O Chá de Louro tem origem na região do Mediterrâneo e é amplamente utilizado na medicina popular por suas propriedades digestivas e calmantes. As folhas da planta são valorizadas desde a Antiguidade como remédio natural para aliviar cólicas, melhorar a digestão e reduzir inflamações. Quando combinadas com a canela, uma especiaria originária da Ásia e apreciada por seu potencial termogênico, e com o gengibre, raiz amplamente empregada na medicina tradicional chinesa e indiana, a infusão se transforma em uma bebida poderosa. O resultado é um chá aromático, funcional e cheio de benefícios, ideal para ser consumido em jejum, após as refeições ou nos momentos em que o corpo pede equilíbrio e bem-estar.

Chá de Louro

Categoria: Bebidas, Café da Manhã e Lanches

Especificação: Bebidasquentes, não alcoólica, decocção, infusão, ervas aromáticas e especiarias, vegana (sem o mel), vegetariana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 500 ml de água
  • 4 folhas de louro secas
  • Suco de um limão
  • Raspas de gengibre (opcional)
  • 1 pau de canela (opcional)

Modo de Preparo:

Em uma panela coloque a água, as folhas de louro, as raspas de gengibre e a canela (opcional). Leve ao fogo médio. Quando ferver, apague o fogo, tampe a panela e deixe descansar por 5 minutos. Em seguida, adicione o suco do limão, tampe novamente e espere mais 5 minutos. Coe a bebida e beba morno.

Quer saber quais são os benefícios nutricionais do Louro? Acesse.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O chá de Salsão é excelente para quem tem ácido úrico elevado. Além de aumentar a imunidade, baixar a pressão alta, melhorar o sistema digestivo e ajudar na perda de peso. Em caso de rouquidão pode-se fazer um gargarejo com o chá de salsão.

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Chá de Salsão

Categoria: Bebidas, Café da Manhã e Lanches

Especificação: Infusão, Ervas Aromáticas

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: Uma porção

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 20 gramas de qualquer parte do salsão
  • 1 xícara de água

Modo de Preparo:

Aqueça a água. Quando ferver, desligue o fogo e adicione a salsão. Abafe e deixe descansar por 5 a 10 minutos. Coe o chá e beba em seguida.

Quer saber quais são os benefícios nutricionais da Salsão? Acesse.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de Beate por Pixabay

Sagu

O Sagu é uma sobremesa deliciosa e um prato típico do Rio Grande do Sul. Ela é feita com bolinhas de fécula de mandioca cozidas acrescidas de vinho tinto ou vinho do porto. Pode também ser feita com suco de uva, laranja, abacaxi ou ainda leite. Os indígenas já picavam e cozinhavam a mandioca para a alimentação. Com a chegada da corte portuguesa ao Brasil, começaram a preparar um mingau doce de farinha de mandioca misturada com vinho do porto. No início do século XX, descendentes de italianos e alemães desenvolveram a fécula de mandioca utilizada nas bolinhas de sagu. Existem variações da receita de acordo com as diferenças culturais dos ascendentes. Nas famílias italianas é preparado com vinho ou suco de uva. Já nas famílias de origem alemã, o sagu é feito com leite ou suco de frutas, como laranja ou abacaxi.

Categoria: Café da manhã e Lanches, Sobremesas,

Especificação: Creme, Sobremesa Gelada, Sobremesa típica brasileira, Cozinha Brasileira (Rio Grande do Sul),

Tempo de Preparo: 35 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1 xícara (chá) de sagu
  • 3 xícaras (chá) de água
  • 1 xícara (chá) de vinho tinto seco
  • 1 xícara (chá) de açúcar
  • 1 canela em pau

Modo de Preparo:

Lave o sagu e escorra. Leve o sagu ao fogo com a água e cozinhe até ficar transparente, mexendo sempre para não grudar no fundo. Acrescente o vinho, o açúcar e a canela. Cozinhe por 15 minutos. Consumir frio.

Dicas:

1. O sagu pode ser servido acompanhado com creme inglês ou Manjar Branco.

2. Fervura é o método de cocção por calor úmido que consiste em cozinhar o alimento de forma lenta em um líquido fervente em ebulição (ferver) ou com temperaturas menores (fervura branda).



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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Modo de Preparo:

Lav

Dicas:

1. O


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Receitas

Neste imenso país que é o Brasil, temos uma rica culinária regionalizada, quase impossível de ser generalizada em um território marcado por diferenças tão grandes. Um gaúcho acostumado ao seu churrasco provavelmente jamais ouviu falar no pato no tucupi da Amazônia.

A comida de uma região soa exótica para outra região dentro do mesmo País. Muitas vezes, as frutas nativas são desconhecidas dos próprios brasileiros. Um bebê urbano pode tomar suco de kiwi todos os dias e passar a vida sem provar um mingau de tapioca com açaí, sem ver um araçá, um cumbucá, um sapoti, um jenipapo. Fonte: http://www.mre.gov.br

O post de hoje é um pouco da nossa rica culinária regional brasileira. O Furrundu ou Furrundum é um doce típico da região Centro-Oeste, do pantanal mato-grossense.

A culinária brasileira é resultante de uma mistura de tradições, ingredientes e alimentos que foram introduzidos não somente pela população indígena nativa, mas por todas as correntes de imigração que ocorreram ao longo da história deste país. E o Furrundu é um prato regional que abriga essas misturas culturais que se realizaram quando o Brasil ainda era uma colônia. Esse doce é produzido com o mamão ainda verde, a rapadura, que vem da cana-de-açúcar, o gengibre, o cravo e a canela.

Furrundu

Categoria: Café da Manhã, Lanches, Sobremesas

Especificação: FFrutas em calda, Sobremesa com Base de Frutas, Sobremesa típica brasileira, Cozinha Brasileira (Centro-Oeste, Mato Grosso),

Tempo de Preparo: uma hora

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1/4 de um mamão médio verde
  • 150 gramas de rapadura, em pedaços
  • Gengibre ralado à gosto
  • 3 a 4 cravos da índia
  • Canela à gosto

Modo de Preparo:

Retire as sementes do mamão e lave bem. Rale em um ralo grosso e ponha em uma panela ou tacho, cubra com água e deixe ferver por 20 minutos no fogo forte. Escorra e lave em água corrente, escorrendo bem. Dissolva a rapadura com um pouco de água e acrescente o mamão. Deixe cozinhar em fogo baixo, acrescentando água aos poucos, até o mamão ficar com aparência “vitrificada”. Acrescente o gengibre, o cravo e a canela. Retire do fogo. Deixe esfriar antes de servir.

Dicas:

1. Fervura é o método de cocção por calor úmido que consiste em cozinhar o alimento de forma lenta em um líquido fervente em ebulição (ferver) ou com temperaturas menores (fervura branda).


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Modo de Preparo:

Lav

Dicas:

1. O


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Receitas

Delicado, aromático e cheio de sabor, o Tomate Confit ou Tomate Confitado é uma verdadeira joia da culinária que transforma ingredientes simples em uma explosão de sofisticação. Embora a técnica tenha se popularizado na França como forma de conservar alimentos em gordura, suas raízes remontam às tradições da antiga Mesopotâmia, onde cozinhar lentamente em óleos e gorduras já era utilizado para preservar e intensificar sabores. No confit, os tomates são preparados lentamente em azeite com ervas aromáticas e alho, revelando uma doçura profunda e uma textura aveludada. Versátil e elegante, o tomate confit é ideal para servir sobre torradas, massas, saladas ou como acompanhamento de carnes, queijos e pratos mais elaborados. Uma receita perfeita para quem valoriza o sabor do tempo e o poder dos detalhes.

Tomate Confit

Categoria: Aromáticos, couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, petisco, lanches,

Especificação: Cozinha Internacional (França), conserva aromática em gordura, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 35 minutos

Rendimento: 500 gramas – 10 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (50 g): 128 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 500 gramas de tomate cereja
  • 3 dentes de alho
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1 ramo de manjericão
  • 1 ramo de alecrim
  • 1 ramo de tomilho
  • 1 xícara (chá) de azeite
  • 1 colher (chá) de sal

Modo de Preparo:

Lave e seque bem os tomates. Disponha-os em uma panela de fundo grosso e adicione os dentes de alho levemente amassados, o açúcar, o sal e as ervas.

Cubra com o azeite e leve ao fogo mínimo, mantendo a temperatura entre 80 °C e 95 °C, sem deixar ferver. O azeite deve apenas apresentar leve movimentação, com pequenas bolhas ocasionais. Não deve borbulhar intensamente em nenhum momento.

Cozinhe lentamente por cerca de 30 a 35 minutos, ou até que os tomates estejam macios, levemente enrugados e com a polpa cremosa, mas ainda íntegros. Caso o azeite comece a fritar, interrompa o aquecimento e aguarde a temperatura baixar antes de prosseguir.

Retire do fogo e deixe esfriar no próprio azeite antes de utilizar ou armazenar.

Toques Finais e Sugestões:

Observação sobre a porção: A porção de 50 g por pessoa refere-se ao uso como cobertura ou guarnição, como no caso de carnes grelhadas, assadas ou peixes, em que o tomate confit atua como complemento aromático no prato. Quando utilizado para envolver preparações, como massas, risotos ou saladas compostas, recomenda-se a porção de até 100 g por pessoa, pois passa a exercer função de integração ao prato. Nas demais formas de serviço, a quantidade pode ser ajustada conforme a proposta e a intensidade da preparação. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts: ‘A Composição do Café da Manhã e dos Lanches, ‘A Composição do Almoço e do Jantar’ e ‘A Composição dos Petiscos e Aperitivos’.

Formas de Consumo:

1. Sobre torradas e pães rústicos: Sirva os tomates confit levemente aquecidos sobre fatias de pão grelhado, com um fio do azeite do cozimento e, se desejar, um pouco de queijo de cabra ou ricota. Perfeito como entrada ou lanche sofisticado.

2. Em saladas mornas ou frias: Misture os tomates confit com folhas verdes, grãos (como cevadinha ou quinoa), queijos frescos e nozes. O azeite aromatizado também pode virar um excelente molho.

3. Acompanhamento para carnes ou peixes: Use como guarnição para carnes grelhadas, cordeiro, frango assado ou peixes brancos. O contraste doce e ácido dos tomates confitados realça o sabor das proteínas.

4. Recheio de sanduíches e wraps: Substitua molhos convencionais por tomates confit em sanduíches, hambúrgueres ou wraps. Eles acrescentam umidade, textura e um sabor profundo.

5. Em massas e risotos: Acrescente os tomates confit e parte do azeite aromatizado diretamente sobre massas frescas ou risotos no momento de servir. Finalize com manjericão e parmesão.

6. Com queijos e tábuas de aperitivos: Monte uma tábua com queijos curados, azeitonas, pães e os tomates confit como elemento agridoce e untuoso – um sucesso garantido.

7. Armazenamento e uso do azeite: coloque os tomates confitados em um recipiente hermético e adicione mais azeite até cobri-los. Conserve em geladeira. A validade é de até 60 dias. O azeite aromatizado também pode ser usado em molhos, marinadas ou para finalizar pratos.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Acompanhamentos para Sushi

Molho de Soja

O molho de soja, quando usado com moderação, realça o sabor do sushi. Por ser bastante salgado, o ideal é molhar apenas o peixe ou a alga com uma pequena quantidade de shoyu. Como o arroz absorve muito líquido, não se recomenda mergulhar o nigiri com o lado do arroz voltado para o molho, para evitar que se desfaça.

Saiba mais: Acesse – Molho de Soja – Shoyu.

Molho de soja . Imagem Adriana Tenchini.

Gary – Conserva de Gengibre

Imagem Adriana Tenchini

O Gary é uma conserva de vegetais muito utilizado na gastronomia japonesa. Seu sabor se alterna entre o doce, o azedo e o picante. É comum servi-lo acompanhando o sushi ou sashimi. É utilizado entre porções diferentes, permitindo a limpeza do paladar do alimento anterior e realçando o paladar do próximo.

Receita: Gary – Conserva de Gengibre.

Sunomono – Conserva de Pepino

Sunomono é uma deliciosa conserva de pepino agridoce. Na cozinha japonesa é servido como entrada nas refeições ou como acompanhamento de outros pratos japoneses, incluindo o sushi.

Receita link: Sunomono – Conserva de Pepino.

Imagem Adriana Tenchini

Wasabi e Raiz Forte

Imagem Adriana Tenchini

Essa pasta é preparada usualmente com raiz forte (Armoracia rusticana), uma planta originária da Europa e Ásia, que é misturada a corantes e outros ingredientes. Uma pequena porção de wasabi deve ser aplicada diretamente no peixe do sushi.

Saiba mais: Acesse – Wasabi e Raiz Forte.

Tarê

É feito à base de shoyu,  porém, bem mais encorpado e com um toque adocicado causado pelo mel ou açúcar na composição. Ele é muito utilizado na finalização de pratos como sushi, hot roll e temakis.

Saiba mais: Acesse – Tarê e Teriyaki.

Imagem Adriana Tenchini

Como Comer Sushi

  • O sushi pode ser comido com as mãos ou com o hashi (pauzinhos).
  • Para pegar o nigiri com o hashi, vire-o de lado, de forma que um palito pegue o arroz e um palito pegue o peixe.
  • Mergulhe o nigiri no molho shoyu com o lado do peixe voltado para baixo. O arroz já é temperado e vai perder a forma ao absorver o líquido.
  • Coma o sushi inteiro de uma mordida.
  • O gengibre não é para ser misturado com o molho shoyu. Ele é usado para limpar o paladar após degustar um sushi.

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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Isabella Mendes por pexels

Outros Tipos de Sushi

Gunkan Maki Sushi

O Gunkan Maki Sushi, cujo nome significa literalmente “navio de guerra”, é uma variação do nigiri sushi originária do Japão. A principal característica desse sushi é a forma ovalada, com o arroz moldado à mão envolto por uma faixa de alga nori, formando um tipo de “barco” que abriga os ingredientes no topo, e não no interior como nos sushis enrolados. Tradicionalmente, é recheado com ovas de peixe, mas também pode receber outras coberturas como tartar de atum, salmão, kani, vegetais ou cogumelos. Este tipo de sushi é apreciado pela estética e pela explosão de sabor que proporciona em uma só mordida.

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Entradas, Prato Principal

Especificação: Cozinha Internacional, Cozinha Japonesa, Peixes, Frutos do Mar, Vegetais e Frutas

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 1 unidade

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 30 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 5 gramas de ovas de peixe
  • 1/8 de alga nori

Modo de Preparo:

Molhe levemente as mãos para evitar que o arroz grude. Pegue o arroz de sushi e molde-o em um bolinho ovalado e firme. Corte a folha de alga nori no tamanho suficiente para envolver a lateral do bolinho, deixando uma borda acima da superfície do arroz. Envolva o bolinho de arroz com a alga nori, formando uma “barreira” que contenha o recheio. Com cuidado, preencha o topo do sushi com as ovas de peixe. Sirva imediatamente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Rendimento: O rendimento informado nesta receita corresponde apenas à quantidade total produzida. A quantidade a ser servida por pessoa deve ser definida conforme o tipo de refeição, o estilo de serviço e a combinação com outras preparações. Para mais detalhes sobre a composição equilibrada das refeições e o ajuste de porções conforme o serviço, consulte os posts: A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

2. Dicas de consumo: O Gunkan pode ser servido como entrada ou como prato principal em refeições japonesas. Acompanha bem conservas como gari (gengibre em conserva), sunomono (pepino agridoce), tarê, molho de soja e wasabi. Pode ser decorado com pepino japonês laminado, cenoura ou beterraba ralada, nabo ralado, acelga em chiffonade, alface, cebolinha e salsa crespa.

3. Curiosidades: A criação do Gunkan data de 1941, em Tóquio, e revolucionou o preparo do sushi ao permitir o uso de coberturas mais delicadas e cremosas. Ele é muito popular em restaurantes de sushi kaitenzushi (esteira giratória), por sua praticidade e apelo visual.

Sushi Joe

O Sushi Joe, também chamado de Joe, Jow ou Djow (pronuncia-se “djô”), é uma variação moderna do sushi em que o arroz de sushi não é envolvido pela alga nori. Em seu lugar, utiliza-se uma lâmina fina de peixe como salmão, atum ou peixe branco, envolvendo o arroz moldado à mão. Sobre essa base é colocado o mesmo peixe utilizado na lâmina, mas picado. Um exemplo clássico é o Joe de salmão, com a lâmina envolvendo o arroz e o topo coberto com salmão picadinho.

Acredita-se que esse sushi tenha surgido de forma improvisada. Um chef conhecido pelo apelido Joe, diante da falta de nori durante o expediente, decidiu usar o salmão como substituto para concluir os pedidos. A invenção acabou se tornando popular e hoje é presença frequente em restaurantes japoneses no Brasil.

O maki pode ser servido como entrada, prato principal, acompanhamento ou petisco. É comum acompanhar com molho de soja, tarê, gengibre em conserva (gari), conserva de pepino agridoce (sunomono) e wasabi. Para decorar, utilizam-se lâminas finas ou legumes ralados como pepino japonês, cenoura, beterraba, nabo, acelga, além de folhas e ervas como alface, cebolinha e salsa crespa.

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Entradas, Prato Principal

Especificação: Cozinha Internacional, Cozinha Japonesa, Peixes, Frutos do Mar, Vegetais e Frutas

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 1 unidade

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 50 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 5 gramas de peixe (salmão, atum ou peixe branco)
  • 5 gramas de peixe (o mesmo da lâmina) picadinho
  • Cream cheese a gosto (adicional)

Modo de Preparo:

Moldar o arroz com as mãos, formando um bolinho. Enrolar ao redor a lâmina de peixe e colocar sobre o sushi o peixe picadinho. Pode-se misturar cream cheese no recheio.

Toques Finais e Sugestões:

1. Rendimento: O rendimento informado nesta receita corresponde apenas à quantidade total produzida. A quantidade a ser servida por pessoa deve ser definida conforme o tipo de refeição, o estilo de serviço e a combinação com outras preparações. Para mais detalhes sobre a composição equilibrada das refeições e o ajuste de porções conforme o serviço, consulte os posts: A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

2. Dicas de consumo: O Sushi Joe pode ser servido como entrada ou prato principal em refeições japonesas. Fica excelente acompanhado de chá verde ou saquê levemente gelado. Para um toque especial, finalize com raspas de limão siciliano ou gergelim torrado por cima do recheio.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Sashimi

Sashi significa furado. Mi significa carne. Sashimi quer dizer carne perfurada, nome que se refere à técnica de pesca tradicionalmente usada para preparar esse prato. Diferente do sushi, o sashimi não leva arroz nem alga nori. Trata-se apenas de um pedaço de peixe cru, cortado em fatias finas, consumido geralmente com molho de soja e/ou wasabi (pasta de raiz forte).

O maki pode ser servido como entrada, prato principal, acompanhamento ou petisco. É comum acompanhar com molho de soja, tarê, gengibre em conserva (gari), conserva de pepino agridoce (sunomono) e wasabi. Para decorar, utilizam-se lâminas finas ou legumes ralados como pepino japonês, cenoura, beterraba, nabo, acelga, além de folhas e ervas como alface, cebolinha e salsa crespa.

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Entradas, Prato Principal

Especificação: Cozinha Internacional, Cozinha Japonesa, Peixes, Frutos do Mar, Vegetais e Frutas

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento:

  • Salmão (fatias mais espessas): aproximadamente 20 a 24 fatias.
  • Atum (fatias médias): aproximadamente 24 a 30 fatias.
  • Peixes brancos (corte usuzukuri, em lâminas finas): aproximadamente 40 a 50 fatias.

Dificuldade: Fácil

Sashimi de peixe branco. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

500 gramas de peixe em filé grosso (salmão, atum ou peixe branco)

Sashimi de atum. Imagem Adriana Tenchini
Sashimi de peixe branco. Imagem Adriana Tenchini.

Modo de Preparo:

Limpe o filé, retirando as partes escuras. Utilize uma faca de sashimi ou uma faca bem afiada. Apalpe com as pontas dos dedos em busca de espinhos e retire-os com cuidado. Corte o peixe em fatias não muito finas. Os peixes mais macios, como o salmão, devem ser cortados em fatias um pouco mais grossas. Já os peixes brancos podem ser cortados em lâminas quase transparentes. Arrume os pedaços em pratinhos individuais ou travessas e decore conforme a sua criatividade.

Toques Finais e Sugestões:

1. Rendimento: O rendimento informado nesta receita corresponde apenas à quantidade total produzida. A quantidade a ser servida por pessoa deve ser definida conforme o tipo de refeição, o estilo de serviço e a combinação com outras preparações. Para mais detalhes sobre a composição equilibrada das refeições e o ajuste de porções conforme o serviço, consulte os posts: A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

2. Dicas de consumo: Sirva imediatamente após o preparo para garantir o frescor e a segurança alimentar. Combine o sashimi com pequenas porções de arroz gohan ou saladas leves.

3. Curiosidades: Embora o sashimi tradicional seja feito com peixes de água salgada, no Brasil é comum o uso de peixes de água doce como a tilápia. Isso se deve à popularização do prato em regiões onde o acesso ao peixe do mar é limitado, aliado ao controle sanitário cada vez mais rigoroso da produção aquícola nacional.

Tipos de Peixes Mais Usados para Sashimi

A preferência tradicional é por peixes de água salgada, devido ao menor risco de contaminação por parasitas. Porém, no Brasil, muitos peixes de água doce são também utilizados com segurança, desde que provenientes de criatórios certificados.

  • Linguado: carne nobre e de alta procura, com sabor macio e suave
  • Badejo: carne clara, saborosa e com baixo teor de gordura
  • Cavala: carne firme e saborosa, pode ser tostada ao fogo ou grelhada
  • Sardinha: sabor forte, costuma ser preparada com marinada de vinagre e temperos
  • Tilápia: carne branca, macia e saborosa, normalmente servida com molho shoyu
  • Namorado: comum em restaurantes, pode ser servido cru, grelhado ou à milanesa
  • Salmão: muito versátil, pode ser servido cru, picado, grelhado, desfiado ou combinado com arroz e ovas
  • Robalo: carne clara, saborosa e com pouca gordura
  • Anchova: parente da truta, possui teor médio de gordura e sabor apreciado
  • Garoupa: baixo teor de gordura, pode ser servida crua, grelhada ou assada
  • Olhete: carne macia e saborosa, com teor médio de gordura
  • Atum: sabor marcante, carne firme e tenra, com gordura moderada
  • Cavalinha: carne bastante apreciada, geralmente preparada com vinagre e temperos

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Temaki Sushi

Te significa mão. Maki significa enrolar. O temaki é o sushi enrolado em forma de cone, feito com uma folha de alga nori, arroz de sushi e recheios diversos. Os recheios podem incluir peixe (como salmão, atum ou peixe branco), polvo, frutos do mar, kani kama, vegetais, frutas ou outros ingredientes conforme a criatividade de quem prepara. O temaki conquistou também o paladar dos brasileiros, e hoje existem temakerias em diversas cidades do país.

O maki pode ser servido como entrada, prato principal, acompanhamento ou petisco. É comum acompanhar com molho de soja, tarê, gengibre em conserva (gari), conserva de pepino agridoce (sunomono) e wasabi. Para decorar, utilizam-se lâminas finas ou legumes ralados como pepino japonês, cenoura, beterraba, nabo, acelga, além de folhas e ervas como alface, cebolinha e salsa crespa.

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Entradas, Prato Principal

Especificação: Cozinha Internacional, Cozinha Japonesa, Peixes, Frutos do Mar, Vegetais e Frutas

Tempo de Preparo: 15 minutos por unidade

Rendimento: Cada receita rende 1 temaki pequeno

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Temaki Shake Sushi – salmão.

  • 50 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/4 de folha de alga nori
  • 40 gramas de salmão, cortado em cubinhos
  • Cebolinha, picada à gosto (opcional)

Temaki Teka Sushi – atum.

  • 50 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/4 de folha de alga nori
  • 40 gramas de atum, cortado em cubinhos
  • Cebolinha, picada à gosto (opcional)

Temaki Kani Sushi – Kani Kama.

  • 50 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/4 folha de alga nori
  • 2 unidades de kani kama, cortado em cubinhos
  • Cebolinha, picada à gosto (opcional)

Temaki Ebi Sushi – camarão

  • 50 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/4 de folha de alga nori
  • 40 gramas de camarão, cozido
  • Cebolinha, picada à gosto (opcional)

Temaki Taco Sushi – tentáculos de polvo.

  • 50 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/4 de folha de alga nori
  • 40 gramas de tentáculos de polvo, cozido

Temaki Califórnia

  • 50 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/4 de folha de alga nori
  • 1 unidade de kani kama ou 30 gramas peixe ou 30 gramas de fruto do mar fatiado
  • 5 gramas de pepino japonês fatiado
  • 10 gramas de fruta (manga, maçã, abacate, morango ou kiwi) fatiado

Temaki Philadelphia

  • 50 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/4 de folha de alga nori
  • 40 gramas de salmão, cortado em tiras   
  • 10 gramas de cream cheese
  • Cebolinha, picada à gosto (opcional)

Modo de Preparo:

Se o recheio tiver mais de um ingrediente, misture previamente e reserve. Com a mão seca, posicione a alga nori na palma da mão. Espalhe o arroz de sushi sobre o lado esquerdo da nori. Adicione o recheio na diagonal. Para formar o cone, pegue a ponta inferior esquerda da alga com os dedos indicador e polegar e leve até a extremidade superior esquerda do arroz. Enrole com a mão até formar um cone semelhante a uma casquinha de sorvete.

Toques Finais e Sugestões:

1. Rendimento: O rendimento informado nesta receita corresponde apenas à quantidade total produzida. A quantidade a ser servida por pessoa deve ser definida conforme o tipo de refeição, o estilo de serviço e a combinação com outras preparações. Para mais detalhes sobre a composição equilibrada das refeições e o ajuste de porções conforme o serviço, consulte os posts: A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

2. Dicas de consumo: O temaki deve ser consumido logo após o preparo, para preservar a crocância da alga nori. Sirva com molhos frios, conserva de gengibre ou pequenas porções de salada.

3. Curiosidades: No Japão, o temaki é tradicionalmente preparado em casa, especialmente em festas ou reuniões informais. No Brasil, o temaki ganhou popularidade nas temakerias, sendo servido como refeição individual em formato generoso, muitas vezes adaptado ao paladar brasileiro com ingredientes como cream cheese e frutas tropicais.

4. Dicas de preparo:

Temaki Ebi Sushi: utilize os camarões sem casca. Tempere e salteie em uma frigideira até ficarem rosados.

Temaki Taco Sushi: prefira tentáculos de polvo fresco. Cozinhe em panela de pressão, em fogo médio, com água suficiente para cobri-los, por cerca de 20 minutos.


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Hot Roll Sushi

“Hot” significa quente. “Roll” significa rolo. O Hot Roll é um sushi empanado, enrolado em alga e frito até formar uma casquinha crocante com farinha panko. Costuma ter recheios variados e deve ser servido quente. Embora seja uma criação brasileira, tornou-se popular e é comumente encontrado nos cardápios de restaurantes japoneses no Brasil.

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Entradas, Prato Principal

Especificação: Cozinha Internacional, Cozinha Japonesa, Peixes, Frutos do Mar, Vegetais e Frutas

Tempo de Preparo: 10 minutos para cada rolinho

Rendimento: 8 hot roll

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 rolo de Maki de sua preferência
  • 1 ovo
  • 1 xícara (chá) de água
  • 1 xícara (chá) de farinha de trigo
  • Farinha panko (farinha de rosca japonesa) para empanar
  • Óleo para fritar

Modo de Preparo:

Em uma tigela, coloque o ovo, a água e a farinha de trigo. Misture bem até formar uma massa lisa. Reserve. Passe o rolo de Maki na massa preparada, empane com a farinha panko e frite em óleo quente. Com uma faca, corte o rolo ao meio e, em seguida, corte novamente ao meio até obter oito pedaços. Sirva imediatamente, ainda quente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Rendimento: O rendimento informado nesta receita corresponde apenas à quantidade total produzida. A quantidade a ser servida por pessoa deve ser definida conforme o tipo de refeição, o estilo de serviço e a combinação com outras preparações. Para mais detalhes sobre a composição equilibrada das refeições e o ajuste de porções conforme o serviço, consulte os posts: A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

2. Dicas de consumo: Sirva o Hot Roll com acompanhamentos típicos como Gari (conserva de gengibre), Sunomono (conserva de pepino), Tarê, Molho de Soja e Wasabi. Para enfeitar o prato, utilize ingredientes frescos e coloridos como lâminas finas de pepino japonês, cenoura ralada, beterraba, nabo, acelga, alface, cebolinha ou salsa crespa.

3. Curiosidades: O Hot Roll é uma adaptação brasileira da culinária japonesa, criada para agradar ao paladar local, que muitas vezes prefere pratos quentes e com texturas crocantes. É um exemplo clássico da fusão entre técnicas orientais e ingredientes ocidentais.


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Nigiri Sushi

O nigiri (ou niguiri) é um dos tipos mais tradicionais de sushi da culinária japonesa. É feito à mão, moldando-se um pequeno bolinho de arroz temperado (o arroz de sushi), coberto por uma fatia de peixe cru ou outro ingrediente. As opções mais comuns incluem salmão, atum, peixe branco, camarão, polvo e kani kama, mas também é possível usar vegetais, frutas ou outras combinações criativas.

Diferentemente de outros tipos de sushi, o nigiri normalmente não leva a folha de alga nori, embora em algumas versões ela seja utilizada em tiras estreitas apenas para prender a cobertura ao arroz. A montagem exige delicadeza e atenção aos detalhes, tanto no corte dos ingredientes quanto na textura do arroz.

Durante o preparo, é essencial manter uma tigela com água e fatias de limão ao lado para umedecer as mãos, evitando que o arroz grude. Sirva acompanhado de conservas tradicionais como o gari (gengibre em conserva) e o sunomono (pepino em conserva), além de molhos como o tarê, o shoyu e um pouco de wasabi. Para decorar, você pode usar lâminas finas de pepino japonês, cenoura ralada, beterraba ralada, nabo ralado, acelga, folhas de alface, cebolinha ou salsa crespa.

Categoria: entrada, acompanhamento/guarnição, prato principal, petisco

Especificação: Cozinha Internacional, Cozinha Japonesa, Peixes, Frutos do Mar, Vegetais e Frutas

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: uma unidade

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchii

Ingredientes:

  • 25 gramas de arroz de sushi, já cozido e temperado
  • 10 gramas de cobertura (peixe cru como salmão, atum ou peixe branco, camarão, polvo, kani kama, vegetais ou frutas)
  • Tiras de alga nori com 1 a 2 cm de largura (opcional)

Modo de Preparo:

Umedeça levemente as mãos com água e limão para evitar que o arroz grude. Pegue uma porção de arroz e molde com as mãos até formar um pequeno bolinho firme e ovalado. Corte o ingrediente escolhido para a cobertura no tamanho adequado e posicione-o cuidadosamente sobre o arroz moldado. Se necessário, use uma tira de alga nori para prender a cobertura à base de arroz.

Toques Finais e Sugestões:

1. Rendimento: O rendimento informado nesta receita corresponde apenas à quantidade total produzida. A quantidade a ser servida por pessoa deve ser definida conforme o tipo de refeição, o estilo de serviço e a combinação com outras preparações. Para mais detalhes sobre a composição equilibrada das refeições e o ajuste de porções conforme o serviço, consulte os posts: A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

2. Dicas de consumo: Sirva os nigiris com tarê, shoyu e um toque de wasabi. Conservas japonesas como gari e sunomono complementam muito bem o prato. Para uma apresentação elegante, use uma louça neutra e finalize com pequenos elementos decorativos como gergelim preto, brotos ou flores comestíveis.

3. Técnicas e orientações específicas:

  • Mantenha sempre à mão uma tigela com água, vinagre e uma fatia de limão ou apenas água, para manter as mãos úmidas durante o preparo e evitar que o arroz grude.
  • Para preparar nigiri de peixe, corte os filés de salmão, atum ou peixe branco em lâminas finas, no sentido contrário às fibras.
  • No caso do camarão, utilize unidades médias. Retire a cabeça, espete um palito no sentido do comprimento pela cabeça e cozinhe em água salgada fervente por um minuto. Depois, retire o palito e a casca, deixando a cauda. Abra pela parte inferior com uma faca e retire o intestino dorsal.
  • Para o polvo, prefira os tentáculos frescos. Cozinhe em panela de pressão com água suficiente para cobri-los por aproximadamente 20 minutos.
  • Se for usar kani kama, corte ao meio no sentido do comprimento.
  • Outros ingredientes devem ser cortados da forma que melhor se adeque ao formato do nigiri, garantindo boa fixação e apresentação.

4. Curiosidades: O nigiri é uma das formas mais antigas de sushi, com registros desde o século XIX em Edo (atual Tóquio), onde era vendido como fast-food de rua. Ele representa a essência da culinária japonesa: simplicidade, equilíbrio e respeito aos ingredientes.


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Uramaki Sushi

O termo uramaki vem da junção das palavras “ura“, que significa reverso, e “maki“, que quer dizer enrolar. Diferente do hossomaki e do maki sushi tradicional, o uramaki é conhecido como o “sushi enrolado ao contrário”. Nesse tipo de sushi, a alga nori fica na parte interna, enquanto o arroz de sushi envolve a parte externa, geralmente salpicada com sementes de gergelim.

Essa técnica surgiu no Japão, mas ganhou ainda mais popularidade fora do país, especialmente nos Estados Unidos. Foi lá que se desenvolveram versões como o Uramaki Califórnia e o Philadelphia Roll. O uramaki pode ser recheado com uma variedade de ingredientes, como peixes (salmão, atum ou peixe branco), polvo, camarão, kani kama, vegetais, frutas e combinações criativas conforme o gosto do sushiman ou da pessoa que estiver preparando.

O preparo exige uma faca de sushi (ou uma bem afiada), uma tigela com água e fatias de limão (para umedecer os dedos e a lâmina) e uma esteira de bambu (sudarê) envolta em plástico filme. Pode ser servido como entrada, acompanhamento, prato principal ou petisco, sendo ideal para acompanhar gari (gengibre em conserva), sunomono (conserva de pepino), tarê, molho de soja e wasabi. A decoração pode incluir pepino japonês laminado, cenoura ou beterraba ralada, nabo ralado, acelga, alface, cebolinha ou salsa crespa.

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Entradas, Prato Principal

Especificação: Cozinha Internacional, Cozinha Japonesa, Peixes, Frutos do Mar, Vegetais e Frutas

Tempo de Preparo: 15 minutos para preparar cada rolinho

Rendimento: Cada receita abaixo rende 1 rolinho de sushi ou 8 makis sushi

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Shake Uramaki (salmão)

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 20 gramas de salmão, cortado em tiras
  • 10 gramas de semente de gergelim

Teka Uramaki (atum)

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 20 gramas de atum, cortado em tiras
  • 10 gramas de semente de gergelim

Kappa Uramaki (pepino)

  •  100 gramas de arroz de sushi, cozido
  •  1/2 folha de alga nori
  •  20 gramas de pepino japonês, sem sementes, cortado em tiras
  • 10 gramas de semente de gergelim

Kani Uramaki (kani)

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 1 unidade de kani kama, cortado em tiras
  • 10 gramas de semente de gergelim

Ebi Uramaki (camarão)

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 20 gramas de camarão, cozido
  • 10 gramas de semente de gergelim

Taco uramaki (polvo)

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 20 gramas de tentáculos de polvo, cozido
  • 10 gramas de semente de gergelim

Uramaki de Salmão com Abacate

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 20 gramas de salmão, cortado em tiras
  • 10 gramas de abacate
  • 10 gramas de semente de gergelim

Uramaki Califórnia – Versão americana com toque agridoce e muito popular no mundo inteiro.

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 5 gramas de kani kama ou peixe ou fruto do mar fatiado
  • 5 gramas de pepino japonês fatiado
  • 10 gramas de fruta (manga, maçã, abacate, morango ou kiwi) fatiado
  • 10 gramas de semente de gergelim

Uramaki Philadelphia – Outra versão americana, muito consumida no Brasil.

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 20 gramas de salmão, cortado em tiras   
  • 10 gramas de cream cheese
  • 10 gramas de semente de gergelim

Modo de Preparo:

Forre a esteira de bambu (sudarê) com plástico filme. Coloque a alga nori sobre a esteira, com o lado brilhante para baixo. Umedeça as pontas dos dedos na água com limão e espalhe o arroz sobre a alga. Salpique sementes de gergelim sobre o arroz (quando for o caso). Vire a alga com cuidado, deixando o arroz para baixo.

Disponha o recheio escolhido em linha horizontal sobre a alga. Enrole firmemente com o auxílio da esteira, formando um cilindro. Molhe a lâmina da faca na água com limão e corte o rolinho ao meio. Corte cada metade ao meio novamente, formando 8 pedaços.

Uramaki Sushi sendo preparado. Imagem Adriana Tenchini.

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2. Dicas de consumo

Sirva com molho de soja, tarê ou wasabi. Acompanhe com conservas como gari e sunomono. Ideal para compor mesas japonesas variadas ou para oferecer como entrada em jantares orientais.

3. Curiosidades

O uramaki nasceu como uma alternativa para agradar paladares ocidentais, especialmente de quem não gostava da textura da alga por fora. A versão Califórnia é um exemplo claro dessa adaptação.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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