limão (suco)
  • 3/4 de xícara de saquê
  • 1 colher (chá) de gengibre em pó
  • 1 colher (café) de açafrão em pó
  • 1 e 1/4 colher (chá) de sal
  • 700 g de costelinha suína
  • 1 e 1/2 colher (sopa) de óleo de gergelim
  • 3 dentes de alho, picados
  • 1 cebola média, em julienne
  • 1/3 de pimentão verde, em julienne
  • 1/3 de pimentão amarelo, em julienne
  • 1 e 1/2 colher (sopa) de mel
  • 1 e 1/2 colher (sopa) de molho de soja
  • Água, o necessário
  • 5 a 6 ramos de salsinha, repicada

Modo de Preparo:

Em uma bowl coloque o suco de limão, o saquê, o gengibre, o açafrão e o sal. Misture e adicione as costelinhas. Deixe marinar por 30 minutos, virando de vez em quando. Após este tempo, leve as costelinhas ao fogo em uma panela com o óleo de gergelim e sele-as. Reserve o caldo da marinada.

Quando as costelinhas estiverem bem douradas, de todos os lados, retire-as e reserve. Na mesma panela que selou a carne, acrescente o alho, a cebola, os pimentões (verde e amarelo) e doure. Acrescente o mel, o molho de soja e misture. Adicione as costelinhas e o caldo da marinada reservado. Ferva por 2 minutos para evaporar o álcool do saquê. Complete com água até a metade da altura das costelinhas, tampe a panela e cozinhe por 20 minutos. Vire as costelinhas e cozinhe por mais 20 minutos ou até ficar macia. Se necessário, vá completando com água até a metade da altura das costelinhas. Quando estiver bem macia, corrija o sal e salpique salsinha por cima.

Dicas:

Dicas de consumo:

Essa receita pode ser servida com:

  • Arroz branco soltinho ou arroz frito estilo chinês
  • Legumes no vapor com óleo de gergelim e gergelim tostado
  • Uma salada de acelga ou repolho com vinagre de arroz e gengibre, para trazer contraste e frescor

É uma excelente opção para jantares especiais com temática oriental, funcionando bem tanto como prato principal quanto em refeições compartilhadas ao estilo familiar.

Curiosidades:

  • O nome tradicional da receita em chinês é (táng cù pái gú), que significa literalmente “costela agridoce de porco”.
  • O vinagre tradicionalmente usado na China é o de arroz preto (Chinkiang), que oferece notas levemente defumadas. Nesta receita, o suco de limão cumpre essa função ácida de forma prática e acessível.
  • O equilíbrio entre sabores (doce, salgado, ácido, picante e amargo) é um dos pilares filosóficos e sensoriais da culinária chinesa, baseado na teoria dos cinco elementos[2] (wu xing).

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.



Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Goulash é um clássico da culinária da Europa Central. Sua origem remonta aos pastores húngaros, que cozinhavam carne em panelas de ferro usando generosas quantidades de páprica, tempero que mais tarde se tornaria símbolo da gastronomia do país. Com o tempo, o prato ultrapassou fronteiras e ganhou espaço na Áustria e na Alemanha, onde versões levemente adaptadas se tornaram igualmente populares. Trata-se de um ensopado robusto e aromático, preparado com carne bovina, cebola, alho, tomate, vinho, especiarias e batatas, resultando em um caldo espesso e profundamente saboroso.

Goulash

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Carnes vermelhas, Carne Bovina, Cozinha Internacional (Hungria, Alemanha e Áustria), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 2 kg – 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (300 g): 495 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 750 gramas de acém limpo, cortado em cubos médios
  • 1 colher (chá) de páprica
  • 2 colheres (chá) de sal
  • 50 gramas de banha de porco
  • 150 gramas de bacon em cubos pequenos
  • 1 cebola cortada em cubinhos (corte brunoise)
  • 2 dentes de alho picadinho
  • 1/2 lata de tomates pelados (com líquido)
  • 75 mililitros de vinho tinto
  • 1 ramo de alecrim picadinho
  • 250 mililitros de fundo de carne
  • 50 gramas de mel
  • 500 gramas de batatas cortadas em pedaços grandes
  • Amido de milho diluído em água (se necessário para ajustar a textura)

Modo de Preparo:

Tempere os cubos de carne com a páprica e o sal. Em uma panela de pressão, derreta metade da banha e sele os cubos de carne. Retire e reserve. Na mesma panela, derreta o restante da banha e frite o bacon até dourar. Adicione a cebola e o alho, abaixe o fogo e deixe dourar suavemente. Retire os tomates pelados da lata, reserve o líquido, pique os tomates e acrescente ao refogado. Quando começarem a escurecer, deglace com o vinho tinto. Devolva a carne para a panela.

Adicione o líquido dos tomates, o alecrim e o fundo de carne. Misture bem e tampe a panela. Cozinhe por 35 minutos após iniciar a pressão. Abra a panela, acrescente o mel e ajuste o sal. Adicione as batatas e cozinhe sem pressão até ficarem macias. Se o molho estiver muito ralo, misture um pouco de amido de milho diluído em água e deixe ferver para engrossar.

Toques finais e sugestões:

1. Porcionamento: Por se tratar de uma preparação mista e composta classificada como prato principal, o porcionamento foi ajustado para 300 gramas por pessoa, conforme o padrão apresentado no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas:

  • O Goulash pode ser servido com pão rústico, purê de batatas ou spätzle, dependendo do estilo desejado.
  • Para um sabor mais intenso, adicione páprica defumada.
  • Deixe descansar alguns minutos antes de servir para que o caldo se estabilize.

3. Curiosidade: Na Hungria, o goulash tradicionalmente é preparado com grandes quantidades de cebola. Em algumas regiões, a quantidade de cebola chega a se igualar à quantidade de carne.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

Como o próprio nome diz, essa é uma Farofa Molhada. Entre os seus ingredientes está um molho campanha que é preparado com um vinagrete de vinho branco e leite de coco, o que deixa o prato com um sabor muito especial. Essa iguaria é uma receita do estado do Pará, no Norte do Brasil.

Farofa Molhada

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Farofa, Cozinha Brasileira (Pará),

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Farofa Molhada. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

Molho Campanha

  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1 colher (sopa) de vinagre de vinho branco (ou vinagre de maçã)
  • 1 colher (sopa) de vinho branco seco
  • Sal a gosto
  • 1/2 tomate maduro, em cubinhos
  • 1/4 de cebola média, em cubinhos
  • 1/8 de pimentão verde, em cubinhos
  • 1/2 dente de alho, bem picado
  • 2 ramos de salsinha, bem picados
  • 2 ramos de coentro, bem picados
  • 2 ramos de cebolinha, bem picados
  • 1 pimenta de cheiro, levemente amassada

Farofa

  • 80 gramas de farinha de mandioca crua
  • 1 colher (sopa) de leite de coco
  • 1 colher (sopa) de azeite de oliva
  • Água fervente, o suficiente

Modo de Preparo:

Molho Campanha

Em uma tigela, misture o azeite, o vinagre e o vinho, batendo bem para homogeneizar. Tempere com sal e corrija a acidez com um pouco de água. Acrescente o restante dos ingredientes. Misture bem e deixe na geladeira.

Farofa

Em uma bowl, misture a farinha de mandioca, o leite de coco, molho campanha a gosto e o azeite, temperando com sal. Em uma panela pequena ferva um pouco de água. Vá derramando aos poucos sobre a farinha. A farofa deve ficar molhada sem formar um pirão.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

A Paella Valenciana é um dos pratos mais emblemáticos da gastronomia espanhola. Originária da região de Valência entre os séculos XV e XVI, era preparada pelos camponeses com os ingredientes disponíveis: arroz, coelho, frango, feijões verdes e açafrão. O cozimento em fogo vivo sobre brasas, em uma paelleira de grande diâmetro, resultava em um prato rico, aromático e de sabor marcante.

Com o passar dos séculos, surgiram inúmeras versões, como a Paella Marinera, a Paella Negra e a Paella Mista, porém a versão valenciana continua sendo considerada a mais tradicional.

Paella Valenciana Tradicional

Categoria:  Prato Principal,

Especificação: Arroz, Frutos do mar, Aves, Carnes vermelhas, Carne Suína, Carne de caça, Cozinha Internacional (Espanha), sem lactose, sem glúten

Tempo de Pré-preparo: 40 minutos

Tempo de Preparo: 1 hora

Rendimento: 1100 gramas – 3 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (350 g): 690 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Fundo de Camarão

  • Cabeça e cascas retiradas na limpeza dos camarões
  • 30 gramas de cebola, picada
  • 30 gramas de cenoura, picada
  • 30 gramas de salsão (aipo), picado
  • 30 gramas de alho poró, picado
  • 2 dentes de alho, esmagado
  • 1 folha de louro
  • 1 ramo de tomilho
  • 1 litro de água

Paella

  • 50 gramas de camarão médio
  • 500 ml de fundo de camarão
  • 3 unidades de camarão grande, com casca
  • 50 gramas de lula, em anéis
  • 1 sobrecoxa de frango (sem o osso), em pedaços pequenos
  • 50 gramas de coelho, em pedaços pequenos
  • 20 gramas de chourizo espanhol, em rodelas
  • 50 gramas de tentáculos de polvo, inteiro
  • 50 ml de vinho branco
  • 1/2 cebola, em brunoise
  • Azeite, o suficiente
  • 100 ml de arroz parboilizado
  • 2 dentes de alho, picadinho
  • 1/2 tomate maduro, picadinho
  • 50 gramas de feijão verde
  • 1 colher (café) açafrão, hidratado em água morna
  • Sal, a gosto
  • 3 a 4 mexilhões
  • 1/6 de pimentão vermelho
  • 1/6 de pimentão verde
  • 1/6 de pimentão amarelo
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Fundo de Camarão

Limpe os camarões médios e reserve na geladeira.

Adicione as cascas e cabeça dos camarões em uma panela alta. Coloque os demais ingredientes do fundo e ferva em fogo baixo por, no máximo 35 minutos. Quando formar espuma na superfície, retire com uma escumadeira. Esta espuma é impureza. Coe o líquido e reserve.

Paella

Em uma paelleira ou frigideira grande, salteie separadamente as proteínas: camarões grandes, anéis de lula, chourizo, frango e coelho. Reserve cada uma em refrigeração. Cozinhe os tentáculos de polvo por 20 minutos, retire e reserve. Deglace a frigideira com vinho branco e metade do fundo de camarão. Reserve este líquido.

Na paelleira, aqueça azeite e refogue a cebola até dourar. Adicione o arroz, o alho e o tomate. Refogue por 1 minuto. Acrescente o polvo, a lula, o feijão verde, o frango, o açafrão e o sal. Coloque o líquido reservado e complete com mais fundo até cobrir o arroz. Cozinhe em fogo médio por cerca de 20 minutos, ajustando com mais fundo se necessário.

Quando o arroz estiver al dente, adicione os camarões médios, os mexilhões e os pimentões. Cozinhe até o líquido secar. Tampe a paelleira por 5 minutos. Finalize com salsinha e sirva diretamente na paelleira.

Para finalizar, coloque ramos de salsinha para decorar. Sirva a paelleira diretamente na mesa e deixe todos se deliciarem.

Toques finais e sugestões

1. Dicas de consumo

  • Sirva a paella imediatamente, mantendo-a na própria paelleira para preservar o calor e o aroma.
  • Uma leve camada dourada no fundo, chamada socarrat, é tradicional e desejada.

2. Curiosidades

  • O açafrão é um dos ingredientes responsáveis pela cor dourada clássica da paella valenciana.
  • A versão original não leva frutos do mar, e sim frango, coelho e feijão. As variações com frutos do mar popularizaram-se depois nas regiões costeiras.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

Os Quiabos com Pimenta de Cheiro valorizam ingredientes presentes no repertório culinário do Cerrado e da cozinha regional do Centro-Oeste brasileiro, especialmente da culinária goiana. O quiabo, ingrediente de ampla presença nas cozinhas brasileiras, ganha nesta preparação o aroma característico da pimenta de cheiro, de picância geralmente suave e perfume marcante. O tomate, o alho, a cebola e a cebolinha completam a preparação, resultando em um acompanhamento simples, aromático e de sabor delicado. Pode ser servido com carnes, aves ou nas refeições cotidianas, acompanhado de arroz e feijão.

Quiabos com Pimenta de Cheiro

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Legumes, Cozinha Brasileira (Centro-Oeste, Goiás), vegetariano, vegano, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 1 a 2 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (120 g): 60 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 5 gramas de óleo
  • 1 dente de alho, bem picadão
  • 1/4 de cebola, bem picada
  • 100 ml de água quente
  • 1/2 rodela de limão, com casca
  • 150 gramas de quiabo, cortados em rodelas de 1 cm
  • 1 tomate madura, sem pele e sem semente, em cubos de 1 cm
  • Sal a gosto
  • 1 pimenta de cheiro, sem semente e em tirinhas
  • 2 ramos de cebolinha, bem picada

Modo de Preparo:

Aqueça o óleo em uma panela e refogue o alho e a cebola até ficarem levemente dourados. Acrescente a água quente e deixe levantar fervura. Adicione a rodela de limão, o quiabo e o tomate. Tampe a panela e cozinhe em fogo médio por aproximadamente 10 minutos, ou até que o quiabo esteja macio, mantendo parte do líquido na preparação. Retire a rodela de limão. Tempere com sal e desligue o fogo.

Acrescente a pimenta de cheiro e a cebolinha, misturando delicadamente para preservar o aroma e a textura dos ingredientes. Sirva imediatamente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como acompanhamento. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts: A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo: Pode acompanhar carnes bovinas, suínas e aves, especialmente preparações assadas, cozidas ou feitas na panela. Também combina com arroz e feijão, podendo compor uma refeição cotidiana de inspiração regional. Para preservar o aroma da pimenta de cheiro, ela deve ser incorporada no final do preparo.

3. Curiosidades: O quiabo possui textura naturalmente mucilaginosa[1], característica que pode se tornar mais ou menos evidente de acordo com a forma de preparo. Nesta receita, o tomate, o limão e o cozimento com pequena quantidade de líquido contribuem para uma preparação úmida e aromática. A pimenta de cheiro, apesar de geralmente apresentar picância suave, destaca-se principalmente pelo perfume, característica que explica seu uso como elemento aromático em diferentes preparações da cozinha brasileira.



Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Tahine é uma pasta preparada com sementes de gergelim moídas. As sementes possuem 50% do peso em óleo e coloração que varia do bege claro ao negro. O Tahine tem raízes antigas na Mesopotâmia. A cultura de gergelim tem evidências de utilização desde 4.000 a.C. nessa região.

A pasta de gergelim é um ingrediente muito presente em pratos tradicionais e típicos de vários países do Oriente Médio e Mediterrâneo Oriental. Ele é usado em molhos, pastas, doces e até em pratos principais.

O tahine é bem cremosa e aromática, ideal para o preparo de molhos e para dar consistência em pastinhas. Pode ser feito com gergelim branco ou preto. Com o gergelim branco, o sabor é mais suave e amendoado. Com o gergelim preto, o sabor fica mais forte e amargo. A textura é ligeiramente oleosa, fazendo com que a tahine seja um ótimo substituto para a pasta de amendoim ou manteiga.

Tahine

Categoria:  couvert, entrada, lanches, petiscos.

Especificação: Patê ou Pasta Cremosa, Cozinha Internacional (Oriente Médio), vegetariana, vegana, vegetais, sem glúten, sem lactose,

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 200 gramas – 13 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (15 g): 89 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de gergelim

Modo de Preparo:

Distribua o gergelim em um tabuleiro, sobre uma folha de papel manteiga. Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC por 5 minutos. retire do forno e deixe esfriar um pouco. Leve a um processador de alimentos e bata até obter uma mistura homogênea. Guarde em um recipiente fechado na geladeira por até 3 meses.

Observação sobre porcionamento e uso: O tahine se enquadra como complemento do prato ou acompanhamento pontual, não sendo utilizado como guarnição principal. Por se tratar de uma pasta altamente concentrada, rica em gorduras boas e de sabor marcante, sua função é intensificar preparações, conferir untuosidade e equilibrar sabores, sendo frequentemente utilizado como base para molhos, pastas ou finalizações. A porção de 15 g é adequada quando servido como acompanhamento, couvert, entrada ou como componente de outras preparações, garantindo equilíbrio nutricional e harmonia com os demais elementos da refeição.

Para mais detalhes sobre a composição equilibrada das refeições e o ajuste de porções conforme o serviço, consulte os posts A Composição do Almoço e do Jantar, A Composição do Café da Manhã e dos Lanches e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

Dicas de Consumo:

1. Como molho ou pasta (base de receitas tradicionais):

  • Misture tahine, limão, alho e água para criar um molho clássico (como a techina israelense).
  • Sirva com falafel, shawarma, kafta, peixe grelhado ou legumes assados.
  • Pode ser usado como molho de saladas cruas ou grelhadas – especialmente com pepino, tomate, couve-flor ou cenoura.

2. Como pasta para pães e torradas:

  • Espalhe tahine puro ou misturado com mel, melaço ou geleias sobre pão sírio, torradas ou panquecas.
  • Faça uma versão doce turca com tahin pekmez: misture tahine com melado de uva ou de cana.

3. No café da manhã:

  • Misture tahine com iogurte natural e mel para um creme proteico.
  • Use como substituto da manteiga de amendoim com frutas, especialmente banana ou maçã.

4. Em molhos para pratos quentes:

  • Dilua tahine com caldo ou água quente, adicione alho e limão e sirva sobre legumes cozidos, como abóbora, batata-doce ou brócolis.
  • Combine com molho de soja e gengibre para um toque asiático em vegetais salteados.

5. Em doces e sobremesas:

  • Use tahine no preparo de cookies, brownies ou bolos para dar sabor e umidade.
  • Misture com cacau e mel para criar uma pasta tipo “nutella do Oriente Médio”.
  • Prepare doces tradicionais como halva (doce de tahine e açúcar), servido puro ou com castanhas.

6. Como base de patês e pastas:

  • Misture tahine com berinjela assada para fazer babaganush.
  • Adicione a pastas de feijão branco, lentilhas ou cenoura assada para variar sabores.

7. Como espessante natural:

  • Use tahine para dar cremosidade a sopas e cremes, substituindo creme de leite em preparações veganas.
  • Também serve como base para molhos veganos em massas ou grãos.

8. Armazenamento e uso inteligente:

  • Guarde o tahine em local fresco e escuro, ou na geladeira após aberto.
  • Se o óleo se separar da pasta, misture bem com uma colher — é normal, não significa que está estragado.

Países onde o tahine é amplamente utilizado e pode ser considerado parte essencial da culinária nacional:

1. Líbano: Muito usado em pratos tradicionais como o húmus e o babaganush. Comum em molhos que acompanham carnes e falafel.

2. Síria: Ingrediente base em molhos e pastas. Presente no “mutabal” e como acompanhamento de kafta e shawarma.

3. Israel: Considerado parte essencial da culinária israelense. O tahine (localmente chamado de techina) é usado puro, em molhos ou com limão e alho.

4. Palestina: Usado em diversas receitas tradicionais. Presente em doces como halva e em molhos salgados.

5. Jordânia: Usado em pratos com cordeiro, berinjela, falafel e com peixe.

6. Turquia: Muito presente, principalmente em sobremesas como tahin pekmez (tahine com melado). Utilizado também em receitas salgadas, embora menos como molho do que no Levante.

7. Irã (antiga Pérsia): Utilizado em preparos doces e salgados. Muito comum em cafés da manhã ou sobremesas.

8. Egito: Parte essencial da cozinha egípcia. Consumido como molho (com limão e alho) e com pão, falafel (ta’ameya) ou peixe..


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: