Hot Roll Sushi

Hot” significa quente. “Roll” significa rolo. O Hot Roll é um sushi empanado, enrolado em alga e frito até formar uma casquinha crocante com farinha panko. Costuma ter recheios variados e deve ser servido quente. Embora seja uma criação brasileira, tornou-se popular e é comumente encontrado nos cardápios de restaurantes japoneses no Brasil.

O maki pode ser servido como entrada, prato principal, acompanhamento ou petisco. É comum acompanhar com molho de soja, tarê, gengibre em conserva (gari), conserva de pepino agridoce (sunomono) e wasabi. Para decorar, utilizam-se lâminas finas ou legumes ralados como pepino japonês, cenoura, beterraba, nabo, acelga, além de folhas e ervas como alface, cebolinha e salsa crespa.

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Entradas, Prato Principal

Especificação: Cozinha Internacional, Cozinha Japonesa, Peixes, Frutos do Mar, Vegetais e Frutas

Tempo de Preparo: 10 minutos para cada rolinho

Rendimento: 8 hot roll

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 rolo de Maki de sua preferência
  • 1 ovo
  • 1 xícara (chá) de água
  • 1 xícara (chá) de farinha de trigo
  • Farinha panko (farinha de rosca japonesa) para empanar
  • Óleo para fritar

Modo de Preparo:

Em uma tigela, coloque o ovo, a água e a farinha de trigo. Misture bem até formar uma massa lisa. Reserve. Passe o rolo de Maki na massa preparada, empane com a farinha panko e frite em óleo quente. Com uma faca, corte o rolo ao meio e, em seguida, corte novamente ao meio até obter oito pedaços. Sirva imediatamente, ainda quente.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de consumo:

O maki pode ser servido como entrada, prato principal, acompanhamento ou petisco. É comum acompanhar com molho de soja, tarê, gengibre em conserva (gari), conserva de pepino agridoce (sunomono) e wasabi. Para decorar, utilizam-se lâminas finas ou legumes ralados como pepino japonês, cenoura, beterraba, nabo, acelga, além de folhas e ervas como alface, cebolinha e salsa crespa.

Curiosidades:

O Hot Roll é uma adaptação brasileira da culinária japonesa, criada para agradar ao paladar local, que muitas vezes prefere pratos quentes e com texturas crocantes. É um exemplo clássico da fusão entre técnicas orientais e ingredientes ocidentais.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Nigiri Sushi

O nigiri (ou niguiri) é um dos tipos mais tradicionais de sushi da culinária japonesa. É feito à mão, moldando-se um pequeno bolinho de arroz temperado (o arroz de sushi), coberto por uma fatia de peixe cru ou outro ingrediente. As opções mais comuns incluem salmão, atum, peixe branco, camarão, polvo e kani kama, mas também é possível usar vegetais, frutas ou outras combinações criativas.

Diferentemente de outros tipos de sushi, o nigiri normalmente não leva a folha de alga nori, embora em algumas versões ela seja utilizada em tiras estreitas apenas para prender a cobertura ao arroz. A montagem exige delicadeza e atenção aos detalhes, tanto no corte dos ingredientes quanto na textura do arroz.

Durante o preparo, é essencial manter uma tigela com água e fatias de limão ao lado para umedecer as mãos, evitando que o arroz grude. Sirva acompanhado de conservas tradicionais como o gari (gengibre em conserva) e o sunomono (pepino em conserva), além de molhos como o tarê, o shoyu e um pouco de wasabi. Para decorar, você pode usar lâminas finas de pepino japonês, cenoura ralada, beterraba ralada, nabo ralado, acelga, folhas de alface, cebolinha ou salsa crespa.

Categoria: entrada, acompanhamento/guarnição, prato principal, petisco

Especificação: Cozinha Internacional, Cozinha Japonesa, Peixes, Frutos do Mar, Vegetais e Frutas

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: uma porção

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchii

Ingredientes:

  • 50 gramas de arroz de sushi, já cozido e temperado
  • 5 gramas de cobertura (peixe cru como salmão, atum ou peixe branco, camarão, polvo, kani kama, vegetais ou frutas)
  • Tiras de alga nori com 1 a 2 cm de largura (opcional)

Modo de Preparo:

Umedeça levemente as mãos com água e limão para evitar que o arroz grude. Pegue uma porção de arroz e molde com as mãos até formar um pequeno bolinho firme e ovalado. Corte o ingrediente escolhido para a cobertura no tamanho adequado e posicione-o cuidadosamente sobre o arroz moldado. Se necessário, use uma tira de alga nori para prender a cobertura à base de arroz.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de consumo:

Sirva os nigiris com molho tarê, shoyu e um toque de wasabi. Conservas japonesas como gari e sunomono complementam muito bem o prato. Para uma apresentação elegante, use uma louça neutra e finalize com pequenos elementos decorativos como gergelim preto, brotos ou flores comestíveis.

Técnicas e orientações específicas:

Mantenha sempre à mão uma tigela com água, vinagre e uma fatia de limão ou apenas água, para manter as mãos úmidas durante o preparo e evitar que o arroz grude.

Para preparar nigiri de peixe, corte os filés de salmão, atum ou peixe branco em lâminas finas, no sentido contrário às fibras.

No caso do camarão, utilize unidades médias. Retire a cabeça, espete um palito no sentido do comprimento pela cabeça e cozinhe em água salgada fervente por um minuto. Depois, retire o palito e a casca, deixando a cauda. Abra pela parte inferior com uma faca e retire o intestino dorsal.

Para o polvo, prefira os tentáculos frescos. Cozinhe em panela de pressão com água suficiente para cobri-los por aproximadamente 20 minutos.

Se for usar kani kama, corte ao meio no sentido do comprimento.

Outros ingredientes devem ser cortados da forma que melhor se adeque ao formato do nigiri, garantindo boa fixação e apresentação.

Curiosidades:

O nigiri é uma das formas mais antigas de sushi, com registros desde o século XIX em Edo (atual Tóquio), onde era vendido como fast-food de rua. Ele representa a essência da culinária japonesa: simplicidade, equilíbrio e respeito aos ingredientes.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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Uramaki Sushi

O termo uramaki vem da junção das palavras “ura“, que significa reverso, e “maki“, que quer dizer enrolar. Diferente do hossomaki e do maki sushi tradicional, o uramaki é conhecido como o “sushi enrolado ao contrário”. Nesse tipo de sushi, a alga nori fica na parte interna, enquanto o arroz de sushi envolve a parte externa, geralmente salpicada com sementes de gergelim.

Essa técnica surgiu no Japão, mas ganhou ainda mais popularidade fora do país, especialmente nos Estados Unidos. Foi lá que se desenvolveram versões como o Uramaki Califórnia e o Philadelphia Roll. O uramaki pode ser recheado com uma variedade de ingredientes, como peixes (salmão, atum ou peixe branco), polvo, camarão, kani kama, vegetais, frutas e combinações criativas conforme o gosto do sushiman ou da pessoa que estiver preparando.

O preparo exige uma faca de sushi (ou uma bem afiada), uma tigela com água e fatias de limão (para umedecer os dedos e a lâmina) e uma esteira de bambu (sudarê) envolta em plástico filme. Pode ser servido como entrada, acompanhamento, prato principal ou petisco, sendo ideal para acompanhar gari (gengibre em conserva), sunomono (conserva de pepino), tarê, molho de soja e wasabi. A decoração pode incluir pepino japonês laminado, cenoura ou beterraba ralada, nabo ralado, acelga, alface, cebolinha ou salsa crespa.

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Entradas, Prato Principal

Especificação: Cozinha Internacional, Cozinha Japonesa, Peixes, Frutos do Mar, Vegetais e Frutas

Tempo de Preparo: 15 minutos para preparar cada rolinho

Rendimento: Cada receita abaixo rende 1 rolinho de sushi ou 8 makis sushi

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Shake Uramaki (salmão)

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 20 gramas de salmão, cortado em tiras
  • 10 gramas de semente de gergelim

Teka Uramaki (atum)

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 20 gramas de atum, cortado em tiras
  • 10 gramas de semente de gergelim

Kappa Uramaki (pepino)

  •  100 gramas de arroz de sushi, cozido
  •  1/2 folha de alga nori
  •  20 gramas de pepino japonês, sem sementes, cortado em tiras
  • 10 gramas de semente de gergelim

Kani Uramaki (kani)

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 1 unidade de kani kama, cortado em tiras
  • 10 gramas de semente de gergelim

Ebi Uramaki (camarão)

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 20 gramas de camarão, cozido
  • 10 gramas de semente de gergelim

Taco uramaki (polvo)

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 20 gramas de tentáculos de polvo, cozido
  • 10 gramas de semente de gergelim

Uramaki de Salmão com Abacate

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 20 gramas de salmão, cortado em tiras
  • 10 gramas de abacate
  • 10 gramas de semente de gergelim

Uramaki Califórnia – Versão americana com toque agridoce e muito popular no mundo inteiro.

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 5 gramas de kani kama ou peixe ou fruto do mar fatiado
  • 5 gramas de pepino japonês fatiado
  • 10 gramas de fruta (manga, maçã, abacate, morango ou kiwi) fatiado
  • 10 gramas de semente de gergelim

Uramaki Philadelphia – Outra versão americana, muito consumida no Brasil.

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 20 gramas de salmão, cortado em tiras   
  • 10 gramas de cream cheese
  • 10 gramas de semente de gergelim

Modo de Preparo:

Forre a esteira de bambu (sudarê) com plástico filme. Coloque a alga nori sobre a esteira, com o lado brilhante para baixo. Umedeça as pontas dos dedos na água com limão e espalhe o arroz sobre a alga. Salpique sementes de gergelim sobre o arroz (quando for o caso). Vire a alga com cuidado, deixando o arroz para baixo.

Disponha o recheio escolhido em linha horizontal sobre a alga. Enrole firmemente com o auxílio da esteira, formando um cilindro. Molhe a lâmina da faca na água com limão e corte o rolinho ao meio. Corte cada metade ao meio novamente, formando 8 pedaços.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de consumo

Sirva com molho de soja, tarê ou wasabi. Acompanhe com conservas como gari e sunomono. Ideal para compor mesas japonesas variadas ou para oferecer como entrada em jantares orientais.

Curiosidades

O uramaki nasceu como uma alternativa para agradar paladares ocidentais, especialmente de quem não gostava da textura da alga por fora. A versão Califórnia é um exemplo claro dessa adaptação.


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Hossomaki Sushi

A palavra hosomaki vem da junção dos termos japoneses hoso (fino) e maki (enrolado). Trata-se de um tipo de sushi em formato cilíndrico, com alga nori na parte externa, recheio central e arroz de sushi entre as duas camadas. Por serem pequenos e delicados, os hossomakis costumam levar apenas um ou dois ingredientes no recheio, como salmão, atum, peixe branco, polvo, frutos do mar, kani kama, vegetais ou frutas. O formato é moldado com o auxílio de uma esteira de bambu chamada sudarê, que garante a pressão uniforme e o acabamento firme do rolinho.

Hossomaki sushi. Imagem Adriana Tenchini.

Maki Sushi

Maki sushi. Imagem Adriana Tenchini.

O maki sushi é um tipo de sushi enrolado em formato cilíndrico, preparado com o auxílio da esteira de bambu chamada sudarê. Seu diâmetro é um pouco maior que o do hossomaki, permitindo o uso de mais de um ingrediente no recheio. A montagem é feita com uma folha de alga nori por fora, o arroz de sushi no meio e, no centro, os ingredientes escolhidos, que podem incluir peixes crus ou cozidos, frutos do mar, kani kama, vegetais ou frutas.

Após ser enrolado, o cilindro é cortado em pedaços de aproximadamente um a dois centímetros de espessura. Para um corte limpo e uma apresentação precisa, utiliza-se uma faca bem afiada e uma tigela com água e fatias de limão. Essa água é usada para umedecer as mãos e a lâmina da faca durante o preparo, evitando que o arroz grude.

O maki pode ser servido como entrada, prato principal, acompanhamento ou petisco. É comum acompanhar com molho de soja, tarê, gengibre em conserva (gari), conserva de pepino agridoce (sunomono) e wasabi. Para decorar, utilizam-se lâminas finas ou legumes ralados como pepino japonês, cenoura, beterraba, nabo, acelga, além de folhas e ervas como alface, cebolinha e salsa crespa.

Categoria: entrada, acompanhamento/guarnição, prato principal, petisco

Especificação: Peixes, Frutos do Mar, Vegetais e Cogumelos, Cozinha Internacional (Japão),

Tempo de Preparo: 15 minutos por rolinho

Rendimento: Cada receita abaixo rende 1 rolinho de sushi ou 8 unidades de maki sushi

Dificuldade: Médio

Maki sushi. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Shake Maki (salmão)

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 20 gramas de salmão, cortado em tiras

Teka Maki (atum)

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 20 gramas de atum, cortado em tiras

Kappa Maki (pepino). Segundo a tradição japonesa, o pepino era o alimento favorito de uma criatura mitológica chamada Kappa. O nome do maki de pepino surgiu como homenagem.

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 20 gramas de pepino japonês sem sementes, cortado em tiras

Kani Maki (Kani Kama)

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 1 unidade de kani kama, cortado em tiras

Ebi Maki (camarão)

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 20 gramas de camarão, cozido

Taco Maki (polvo)

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 20 gramas de tentáculos de polvo, cozido

Maki Califórnia (versão americana). Muito popular em diversos países, inclusive no Japão. Pode ser montado como maki ou uramaki.Pode ser feito como um maki ou como um uramaki.

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 5 gramas de kani kama ou peixe ou fruto do mar fatiado
  • 5 gramas de pepino japonês fatiado
  • 10 gramas de fruta (manga, maçã, abacate, morango ou kiwi) fatiado

Maki Philadelphia (variação americana). Uma das versões mais consumidas no Brasil.

  • 100 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/2 folha de alga nori
  • 20 gramas de salmão, cortado em tiras   
  • 10 gramas de cream cheese

Modo de Preparo:

Cubra o sudarê com plástico filme para facilitar o manuseio e a limpeza. Coloque a folha de alga nori sobre a esteira com o lado brilhante para baixo. Umedeça as pontas dos dedos na tigela com água e limão e espalhe o arroz uniformemente sobre o nori, deixando 1 cm livre na borda superior.

Imagem Adriana Tenchini

Distribua o recheio escolhido na extremidade inferior da folha. Com o auxílio da esteira, enrole o sushi firmemente. Ao final, umedeça a borda livre do nori com um pouco de água para selar o rolo.

Com a faca umedecida, corte o cilindro ao meio e depois corte cada metade novamente ao meio até obter 8 pedaços iguais.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de preparo

  • Para o Ebi Maki, utilize camarões limpos, sem casca. Tempere e salteie em frigideira até que fiquem rosados.
  • Para o Tako Maki, prefira tentáculos de polvo fresco. Cozinhe em panela de pressão com água por aproximadamente 20 minutos, até que fiquem macios.

Dicas de consumo

Sirva os makis acompanhados de shoyu, tarê, gengibre em conserva (gari), sunomono, wasabi e legumes crus para decorar o prato.

Curiosidade

No Japão, cada tipo de maki é nomeado de acordo com seu recheio. Essa classificação facilita o entendimento das combinações e ajuda na escolha dos ingredientes ao montar uma sequência de sushis variados.


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Imagem capa: Adriana Tenchini

Sushi e Sashimi

Sushi e sashimi são símbolos da refinada culinária japonesa, mundialmente reconhecidos por sua delicadeza, estética e sabor equilibrado. O sushi tem origem em uma antiga técnica de conservação do peixe cru no arroz fermentado, um método tradicional que, ao longo dos séculos, evoluiu para a arte gastronômica que conhecemos hoje. Os diferentes tipos de sushi recebem nomes específicos conforme o modo de preparo e a combinação de ingredientes. Entre os mais tradicionais estão o Hossomaki, Makizushi, Uramaki, Nigirizushi e Temaki. Já variações como Filadélfia, Califórnia e os Hot Rolls são adaptações ocidentais que reinterpretam a tradição com ingredientes locais.

A base do sushi é o arroz japonês de grão curto, temperado com vinagre de arroz, açúcar e sal. Esse preparo é conhecido como sumeshi ou simplesmente arroz de sushi. A combinação desse arroz com peixes crus ou curados, frutos do mar, legumes, ovos e folhas de alga nori resulta em um repertório vasto de preparações, que encantam pela diversidade de sabores, texturas e apresentação.

O sashimi, por sua vez, representa a pureza da técnica japonesa no corte preciso de peixes frescos, servidos crus e geralmente acompanhados apenas de molho shoyu, wasabi e gengibre em conserva. É um prato que valoriza a qualidade do ingrediente e a habilidade do cozinheiro.


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FONTES IMAGENS: Adriana Tenchini

Arroz de Sushi

O arroz é um dos pilares da culinária japonesa e peça-chave na preparação de sushis, temakis e outras receitas tradicionais. Utiliza-se o arroz de grão curto, que possui maior concentração de amido, proporcionando a textura pegajosa e maleável necessária para moldar os rolinhos com firmeza.

Na tradição japonesa, há duas variedades principais de arroz: o uruchimai (arroz simples de grão curto) e o mochigome (arroz glutinoso). O primeiro é o mais comum e ideal para sushi, enquanto o segundo é mais pegajoso, indicado para doces típicos como mochi.

O sumeshi, também conhecido como arroz avinagrado, é a base para o sushi. Seu preparo consiste no cozimento do arroz japonês seguido da adição de uma mistura equilibrada de vinagre de arroz, sal, açúcar e saquê. Essa combinação realça o sabor e equilibra os elementos doce, salgado e ácido característicos da culinária japonesa.

Esta receita foi aprendida durante meu curso de gastronomia, ensinada por uma professora que viveu na Ásia por alguns anos. É simples, mas requer atenção ao processo. Vamos ao preparo?

Categoria: Acompanhamento/Guarnição,

Especificação: Arroz, Cozinha Internacional, Cozinha Japonesa, Cereal,

Tempo de Preparo: 50 minutos + tempo de resfriamento

Rendimento: 830 gramas de arroz cozido ou 60 rolinhos de sushi

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 colher de sopa – 25g): 40 kcal

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 350 gramas de arroz de grão curto (Arroz japonês)
  • 500 mililitros de água
  • 1/2 unidade de alga kombu (alga aromatizada) – opcional
  • 1/4 de xícara de vinagre de arroz
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1 colher (sopa) de saquê

Modo de Preparo:

Lave o arroz: Lave bem o arroz em água corrente até que a água saia quase transparente. Isso remove o excesso de amido.

Deixe descansar: Coloque o arroz em uma panela de fundo grosso com a água e a alga kombu (caso esteja usando). Deixe descansar por 30 minutos.

Cozinhe o arroz: Leve a panela ao fogo médio. Quando começar a ferver, retire o kombu e reduza o fogo ao mínimo. Cozinhe até que a água seque completamente.

Prepare o tempero: Enquanto o arroz cozinha, aqueça o vinagre de arroz, o sal, o açúcar e o saquê em uma panela pequena, sem deixar ferver. Mexa até que tudo esteja bem dissolvido. Reserve.

Deixe o arroz descansar: Após o cozimento, desligue o fogo e deixe o arroz descansar tampado por 10 minutos.

Tempere o arroz: Transfira o arroz para um tabuleiro largo (ou uma vasilha de madeira própria para sushi). Despeje o tempero sobre o arroz e com uma espátula faça um corte em formato de cruz, para incorporar o tempero sem quebrar os grãos.

Corte em formato de cruz. Imagem Adriana Tenchini.

Resfrie o arroz: Leve à geladeira para esfriar. Cubra com um pano úmido ou filme plástico até o momento de usar.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de Consumo:

  • Esse arroz deve ser utilizado frio, na montagem de sushis, temakis, bolinhos de arroz (onigiri) ou como acompanhamento para pratos japoneses frios.
  • Mantenha coberto para não ressecar, e consuma preferencialmente no mesmo dia.
  • Curiosidades
  • A palavra sumeshi significa literalmente “arroz avinagrado” (su = vinagre, meshi = arroz).
  • A alga kombu acrescenta um leve sabor umami ao arroz, mas é opcional.
  • A técnica de misturar o arroz com o tempero usando cortes é tradicional, pois evita amassar os grãos e garante uniformidade na absorção.

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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

O Gari é uma tradicional conserva japonesa feita com gengibre fresco e laminado bem fino, geralmente servido como acompanhamento de sushi e sashimi. Sua função vai além do sabor: ele é utilizado para limpar o paladar entre diferentes tipos de peixe cru, preparando a boca para a próxima mordida. O contraste entre o doce, o ácido e o picante tornam o Gari um elemento especial, que também pode acompanhar pratos quentes como yakisoba, grelhados e outros pratos da culinária oriental.

O segredo do preparo está na escolha do gengibre fresco e no corte fino, preferencialmente com mandolin, mas também pode ser feito com faca bem afiada. Trata-se de uma conserva simples e aromática, com sabor delicado e persistente.

Gari – Conserva de Gengibre

Categoria: aromáticos, couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, lanches, petiscos

Especificação: Cozinha Internacional (Japão), conserva aromatizada, picles, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 360 gramas – 18 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (20 g – 1 colher de sopa): 55 kcal

Gari – Conserva de Gengibre. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 150 gramas de gengibre
  • 2 colheres (sopa) de sal
  • 1/2 xícara de vinagre de arroz
  • 1/4 de xícara de saquê
  • 1/2 xícara de açúcar refinado

Modo de Preparo:

Descasque o gengibre e corte-o em rodelas finíssimas, de preferência com um mandolin[1]. Coloque as fatias em uma tigela (bowl), adicione o sal e esfregue bem para retirar o amargor. Deixe descansar por 5 minutos. Lave as fatias em água corrente para remover completamente o sal.

Em uma panela pequena, adicione o vinagre de arroz, o saquê e o açúcar. Leve ao fogo médio, mexendo até o açúcar se dissolver completamente. Adicione o gengibre escorrido ao líquido e cozinhe por cerca de 10 minutos, até que fique levemente translúcido e o líquido comece a caramelizar levemente. Retire do fogo, transfira para um pote de vidro esterilizado e leve à geladeira. Aguarde esfriar antes de servir.


[1] Mandolin – é um utensílio de cozinha compacto, com lâminas ajustáveis, que serve para cortar e ralar alimentos, principalmente vegetais e frutas. alguns modelos só fatiam, outros podem fazer diferentes cortes e espessuras. A maioria dos mandolins vem com um acessório para segurar o alimento.

Toques Finais e Sugestões:


Dicas de consumo:

  • Sirva o Gari como acompanhamento de sushi, sashimi, pratos quentes orientais ou até em saladas leves para um toque exótico.
  • Pode ser servido puro como um pequeno aperitivo entre pratos, para “reiniciar” o paladar.

Curiosidades:

A coloração rosa tradicional do Gari costuma vir de variedades jovens de gengibre que ganham esse tom naturalmente ao serem conservadas. Fora do Japão, às vezes é adicionado corante alimentar para alcançar o mesmo efeito.



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O Sunomono é uma tradicional conserva agridoce de pepino muito apreciada na culinária japonesa. Seu nome vem da junção das palavras “su” (vinagre) e “mono” (coisa), o que pode ser interpretado como “coisa avinagrada”. Leve, refrescante e aromático, o Sunomono é servido geralmente como entrada ou acompanhamento de pratos como sushi, sashimi, tempurás e grelhados orientais.

Embora o preparo clássico utilize pepino japonês, vinagre de arroz, açúcar e uma pitada de sal, a receita pode ser enriquecida com ingredientes como kani kama, polvo, camarão, fatias de peixe cru, cenoura, rabanete ou algas como wakame. A versatilidade dessa conserva faz dela uma opção interessante para compor desde bento boxes[1] até entradas sofisticadas.

Sunomono – Conserva de Pepino

Categoria:  aromáticos, couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, lanches, petiscos

Especificação: Cozinha Internacional (Japão), conserva aromática, picles, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 440 gramas – 7 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (60 g – 4 colheres de sopa cheias): 20 kcal

Sunomono. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 600 gramas de pepino japonês
  • 2 colheres (sopa) de sal
  • 3 colheres (sopa) de vinagre de arroz
  • 3 colheres (sopa) de açúcar
  • Gergelim branco e/ou preto à gosto (opcional)

Modo de Preparo:

Lave bem os pepinos e fatie em rodelas finíssimas, preferencialmente com o auxílio de um cortador de legumes ou mandolin. Misture o sal às fatias e transfira para uma peneira. Deixe descansar por 10 minutos, permitindo que o pepino desidrate. Após esse tempo, lave as fatias em água corrente para retirar o excesso de sal. Esprema bem com as mãos para eliminar o líquido. Reserve.

Em uma panela pequena, aqueça o vinagre de arroz com o açúcar apenas até dissolver completamente. Não deixe ferver para evitar amargor. Espere a mistura esfriar e despeje sobre os pepinos. Misture bem e leve à geladeira. Na hora de servir, finalize com gergelim torrado a gosto.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de consumo:

  • Sirva como entrada fria ou como guarnição para pratos japoneses, peixes grelhados ou carnes suínas.
  • Experimente adicionar kani kama desfiado ou tiras de alga wakame hidratada para versões mais completas.
  • Ideal para dias quentes, servindo como um “limpador de paladar” entre diferentes pratos.

Curiosidades:

O Sunomono é muito valorizado na cultura japonesa por sua leveza e efeito refrescante. Além disso, por ser rico em vinagre, tem propriedades digestivas e ajuda na conservação dos alimentos. Nas tradicionais casas japonesas, ele é frequentemente preparado em grandes quantidades e armazenado por vários dias.



Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

O Estrogonofe (strogonoff) é uma receita russa que se espalhou pelo mundo e se popularizou no Brasil nos anos 1970. A origem mais conhecida é que tenha sido criada por um chef francês que trabalhava para a família russa Strogonov por volta de 1700.

O prato era composto de carne cortada passada levemente na farinha, mostarda dijon, caldo de carne e um pouco de creme azedo. O arroz e os cogumelos foram incluídos quando o prato chegou na China. Na Rússia, o strogonoff é servido acompanhado de purê de batata. Aqui no Brasil foi adaptado como acompanhamento a batata palha.

Existem diversas versões feitas com carne bovina, frango, camarões e vegetais. A receita que apresento hoje é feita somente com cogumelos. Pode ser utilizado qualquer um. Eu utilizei o cogumelo Eryngui. Sua textura mais firme é perfeita e seu sabor é incomparável.

Estrogonofe de Cogumelos

Categoria: Prato Principal

Especificação: Cogumelos, cereais, Cozinha Russa (variação vegana)

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 g de cogumelos Eryngui
  • 4 colheres (sopa) de azeite
  • 4 dentes de alho picadinhos
  • 1 cebola picada, em brunoise
  • 50 ml de vinho branco seco
  • 1 colher (chá) de colorau
  • 1 colher (chá) de páprica doce
  • 2 tomates sem sementes, em brunoise
  • 1 xícara de água
  • 1 colher (café) de sal
  • 1 colher (chá) de tomilho
  • 1 colher (sopa) de mostarda
  • 3 colheres (sopa) de massa de tomate
  • 1 xícara de leite de aveia
  • Salsinha a gosto (opcional)

Modo de Preparo:

Limpe os cogumelos com um pano úmido e corte-os em quadrados. Leve uma frigideira ao fogo. Adicione 2 colheres de azeite, metade do alho e ½ cebola. Refogue até dourar. Acrescente os cogumelos e o vinho branco. Deixe evaporar o álcool. Reserve.

Leve ao fogo 2 colheres de azeite, o colorau, a páprica e o restante do alho e da cebola. Refogue até dourar. Acrescente o tomate, a água, o sal e o tomilho. Tampe e deixe cozinhar por 5 minutos. Após o tempo, destampe e deixe reduzir um pouco. Quando tiver um molho de tomate consistente, triture com um mixer ou liquidificador para dar cremosidade.

Volte ao fogo, acrescente a mostarda, a massa de tomate e o leite de aveia. Deixe engrossar um pouco. Adicione os cogumelos e ajuste o sal. Finalize salpicando salsinha. Acompanhe com Arroz Pilaf.

Dicas:

Leite de Aveia: A proporção é de 3×1. Três medidas de água para uma medida de aveia em flocos. O leite de aveia quando aquecido, engrossa. Desta forma, para preparar o leite de aveia utilize água gelada para evitar o engrossamento devido ao calor gerado pela liquefação. Após bater os ingredientes no liquidificador, coe no voal. O leite pode ser guardado em geladeira por até 3 dias. O resíduo pode ser usado em outras preparações, como bolos e biscoitos.

Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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Hoje vamos fazer uma receita fácil e saudável para o café da manhã ou lanche.

Panqueca de Banana com Aveia e Canela

Categoria: Café da Manhã e Lanches, Sobremesa

Especificação: Panqueca,

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: uma porção

Dificuldade: Fácil

Imagem de Amanda Arnason por Pixabay

Ingredientes:

  • 1 ovo
  • 1 banana amassada
  • 1 colher de sopa de aveia
  • 1 pitada de canela

Modo de Preparo:

Misture os ingredientes. Em uma frigideira coloque um fio de azeite, disponha a massa, sem ficar muito grossa. Frite de um lado e vire do outro. Se quiser pode adicionar mel por cima.

Dicas:

Assista o vídeo de como fazer uma “Panqueca de Banana com Aveia e Canela”.


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É um prato fácil de fazer, rápido e muito saboroso. Ele é característico das regiões Norte e Nordeste do Brasil e na Amazônia é servido como acompanhamento do Camarão Marajoara. A Moqueca de Banana é também um ótimo prato principal para os cardápios vegetarianos e veganos..

Moqueca de Banana da Terra

Categoria: Acompanhamento, Prato principal

Especificação: Legumes e frutas, Cozinha Brasileira (Norte e Nordeste)

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Moqueca de Banana da Terra. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 3 dentes de alho picados
  • 1 cebola cortada em meia lua
  • 1/6 pimentão vermelho cortado em rodelas
  • 1/6 pimentão amarelo cortado em rodelas
  • 1/6 pimentão verde cortado em rodelas
  • 2 tomates sem sementes, picados em cubinho
  • 3 a 4 ramos de coentro picadinho
  • 200 ml leite de coco
  • 2 colheres de azeite de dendê
  • 3 bananas da terra cortadas em diagonal
  • 1 pitada de curry
  • Sal a gosto
  • Salsinha a gosto

Modo de Preparo:

Esquente a panela de pedra. Em seguida, doure o alho e a cebola. Adicione os pimentões, os tomates, o coentro, o leite de coco, o azeite de dendê, o curry e o sal. Refogue por um minutinho para apurar o sabor. Adicione as bananas, misture com cuidado e tampe. Deixe cozinhar por 10 minutos ou até que as bananas estejam cozidas. Se precisar adicione um pouquinho de água para que a moqueca não fique muito seca. Finalize com a salsinha.

Imagem Adriana Tenchini.

Dicas:

  1. Utilize uma panela de pedra ou de barro.
  2. Pode-se usar somente pimentão verde. Neste caso, a quantidade é 1/2.
  3. Para saber se as bananas estão cozidas é só cortar com uma colher ou garfo. Se cortar com facilidade é porque estão boas. Não deixe cozinhar muito, pois elas derretem. 4.
  4. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada



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Tagliatelle é uma massa longa de corte reto difundida em toda a Itália. Sua origem é no norte do país na região da Emília Romagna. A versatilidade dessa massa a torna saborosa com todos os tipos de molhos. São deliciosas com condimentos à base de frutos do mar e moluscos, manteiga, molhos brancos à base de queijos e creme de leite. Nesta receita, apresento uma versão de molho que não contêm lactose. A manteiga e o creme de leite utilizados foram produzidos com leite vegetal.

Utilizei a manteiga que eu produzo: Manteiga de amêndoas Life Veg. O creme de leite usei o creme de Amêndoas, porém, existem outras opções de creme de leite vegetal no mercado.

Tagliatelle com Camarão ao Molho Branco sem Lactose

Categoria: Acompanhamento / Guarnição,Prato Principal,

Especificação: Massas, Frutos do Mar, Tagliatelle, Sem Lactose

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 5 a 6 porções

Dificuldade: Médio

Ingredientes:

  • 500 g de tagliatelle
  • 2 colheres (sopa) de manteiga vegetal
  • 2 colheres (sopa) de farinha de trigo
  • 1/2 copo de água
  • 3 dentes de alho
  • 1/2 alho poró, em brunoise
  • 1 cebola, em brunoise
  • 1 cenoura, em brunoise
  • 1 kg de camarão pequeno (para molho)
  • 1/2 copo de conhaque ou rum
  • 200 g de creme de leite vegetal
  • Sal, à gosto
  • Pimenta do reino, à gosto
  • 6 ramos de salsinha

Modo de Preparo:

Cozinhe a massa em água com sal. O tagliatelli deve ser servido ao dente. Em seguida, prepare o Roux[1]. Coloque em uma panela a manteiga vegetal e a farinha de trigo, mexa por uns minutos e adicione a água. Para não empelotar, mexa com o auxílio de um fuê. Reserve.

Em outra panela adicione o alho, o alho poró, a cebola e a cenoura, deixe murchar. Junte os camarões e doure. Flambe com o conhaque ou rum. Adicione o creme de leite vegetal. Tempere com sal. Misture o molho com o tagliatelle. Finalize com salsinha. Sirva quente.


[1] Roux (palavra francesa que se pronuncia ru) é utilizado para engrossar molhos, sopas ou guisados. Consiste em cozinhar farinha de trigo em manteiga derretida até formar um creme espesso e homogêneo.

Dicas:

Para flambar: Vire ligeiramente a panela próxima à boca do fogão até que o fogo salte para dentro da panela. Em seguida, volte a panela para a posição normal e vá mexendo com cuidado para não se queimar. O fogo evapora o álcool. Abaixo segue fotos do processo.

Imagens de Adriana Tenchini


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