É um acompanhamento simples e muito fácil de fazer. Além, é claro, de ser super saborosa. Essa farofa combina com qualquer prato, pode ser no almoço, jantar ou até mesmo na ceia de Natal e Réveillon. Experimentem!

Farofa de Banana da Terra

Categoria: Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Farofa, Cozinha Brasileira, Vegana, vegetariana

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 1 cebola, cortada em meia lua
  • 2 bananas da terra maduras, cortada em rodelas na metade (meia lua)
  • 1 xícara (chá) de farinha de mandioca
  • Sal, q.b.[1]
  • Salsinha, q.b.

[1] Q.b. – quanto bastar.

Modo de Preparo:

Em uma panela coloque o azeite e doure a cebola. Adicione as bananas e refogue um pouco. Coloque a farinha de mandioca e o sal. Em fogo baixo, e mexendo de vez em quando, deixe a farinha ficar levemente dourada para ficar crocante. Retire do fogo e finalize com a salsinha.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Mandioquinha ou Batata Baroa ou ainda, Cenoura Amarela. Não importa o nome, o que importa é o sabor! E este purê… Humm! Delicioso e muito simples de ser feito. O preparo é sem lactose e para garantir a cremosidade utilizamos o leite de coco.

Purê de Mandioquinha sem Lactose

Categoria: Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Purê, Sem Lactose, vegana, vegetariana

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 3 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 500 gramas de mandioquinha (batata baroa)
  • ½ xícara de leite vegetal de coco
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino branca, a gosto
  • Noz moscada, a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela coloque as mandioquinhas descascadas e cortadas em rodelas. Cubra com água e cozinhe até ficar bem macias. Escorra a água e reserve. Na própria panela, amasse as mandioquinhas até virar um purê. Utilize um amassador ou espremedor. Adicione o leite vegetal de coco e os temperos. Misture bem. Se a textura do purê estiver muito consistente, dilua com a água do cozimento reservada até o ponto desejado.


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FOTO IMAGEM CAPA: Imagem adriana Tenchini

O arroz pilaf é uma preparação clássica, conhecida por deixar os grãos soltos e macios. É o famoso arroz soltinho, muito comum em cozinhas comerciais e presente no dia a dia de muitas culturas. Esse método tem origem na Antiguidade, especialmente na região do Oriente Médio, com forte presença na culinária da antiga Pérsia. Os persas desenvolveram técnicas refinadas para o preparo de grãos, incorporando especiarias e caldos aromáticos, o que influenciou a gastronomia de diversos povos ao longo do tempo.

Relatos históricos indicam que o arroz pilaf foi servido a Alexandre, o Grande, durante um banquete em suas campanhas militares no Oriente. A receita encantou os soldados, que levaram a técnica de volta à Macedônia, contribuindo para sua difusão pela Grécia Antiga. Com o tempo, o preparo foi sendo adaptado por outras culturas, como árabes e hebreus, que incorporaram o arroz e suas técnicas ao cotidiano culinário.

Na Índia Antiga, o arroz já era um alimento amplamente cultivado e consumido, especialmente na região do Vale do Indo. Com o tempo, as técnicas de cocção mais elaboradas desenvolvidas na Pérsia, como o método pilaf, chegaram ao subcontinente e foram incorporadas às tradições locais. Assim surgiu o pulao, uma versão indiana do arroz pilaf, preparada com especiarias aromáticas típicas como cardamomo, anis estrelado e canela.

O arroz pilaf, portanto, representa um elo entre diferentes civilizações da Idade Antiga, ilustrando como a gastronomia serviu como ponte entre Pérsia, Grécia, Índia e outros povos, unindo culturas por meio do sabor e da técnica.

Arroz Pilaf

Categoria: Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Arroz, cereal, Cozinha Internacional (Oriente Médio), vegetariano, vegano,

Rendimento: 2 porções

Tempo de Preparo: 25 minutos

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (130 g): 205 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) óleo de soja
  • 3 dentes de alho, laminados
  • 1/2 cebola cortada em cubinhos (corte brunoise)
  • 100 gramas de Arroz branco
  • 200 ml de fundo de legumes
  • Sal, a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela, aqueça o óleo e refogue o alho e a cebola até dourarem. Adicione o arroz e mexa bem, até que os grãos fiquem ligeiramente translúcidos e bem soltos. Acrescente o fundo de legumes quente e ajuste o sal. Quando levantar fervura, tampe a panela e cozinhe em fogo médio, sem mexer, até que todo o líquido seja absorvido. Se preferir, finalize o cozimento no forno, com o recipiente tampado, por cerca de 20 minutos a 190–200 °C.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de consumo:

  • Ideal para acompanhar carnes assadas, vegetais grelhados ou pratos com molhos intensos.
  • Pode ser enriquecido com legumes, nozes, frutas secas ou especiarias, conforme a tradição de diferentes culturas.

Curiosidades:

  • O arroz pilaf é uma das formas mais antigas de cocção do arroz, com registros históricos que remontam aos tempos de Alexandre, o Grande.
  • A diferença entre o arroz pilaf e o arroz creole está no modo de preparo, e não nos ingredientes. No pilaf, o arroz é refogado com os aromáticos antes de receber o líquido; no creole, o líquido é adicionado antes dos demais ingredientes.

Cálculo prático para porções de arroz cru:

  • O arroz quase triplica de volume ao ser cozido: 100 g de arroz cru resultam em cerca de 260 a 280 g de arroz pronto.
  • Como acompanhamento: 1/4 xícara (cerca de 50 g) por pessoa.
  • Como prato principal: 1/2 xícara (cerca de 100 g) por pessoa.

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O Molho de Maracujá é muito fácil de fazer e que pode incorporar sabor nas mais diversas iguarias. Um dos pratos mais conhecidos é o Salmão ao Molho de Maracujá. Mas, sejam ousados e experimentem este molho em outras preparações e analisem a resultado.

Gastronomia é isso!! Tentativas e erros… até a atingir o sabor ideal.

Molho de Maracujá

Categoria: Acompanhamento

Especificação: Molhos Quentes

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Molho de Maracujá acompanhando o Salmão Grelhado com Gergelim. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 2 unidades de Maracujá
  • 1 xícara (chá) de suco de maracujá concentrado
  • 2 colheres (sopa) de açúcar
  • 3 ramos de salsinha, em salpicon

Modo de Preparo:

Retire a polpa do maracujá. Em uma panela coloque a polpa, o suco concentrado e o açúcar. Leve ao fogo alto até começar a ferver. Reduza o fogo e deixe o molho engrossar por uns 5 a 8 minutos. Finalize com a salsinha.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Essa receita é muito saborosa e proteica, além de ter lentilhas que “traz sorte” para o novo ano. A receita é da Paula Lumi, do site presunto vegetariano.

Rocambole Assado de Lentilha e Quinoa

Categoria: Acompanhamento / Guarnição, Prato Principal

Especificação: Vegana, Vegetariana

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Média

Ingredientes:

  • 1 xícara (de chá) de lentilha crua
  • 1 e 1/2 xícara (de chá) de água
  • 2 folhas de louro
  • 1/4 de xícara (de chá) de quinoa em grãos
  • 3 colheres (de sopa) de azeite
  • 5 dentes de alho bem picados
  • 1 xícara (de chá) de cebola bem picada
  • 2 colheres (de sopa) de suco de limão
  • 1 colher (de sopa) de orégano desidratado
  • 1/2 colher (de chá) de cominho (opcional)
  • 1/2 xícara (de chá) de aveia em flocos
  • 1/2 xícara (de chá) de farinha de trigo integral
  • Sal a gosto

Para a Montagem

  • 2 xícaras de molho de tomate conforme o seu gosto (para a montagem)
  • 1 xícara (de chá) de purê de batatas conforme o seu gosto
  • 6 unidades de vagem grandes
  • 6 palitos de cenoura
  • Papel Manteiga, papel alumínio ou plástico
  • Óleo

Modo de Preparo:

Coloque a lentilha em uma vasilha, cubra com o dobro de água e deixe de molho por 8 horas. Escorra, lave bem e coloque em uma panela, juntamente com 1 e 1/2 xícara de água e as folhas de louro e deixe cozinhar.

Enquanto isso, coloque a quinoa em uma vasilha pequena, cubra com água quente e deixe de molho por 2 minutos. Escorra lave bem e reserve.

Quando a lentilha estiver quase sem água, retire as folhas de louro, adicione a quinoa, misture e deixe cozinhar até a água do cozimento secar completamente.

Em seguida, adicione o azeite, o alho, a cebola, o suco de limão, o cominho, o orégano e tempere com sal a gosto. Misture bem e deixe cozinhar por cerca de 3 minutos, mexendo sempre para não queimar.

Desligue e acrescente a farinha de trigo integral, a aveia em flocos, misture bem e deixe esfriar completamente, para não atrapalhar a montagem (vai levar cerca de uma hora e meia).

Enquanto isso, prepare o molho de tomate e o purê conforme o seu gosto. Também cozinhe 6 unidades de vagem e 6 palitos grandes de cenoura em água fervente por 5 minutos. Escorra e reserve.

Pré aqueça o forno a 240ºC e coloque uma folha de papel manteiga com cerca de 40cm sobre uma superfície limpa. Distribua a mistura de lentilha e quinoa até formar um retângulo com cerca de 30cmx20cm e aperte bem, ajeitando as laterais.

Dê 2cm de distância da borda e distribua uma camada de purê. Disponha a vagem e a cenoura sobre ele e em seguida enrole o rocambole. Procure deixar o rocambole bem firme, e para isso aperte bem. Unte uma assadeira antiaderente com uma colher de sopa de óleo, disponha o rocambole sobre ela, ajeite as laterais e pincele óleo sobre toda a superfície dele.

Leve para assar por 30 minutos a 240ºC e em seguida retire do forno. Cubra o rocambole com metade do molho e deixe a outra parte para a hora que for servir. Devolva ao forno por mais 10 minutos e está pronto! Regue com azeite para servir.

Dicas:

Você pode fazer a massa de lentilha e quinoa no dia anterior da sua ceia e deixar em uma vasilha fechada, na geladeira, para montar no dia seguinte. Caso a sua massa ficar um pouco ressecada regue com um fiozinho de azeite.


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Receitas

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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de Paula Lumi

A receita de hoje foi desenvolvida pela gastronomia molecular, uma das tendências gastronômicas contemporâneas. Mas, a receita também se encaixa em outra tendência contemporânea, o veganismo. Quer saber mais sobre o assunto? Leia o post “O Mercado Gastronômico”.

Caviar de Maracujá ou de Morango

Categoria: Sobremesa

Especificação: Gelatina vegana, Sobremesa Gelad, Sobremesa contemporânea

Rendimento: 50 gramas de caviar

Tempo de Preparo: 30 minutos

Dificuldade: Fácil

Imagem de Lounis Aissaoui por Pixabay.

Ingredientes:

  • 1 g de Ágar-ágar
  • 100 ml de Suco de Maracujá ou morango ou qualquer outro líquido à base de água, bem adoçado
  • 200 ml de Azeite de oliva ou óleo de girassol gelado

Modo de Preparo:

Para cada 100 ml de líquido, adicionar 1g de ágar-ágar. A quantidade varia de acordo com a textura desejada: quanto maior, mais sólido ficará.

Levar a mistura ao fogo médio e deixar ferver. Misture para dissolver bem. Para o ágar ativar, precisa de temperatura. Utilizar ainda quente (acima de 45ºC), e ao esfriar começa a solidificar.

Para fazer as gotas, utilize uma bisnaga. Goteje sobre o azeite ou óleo gelado. Recomendo que esteja num recipiente cilíndrico para facilitar o resfriamento da gota.

Peneirar e passar em banho de água para retirar o excesso de óleo/azeite. Manter gelado até a hora de usar. Sirva sobre um manjar branco preparado com amido de milho, leite de coco e açúcar na medida.


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Este patê é feito com ervilhas, que são super saborosas. É perfeito para servir com pães, torradas, biscoitinhos ou legumes, podendo ser servido como entradas, acompanhamentos, nos lanches ou como petiscos nas reuniões com os amigos.

Patê de Ervilha

Categoria: Entrada fria, Acompanhamento, Lanches, Petisco

Especificação: Patê

Rendimento: 2 porções

Tempo de Preparo: 20 minutos

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 2 xícaras (chá) de ervilhas
  • 4 colheres (sopa) de azeite
  • Sal a gosto
  • Azeitonas a gosto (opcional)
  • Ervas a gosto (manjericão, cebolinha e orégano)

Modo de Preparo:

  1. Cozinhe as ervilhas, reserve.
  2. Bata todos os ingredientes no liquidificador.  

Dicas:

  1. Sirva com torradas, biscoitos, pão sírio ou palitos de legumes.
  2. Se usar a ervilha em conserva, deve escorrer bem o líquido da embalagem.

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Precisa preparar algo rápido? Não sabe o que fazer? Que tal um patê usando ingredientes que tem em sua geladeira! O patê de cenoura é super fácil, muito saboroso e pode servir como entrada, acompanhamento ou lanche. Prove!

Patê de Cenoura

Categoria: Entrada fria, Acompanhamento, Lanches, Petisco

Especificação: Patê

Rendimento: 2 porções

Tempo de Preparo: 20 minutos

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 2 cenouras inteiras
  • 1 cebola picadinha (brunoise)
  • 4 colheres (sopa) de azeite
  • Sal a gosto
  • Ervas a gosto

Modo de Preparo:

  1. Refogue a cebola, reserve.
  2. Cozinhe a cenoura até ficar bem macia.
  3. Bata todos os ingredientes no liquidificador.

Dicas:

Sirva com torradas, biscoitos, pão sírio ou palitos de legume.


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A origem do Homus (ou húmus, do árabe hummus) remonta à região do Oriente Médio, com raízes milenares na história culinária na região. É uma pasta feita principalmente de grão de bico cozido e triturado, tahine (pasta de sementes de gergelim), azeite, suco de limão, sal e alho. A origem exata é controversa e disputada entre vários países do Oriente Médio, especialmente Líbano, Israel, Palestina, Síria, Turquia e Egito.

Embora não haja um registro histórico único que comprove quem o criou, sabe-se que o grão-de-bico e a tahine já eram consumidos há milhares de anos na região. O grão-de-bico era cultivado na Mesopotâmia desde cerca de 7.000 a.C. e a tahine aparece em registros do Egito antigo, usado tanto como alimento quanto como remédio. O primeiro registro escrito de uma receita similar ao húmus moderno é do século XIII, em livros de culinária do Cairo islâmico medieval.

Hoje, o homus é mais do que comida – ele é um símbolo cultural e até político. Diversos países reivindicam sua autoria como parte de seu patrimônio culinário nacional. Esse debate ficou tão forte que é chamado por alguns de “Guerra do Homus”, especialmente entre Israel e o Líbano. Nos últimos 30 anos, o húmus se espalhou pelo mundo, ganhando popularidade em países da Europa e Américas como uma opção saudável, rica em proteínas e fibras, além de ser naturalmente vegano e sem glúten.

O Homus pode ser usado de diversas formas, como couvert, entrada ou acompanhamento de ave e peixes, e fica delicioso sobre fatias de berinjelas assadas.

Homus – Patê de Grão de Bico

Categoria: Couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, lanches, petisco

Especificação: Patê, Cozinha Internacional (Árabe), vegana, vegetariana, vegetais, sem glúten, sem lactose

Rendimento: 900 gramas (12 porções)

Tempo de Pré preparo: 12 horas

Tempo de Preparo: 1 hora

Dificuldade: Média

Calorias por porção (4 colheres de sopa – 75 g): 164 kcal

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 2 xícaras (chá) de grão de bico
  • 3 dentes de alho amassado
  • 3 colheres (sopa) de tahine
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • Suco de ¼ de limão
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • Páprica defumada a gosto
  • Cúrcuma a gosto
  • Ervas a gosto (salsinha, cebolinha e manjericão)

Modo de Preparo:

Deixar o grão de bico de molho de preferência da noite para o dia. Colocar para cozinhar em panela de pressão. Deixar amornar e retirar as cascas do grão de bico. Utilizar uma peneira com tela de metal para retirar as cascas, porém, os grãos devem estar bem cozidos.

Bater o grão de bico com os dentes de alho no liquidificador até virar uma pasta. Se necessário, acrescentar um pouco de água filtrada para facilitar, mas a pasta não pode ficar líquida. Tem que ficar bem densa. O ideal é bater o grão de bico de pouco a pouco, desliga o liquidificador e em seguida coloca mais um pouco de grãos para evitar o uso de água. Depois de bem batido, acrescentar a tahine, o azeite, o limão, o sal e os temperos.

1. Como aperitivo ou entrada: Sirva com pão sírio, pão naan, torradas, pão integral ou palitinhos de legumes (cenoura, pepino, aipo, pimentão). É leve, nutritivo e perfeito para beliscar.

2. No café da manhã ou lanche: Em países do Oriente Médio, é comum consumir homus pela manhã com azeite, azeitonas e pão quente. Uma ótima opção proteica e vegana.

3. Como molho ou base para sanduíches: Substitua a maionese ou patês industrializados por uma camada de homus em wraps, pães ou sanduíches. Dá cremosidade e um toque exótico.

4. Acompanhamento de pratos quentes: Combine com carnes grelhadas, kaftas, falafel, vegetais assados ou arroz temperado. O contraste da textura é muito agradável.

5. Versões criativas do clássico: Experimente versões com:

  • Beterraba (rosa intenso e doce)
  • Abacate (mais cremoso)
  • Pimentão assado (toque defumado)
  • Ervas frescas (como coentro ou hortelã)
  • Tahine extra e alho assado

6. Finalizações que elevam o sabor

  • Regue com azeite de oliva extra virgem
  • Polvilhe com zaatar, cominho, páprica, sumac ou sementes de gergelim
  • Finalize com grão-de-bico inteiro cozido, nozes tostadas ou salsinha fresca

O homus é tradicional e amplamente consumido no Oriente Médio e na região do Mediterrâneo Oriental, mas também ganhou popularidade global. Veja os principais países:

1. Líbano: Considerado parte fundamental da cozinha libanesa. É presença garantida no ‘mezze’ (mesa de petiscos).

2. Israel: Prato nacional e cultural. Há até “guerras do homus” entre restaurantes disputando o melhor da região.

3. Palestina: Muito presente nas refeições diárias, geralmente servido com pão fresco e azeite.

4. Síria e Jordânia: Também faz parte do ‘mezze’ e de refeições tradicionais. Frequentemente acompanhado de falafel ou carne.

5. Turquia: Consumido especialmente no sul do país. Por vezes com pimentas ou nozes misturadas.

6. Egito: Embora o ‘ful medames’ (favas) seja mais comum, o homus também está presente como alternativa.

7. Grécia e Chipre: Popular na mesa mediterrânea, embora o ‘tzatziki’ e ‘melitzanosalata’ também disputem espaço.

8. Estados Unidos e Europa Ocidental: Nos últimos anos, o homus virou item básico em supermercados e lanches saudáveis. Muito consumido por vegetarianos, veganos e entusiastas da comida natural.

9. Brasil: O homus vem ganhando espaço no Brasil, especialmente nos últimos anos com o aumento do interesse por alimentação saudável, vegana/vegetariana e influências da culinária do Oriente Médio. No entanto, ainda não é um alimento amplamente tradicional no país inteiro, sendo mais popular em centros urbanos, regiões com influência árabe ou com forte presença de tendências gastronômicas internacionais.


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Com seu sabor marcante e textura cremosa, o babaganoush é uma das joias da culinária do Oriente Médio. Feita à base de berinjela assada, essa pasta aromática combina o toque defumado do vegetal com a suavidade do tahine, o frescor do limão e o perfume do alho e do azeite.

A origem do babaganoush é disputada entre diversos países da região, como Líbano, Síria, Palestina, Israel e Egito, onde a berinjela era amplamente cultivada desde os tempos antigos. A palavra “babaganoush” vem do árabe e pode ser traduzida como “o pai mimado”, uma referência ao sabor irresistível e delicado que o prato transmite. Tradicionalmente servido como entrada ou acompanhamento em uma mesa de mezze – uma seleção de aperitivos que reúne família e amigos – o babaganoush carrega consigo séculos de tradição e hospitalidade.

Seja com pão sírio, vegetais crus ou até mesmo como recheio de sanduíches, o babaganoush conquista paladares ao redor do mundo, graças à sua simplicidade e profundidade de sabor. Nesta receita, você aprenderá a preparar o verdadeiro babaganoush, com dicas para realçar sua textura, aroma e autenticidade. Ideal para quem busca um prato saudável, vegano e cheio de personalidade.

Babaganoush

Categoria: Couvert, Entrada, Acompanhamento / Guarnição, Lanche, petisco

Especificação: Patê, Cozinha Árabe

Rendimento: 450 gramas (6 porções)

Tempo de Preparo: 30 minutos

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (4 colheres de sopa – 75 g): 118 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 berinjelas
  • 3 dentes de alho amassados
  • Suco de 1 limão
  • 2 colheres (sopa) de tahine (pasta de gergelim)
  • ¼ xícara (chá) de azeite
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • Páprica defumada a gosto
  • Ervas a gosto (Salsinha, cebolinha, manjericão)

Modo de Preparo:

As berinjelas devem ser defumadas, para isso, lave e seque-as. Em seguida, coloque-as direto na chama do fogão. À medida que a casca for queimando, vá virando a berinjela para que ela queime por igual. Este processo leva de 10 a 15 minutos. O ponto certo é quando a casca estiver já bem carbonizada e começar a escorrer um caldinho da berinjela. Quando escorrer este líquido, a berinjela já está bem cozida por dentro.

Quando estiver morna, corte as berinjelas ao meio, no sentido do comprimento e retire toda a polpa com uma colher. Descarte a casca e coloque a polpa em uma peneira por alguns minutos para escorrer o excesso de líquido. Em um liquidificador ou processador adicione o alho, o suco de limão, a tahine e a polpa da berinjela. Bata até formar uma pasta. Acrescente o azeite e os temperos.

Toques Finais e Sugestões:

O babaganoush transita muito bem entre várias categorias – é saboroso, saudável, e se adapta a diversos estilos de refeição, do casual ao sofisticado.

1. Como couvert: Perfeito para abrir o apetite em restaurantes ou jantares. Servido com pão sírio (pita ou pão árabe), grissinis ou legumes crus.

2. Como entrada:

  • Pode ser parte de uma tábua de pastas do Oriente Médio, junto com homus, coalhada seca e pães.
  • Vai bem com saladas leves e folhas frescas.

3. Como acompanhamento:

  • Combina com grelhados, especialmente carnes brancas ou cordeiro.
  • Pode ser servido ao lado de arroz com lentilhas (mujaddara), tabule ou quibe.

 4. vegano/vegetariano: por ser à base de vegetais, é muito valorizado em cardápios vegetais e saudáveis.

Dicas de Consumo

  • Sirva com pão sírio ou pão naan bem fresquinho.
  • Fica excelente como recheio de sanduíches ou wraps, especialmente com legumes grelhados.
  • Experimente finalizar com sementes de romã, hortelã fresca picada ou um fio de azeite com zaatar.
  • Use como base para montar uma bowl mediterrânea, com grão-de-bico, tabule e legumes.
  • Sirva gelado ou em temperatura ambiente, nunca quente.

Curiosidades:

  • Pode ser confundido com mutabbal, outra pasta de berinjela que leva tahine, alho e limão – embora os dois nomes sejam usados de forma intercambiável em alguns países.
  • A palavra “babaganoush” vem do árabe “bābā ghanūj”, que pode ser traduzido como “pai mimado” ou “pai encantador” – há quem diga que a pasta era uma receita criada em homenagem a um homem carismático!
  • É popular em países como Líbano, Síria, Israel, Palestina, Jordânia e Egito, com variações regionais. Em algumas versões, leva tahine (pasta de gergelim), enquanto em outras não.
  • O segredo do sabor autêntico está na berinjela assada diretamente na chama ou na brasa, o que confere um leve toque defumado irresistível.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Guacamole é um prato simples e saboroso da gastronomia mexicana conhecido em todo o mundo. Atualmente ganhou o formato de petisco, mas no México ele é servido também como acompanhamento de outros pratos. O Guacamole tem sua origem com os nativos, os astecas, que serviam essa salada com abacate para aumentar a força dos seus guerreiros e eles também acreditavam ser afrodisíaco.

Assista ao vídeo: Vídeo – Guacamole.

Guacamole

Categoria: Entrada, Acompanhamento / Guarnição, Petisco

Especificação: Molho frio, molho cru, Cozinha Internacional (México), vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 500 gramas – 5 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (100 g – aproximadamente 1/2 xícara de chá): 145 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 abacate ou 3 avocados
  • Suco de um limão
  • 1 tomate médio, sem sementes, cortados em cubinhos
  • 1 cebola roxa, cortada em cubinhos
  • 1 pimenta dedo de moça, sem sementes, cortada em cubinhos
  • Azeite a gosto
  • Coentro a gosto, picado
  • Sal a gosto

Modo de Preparo:

Corte a cebola em cubinhos e reserve. Retire as sementes do tomate, corte em cubinhos e reserve. Retire as sementes da pimenta dedo-de-moça e corte em cubinhos. A retirada da semente diminui a picância, mas para aqueles que gostam de ardência não precisa retirar.

Abra o abacate, retire a polpa, coloque em uma bowl juntamente com o seu caroço e metade do suco de limão. Ambos são para evitar a oxidação da fruta. Deixe o caroço até o momento de servir. Amasse o abacate com um garfo e misture todos os ingredientes. Regue com um pouco de azeite e o sal. Prove e, se for necessário, adicione o restante do limão.

O ideal é deixá-lo na geladeira por uns 15 minutos, mas se desejar servir de imediato, não há problema. Se for levar à geladeira, deixe a semente do abacate dentro do guacamole e vede bem a travessa com plástico filme. Na hora de servir, retire a semente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: Quando servido como petisco, lanche ou couvert, o guacamole deve ser porcionado em 100 g por pessoa, quantidade compatível com o consumo real e com o papel central da preparação nesse tipo de serviço. Em contextos em que o guacamole atua apenas como molho ou acompanhamento de pratos quentes, a porção pode ser reduzida para 50 g por pessoa, funcionando como complemento do prato. Esses ajustes seguem as orientações no post A Composição do Almoço e do Jantar, respeitando a lógica de composição do menu e o equilíbrio nutricional da refeição.

2. Dicas de consumo:

O guacamole pode assumir diferentes funções no serviço, dependendo da quantidade e do contexto do menu.

  • Quando servido como petisco ou lanche, a porção de 100 g por pessoa é a mais adequada, acompanhada de tortilhas de milho, nachos, tacos crocantes ou pães rústicos. Nessa apresentação, o guacamole atua como elemento central da experiência, valorizando textura, frescor e sabor.
  • Como acompanhamento de pratos quentes, pode ser servido em porções menores, trazendo cremosidade e frescor a carnes grelhadas, peixes, frango, preparações com especiarias ou pratos à base de milho e feijão. Também funciona muito bem como complemento de sanduíches, wraps e bowls contemporâneos.
  • Em propostas mais criativas, o guacamole pode integrar tábuas de petiscos ou mesas temáticas mexicanas, harmonizando com salsas picantes, milho tostado, feijão preto temperado e vegetais grelhados, criando contraste de sabores e temperaturas.

3. Curiosidades:

  • Apesar de sua popularização mundial como dip, no México o guacamole continua sendo tratado como salsa fresca, servido de forma simples e preparados próximo ao momento do consumo, valorizando ingredientes frescos e evitando oxidação. Cada região e família possui sua própria versão, variando o tipo de pimenta, as ervas e o grau de acidez.
  • O guacamole tem origem pré-colombiana e já era preparado pelos astecas, que utilizavam o abacate amassado com outros ingredientes locais muito antes da chegada dos europeus às Américas. O preparo fazia parte da alimentação cotidiana e de rituais culturais, sendo associado à força e à vitalidade.
  • O nome guacamole deriva do termo náuatle “ahuacamolli”, junção de ahuacatl (abacate) e molli (molho), evidenciando sua função original como acompanhamento e não apenas como petisco.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem dayvison de oliveira silva por Pexels

As bolinhas de inhame com quinoa são uma alternativa leve e funcional aos salgadinhos tradicionais. Essa combinação une dois ingredientes valorizados em diferentes culturas: o inhame, presente em preparações brasileiras, africanas e asiáticas, e a quinoa, um grão ancestral cultivado há mais de 5 mil anos nos Andes. Além de saborosas e fáceis de preparar, essas bolinhas são naturalmente sem glúten, fonte de proteína vegetal e ricas em fibras. Podem ser servidas como entrada, lanche ou petisco, e são perfeitas para quem busca opções vegetarianas, veganas ou livres de ingredientes de origem animal. Podem ser fritas ou preparadas na airfryer, mantendo sabor e textura.

Bolinha de Inhame com Quinoa

Categoria: couvert, entradas, lanches, petiscos

Especificação: petisco, salgadinho, vegetais, cereais, vegetariana, vegana, proteína vegetal, sem glúten, sem lactose

Rendimento: 40 unidades com 30 gramas cada

Tempo de Preparo: 40 minutos

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (uma unidade – 30g): 55 kcal

Bolinha de Inhame com Quinoa. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 g de quinoa branca
  • 600 g de inhame
  • 250 g de cenoura ralada crua
  • 2 colheres (sopa) de manjericão picado
  • 2 colheres (sopa) de cebolinha picada
  • 2 colheres (sopa) de salsinha picada
  • Azeite ao gosto
  • Sal ao gosto
  • Páprica defumada ao gosto
  • Pimenta do reino branca ao gosto
  • Cominho ao gosto
  • Farinha de mandioca para empanar
  • Óleo, o suficiente para fritar

Modo de Preparo:

Preparar a quinoa:

Deixe a quinoa de molho por 10 minutos. Em uma panela, ferva a água na proporção de 2 partes de água para 1 de quinoa (ex.: 1 xícara de quinoa para 2 xícaras de água). Escorra a quinoa demolhada e lave em água corrente.

Coloque a quinoa na água fervente e cozinhe em fogo alto, com a panela destampada, por 5 minutos. Reduza para fogo médio, tampe parcialmente e cozinhe por mais 10 minutos ou até a água evaporar. Desligue o fogo, tampe a panela e deixe repousar por 5 minutos. Solte os grãos com uma colher.

Preparar o inhame:

Cozinhe o inhame até ficar macio. Amasse com um garfo e reserve.

Formar as bolinhas:

Em uma tigela grande, misture a quinoa cozida, o inhame amassado, a cenoura ralada, o manjericão, a cebolinha, a salsinha, azeite, sal, páprica, pimenta e cominho.

Pegue porções de 30 g da mistura e modele bolinhas. Empane-as na farinha de mandioca.

Finalização:

Frite rapidamente em óleo quente até dourar, ou utilize uma fritadeira elétrica pulverizando azeite para dourar uniformemente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dica de consumo: Sirva quente como aperitivo, com molho de ervas, chutney ou geleia de pimenta. Também pode ser usada como parte de um bowl ou acompanhando saladas.

2. Curiosidade: A quinoa é considerada um pseudo-cereal e foi sagrada para os povos andinos. O inhame, além de nutritivo, possui propriedades que favorecem a saúde intestinal e a imunidade.

3. Sugestão vegana: A receita já é totalmente vegana.


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