Com seu sabor marcante e textura cremosa, o babaganoush é uma das joias da culinária do Oriente Médio. Feita à base de berinjela assada, essa pasta aromática combina o toque defumado do vegetal com a suavidade do tahine, o frescor do limão e o perfume do alho e do azeite.

A origem do babaganoush é disputada entre diversos países da região, como Líbano, Síria, Palestina, Israel e Egito, onde a berinjela era amplamente cultivada desde os tempos antigos. A palavra “babaganoush” vem do árabe e pode ser traduzida como “o pai mimado”, uma referência ao sabor irresistível e delicado que o prato transmite. Tradicionalmente servido como entrada ou acompanhamento em uma mesa de mezze – uma seleção de aperitivos que reúne família e amigos – o babaganoush carrega consigo séculos de tradição e hospitalidade.

Seja com pão sírio, vegetais crus ou até mesmo como recheio de sanduíches, o babaganoush conquista paladares ao redor do mundo, graças à sua simplicidade e profundidade de sabor. Nesta receita, você aprenderá a preparar o verdadeiro babaganoush, com dicas para realçar sua textura, aroma e autenticidade. Ideal para quem busca um prato saudável, vegano e cheio de personalidade.

Babaganoush

Categoria: Couvert, Entrada, Acompanhamento / Guarnição, Lanche, petisco

Especificação: Patê, Cozinha Árabe

Rendimento: 450 gramas – 15 porções

Tempo de Preparo: 30 minutos

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g): 60 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 berinjelas
  • 3 dentes de alho amassados
  • Suco de 1 limão
  • 2 colheres (sopa) de tahine (pasta de gergelim)
  • ¼ xícara (chá) de azeite
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • Páprica defumada a gosto
  • Ervas a gosto (Salsinha, cebolinha, manjericão)

Modo de Preparo:

As berinjelas devem ser defumadas, para isso, lave e seque-as. Em seguida, coloque-as direto na chama do fogão. À medida que a casca for queimando, vá virando a berinjela para que ela queime por igual. Este processo leva de 10 a 15 minutos. O ponto certo é quando a casca estiver já bem carbonizada e começar a escorrer um caldinho da berinjela. Quando escorrer este líquido, a berinjela já está bem cozida por dentro.

Quando estiver morna, corte as berinjelas ao meio, no sentido do comprimento e retire toda a polpa com uma colher. Descarte a casca e coloque a polpa em uma peneira por alguns minutos para escorrer o excesso de líquido. Em um liquidificador ou processador adicione o alho, o suco de limão, a tahine e a polpa da berinjela. Bata até formar uma pasta. Acrescente o azeite e os temperos.

Toques Finais e Sugestões:

Observação sobre porcionamento e uso: O babaganoush, por se tratar de uma pasta vegetal concentrada, à base de berinjela defumada, tahine e azeite, enquadra-se como complemento do prato ou acompanhamento pontual, e não como guarnição principal. Sua função no prato é agregar cremosidade, sabor defumado e contraste, atuando como elemento de apoio, base ou finalização.

A porção de 30 g é adequada quando servido como couvert, entrada, petisco ou acompanhamento, mantendo equilíbrio nutricional e coerência com a composição global da refeição. Em refeições principais, o babaganoush deve ser utilizado em pequenas quantidades, compondo o prato junto a proteínas, cereais e outros vegetais.

Para mais detalhes sobre a composição equilibrada das refeições e o ajuste de porções conforme o serviço, consulte os posts A Composição do Almoço e do Jantar, A Composição do Café da Manhã e dos Lanches e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

O babaganoush transita muito bem entre várias categorias, é saboroso, saudável, e se adapta a diversos estilos de refeição, do casual ao sofisticado.

1. Como couvert: Perfeito para abrir o apetite em restaurantes ou jantares. Servido com pão sírio (pita ou pão árabe), grissinis ou legumes crus.

2. Como entrada:

  • Pode ser parte de uma tábua de pastas do Oriente Médio, junto com homus, coalhada seca e pães.
  • Vai bem com saladas leves e folhas frescas.

3. Como acompanhamento:

  • Combina com grelhados, especialmente carnes brancas ou cordeiro.
  • Pode ser servido ao lado de arroz com lentilhas (mujaddara), tabule ou quibe.

 4. vegano/vegetariano: por ser à base de vegetais, é muito valorizado em cardápios vegetais e saudáveis.

Dicas de Consumo

  • Sirva com pão sírio ou pão naan bem fresquinho.
  • Fica excelente como recheio de sanduíches ou wraps, especialmente com legumes grelhados.
  • Experimente finalizar com sementes de romã, hortelã fresca picada ou um fio de azeite com zaatar.
  • Use como base para montar uma bowl mediterrânea, com grão-de-bico, tabule e legumes.
  • Sirva gelado ou em temperatura ambiente, nunca quente.

Curiosidades:

  • Pode ser confundido com mutabbal, outra pasta de berinjela que leva tahine, alho e limão – embora os dois nomes sejam usados de forma intercambiável em alguns países.
  • A palavra “babaganoush” vem do árabe “bābā ghanūj”, que pode ser traduzido como “pai mimado” ou “pai encantador” – há quem diga que a pasta era uma receita criada em homenagem a um homem carismático!
  • É popular em países como Líbano, Síria, Israel, Palestina, Jordânia e Egito, com variações regionais. Em algumas versões, leva tahine (pasta de gergelim), enquanto em outras não.
  • O segredo do sabor autêntico está na berinjela assada diretamente na chama ou na brasa, o que confere um leve toque defumado irresistível.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Guacamole é um prato simples e saboroso da gastronomia mexicana conhecido em todo o mundo. Atualmente ganhou o formato de petisco, mas no México ele é servido também como acompanhamento de outros pratos. O Guacamole tem sua origem com os nativos, os astecas, que serviam essa salada com abacate para aumentar a força dos seus guerreiros e eles também acreditavam ser afrodisíaco.

Assista ao vídeo: Vídeo – Guacamole.

Guacamole

Categoria: Entrada, Acompanhamento / Guarnição, Petisco

Especificação: Molho frio, molho cru, Cozinha Internacional (México), vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 500 gramas – 5 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (100 g): 145 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 abacate ou 3 avocados
  • Suco de um limão
  • 1 tomate médio, sem sementes, cortados em cubinhos
  • 1 cebola roxa, cortada em cubinhos
  • 1 pimenta dedo de moça, sem sementes, cortada em cubinhos
  • Azeite a gosto
  • Coentro a gosto, picado
  • Sal a gosto

Modo de Preparo:

Corte a cebola em cubinhos e reserve. Retire as sementes do tomate, corte em cubinhos e reserve. Retire as sementes da pimenta dedo-de-moça e corte em cubinhos. A retirada da semente diminui a picância, mas para aqueles que gostam de ardência não precisa retirar.

Abra o abacate, retire a polpa, coloque em uma bowl juntamente com o seu caroço e metade do suco de limão. Ambos são para evitar a oxidação da fruta. Deixe o caroço até o momento de servir. Amasse o abacate com um garfo e misture todos os ingredientes. Regue com um pouco de azeite e o sal. Prove e, se for necessário, adicione o restante do limão.

O ideal é deixá-lo na geladeira por uns 15 minutos, mas se desejar servir de imediato, não há problema. Se for levar à geladeira, deixe a semente do abacate dentro do guacamole e vede bem a travessa com plástico filme. Na hora de servir, retire a semente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: Quando servido como petisco, lanche ou couvert, o guacamole deve ser porcionado em 100 g por pessoa, quantidade compatível com o consumo real e com o papel central da preparação nesse tipo de serviço. Em contextos em que o guacamole atua apenas como molho ou acompanhamento de pratos quentes, a porção pode ser reduzida para 50 g por pessoa, funcionando como complemento do prato. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts: A Composição do Café da Manhã e dos Lanches, A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

2. Dicas de consumo:

O guacamole pode assumir diferentes funções no serviço, dependendo da quantidade e do contexto do menu.

  • Quando servido como petisco ou lanche, a porção de 100 g por pessoa é a mais adequada, acompanhada de tortilhas de milho, nachos, tacos crocantes ou pães rústicos. Nessa apresentação, o guacamole atua como elemento central da experiência, valorizando textura, frescor e sabor.
  • Como acompanhamento de pratos quentes, pode ser servido em porções menores, trazendo cremosidade e frescor a carnes grelhadas, peixes, frango, preparações com especiarias ou pratos à base de milho e feijão. Também funciona muito bem como complemento de sanduíches, wraps e bowls contemporâneos.
  • Em propostas mais criativas, o guacamole pode integrar tábuas de petiscos ou mesas temáticas mexicanas, harmonizando com salsas picantes, milho tostado, feijão preto temperado e vegetais grelhados, criando contraste de sabores e temperaturas.

3. Curiosidades:

  • Apesar de sua popularização mundial como dip, no México o guacamole continua sendo tratado como salsa fresca, servido de forma simples e preparados próximo ao momento do consumo, valorizando ingredientes frescos e evitando oxidação. Cada região e família possui sua própria versão, variando o tipo de pimenta, as ervas e o grau de acidez.
  • O guacamole tem origem pré-colombiana e já era preparado pelos astecas, que utilizavam o abacate amassado com outros ingredientes locais muito antes da chegada dos europeus às Américas. O preparo fazia parte da alimentação cotidiana e de rituais culturais, sendo associado à força e à vitalidade.
  • O nome guacamole deriva do termo náuatle “ahuacamolli”, junção de ahuacatl (abacate) e molli (molho), evidenciando sua função original como acompanhamento e não apenas como petisco.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem dayvison de oliveira silva por Pexels

As bolinhas de inhame com quinoa são uma alternativa leve e funcional aos salgadinhos tradicionais. Essa combinação une dois ingredientes valorizados em diferentes culturas: o inhame, presente em preparações brasileiras, africanas e asiáticas, e a quinoa, um grão ancestral cultivado há mais de 5 mil anos nos Andes. Além de saborosas e fáceis de preparar, essas bolinhas são naturalmente sem glúten, fonte de proteína vegetal e ricas em fibras. Podem ser servidas como entrada, lanche ou petisco, e são perfeitas para quem busca opções vegetarianas, veganas ou livres de ingredientes de origem animal. Podem ser fritas ou preparadas na airfryer, mantendo sabor e textura.

Bolinha de Inhame com Quinoa

Categoria: couvert, entradas, lanches, petiscos

Especificação: petisco, salgadinho, vegetais, cereais, vegetariana, vegana, proteína vegetal, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 40 unidades com 30 gramas cada

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (3 unidades – 90 g): 114 kcal

Bolinha de Inhame com Quinoa. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 g de quinoa branca
  • 600 g de inhame
  • 250 g de cenoura ralada crua
  • 2 colheres (sopa) de manjericão picado
  • 2 colheres (sopa) de cebolinha picada
  • 2 colheres (sopa) de salsinha picada
  • Azeite ao gosto
  • Sal ao gosto
  • Páprica defumada ao gosto
  • Pimenta do reino branca ao gosto
  • Cominho ao gosto
  • Farinha de mandioca para empanar
  • Óleo, o suficiente para fritar

Modo de Preparo:

Preparar a quinoa:

Deixe a quinoa de molho por 10 minutos. Em uma panela, ferva a água na proporção de 2 partes de água para 1 de quinoa (ex.: 1 xícara de quinoa para 2 xícaras de água). Escorra a quinoa demolhada e lave em água corrente.

Coloque a quinoa na água fervente e cozinhe em fogo alto, com a panela destampada, por 5 minutos. Reduza para fogo médio, tampe parcialmente e cozinhe por mais 10 minutos ou até a água evaporar. Desligue o fogo, tampe a panela e deixe repousar por 5 minutos. Solte os grãos com uma colher.

Preparar o inhame:

Cozinhe o inhame até ficar macio. Amasse com um garfo e reserve.

Formar as bolinhas:

Em uma tigela grande, misture a quinoa cozida, o inhame amassado, a cenoura ralada, o manjericão, a cebolinha, a salsinha, azeite, sal, páprica, pimenta e cominho.

Pegue porções de 30 g da mistura e modele bolinhas. Empane-as na farinha de mandioca.

Finalização:

Frite rapidamente em óleo quente até dourar, ou utilize uma fritadeira elétrica pulverizando azeite para dourar uniformemente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dica de consumo: Sirva quente como aperitivo, com molho de ervas, chutney ou geleia de pimenta. Também pode ser usada como parte de um bowl ou acompanhando saladas.

2. Curiosidade: A quinoa é considerada um pseudo-cereal e foi sagrada para os povos andinos. O inhame, além de nutritivo, possui propriedades que favorecem a saúde intestinal e a imunidade.

3. Sugestão vegana: A receita já é totalmente vegana.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

O método “à Provençal” refere-se a gastronomia da região de Provence, França. A região é grande produtora de azeite e possui uma enorme variedade de ervas aromáticas. Sua culinária é baseada nos produtos típicos da estação e utilizam o azeite no lugar da manteiga.

É uma cozinha repleta de sabores, texturas e cores. O sabor único de suas receitas vem da mistura de algumas carnes, peixes e legumes frescos da estação com as ervas aromáticas. As ervas mais usadas são o tomilho, manjericão, sálvia, lavanda, estragão, louro e alecrim.

Esta salada traz um pouquinho de Provence com as misturas das cores, os sabores variados das folhas com o adocicado do tomatinho cereja e a diferença de textura com a adição dos croutons. Para completar essa delícia, um molho com azeite e tomilho.

Salada à Provençal com Crouton

Categoria: Entrada, Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Salada Clássica, Salada verde, Cozinha Internacional (França)

Rendimento: 4 porções

Tempo de Preparo: 30 minutos

Dificuldade: Fácil

Salada à Pronvençal com Croutons. Imagem de Bernadette Wurzinger por Pixabay

Ingredientes:

Croutons:

  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 6 fatias de pão de forma, sem casca, cortado em cubinhos

Molho:

  • ½ xícara (chá) de azeite de oliva (100 ml)
  • ½ colher (sopa) de tomilho fresco picado
  • Pimenta do reino, a gosto
  • Sal, a gosto

Salada:

  • ¼ maço de alface americano
  • ¼ maço de rúcula
  • ¼ maço de agrião
  • ¼ maço de alface roxa
  • 30 tomates cereja cortados ao meio
  • 1 cebola roxa cortada em julienne
  • Azeitona preta sem caroço, a gosto
  • Manjericão, a gosto
  • Cebolinha picada, a gosto
  • Salsinha picada, a gosto

Modo de Preparo:

Prepare os Croutons:

Em uma frigideira coloque o azeite e leve ao fogo para aquecer. Junte os cubinhos de pão de forma e grelhe, mexendo às vezes até dourar todos os lados. Reserve.

Croutons. Imagem de Tomasz Mikołajczyk por Pixabay

Prepare o Molho:

Em um potinho misture o azeite, o tomilho, a pimenta do reino e o sal. Reserve.

Monte a Salada:

Rasgue as folhas com a mão e disponha em uma travessa. Acrescente os tomates cereja, a cebola, a azeitona preta e misture. Regue com o molho reservado. Salpique cebolinha e salsinha. Por cima coloque os croutons e sirva em seguida.

Dicas:

Saltear é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar os alimentos rapidamente em fogo alto com um pouco de gordura e em movimentos constantes.

Disponha os croutons somente no momento de levar a mesa para que eles mantenham sua textura.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de Bernadette Wurzinger por Pixabay

A receita de hoje é muito fácil de fazer e com custo baixo. Este brigadeiro é feito com batata doce. É uma ótima opção para aqueles que não consomem alimentos de origem animal ou ainda para os que são intolerantes à Lactose.

Brigadeiro Sem Lactose.

Categoria: Lanches, Doces e Sobremesas

Especificação: Sem lactose, Vegana

Tempo de Preparo: 1 hora e 30 minutos

Rendimento: 75 unidades  

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 950 g de batata doce
  • 4 colheres (sopa) de cacau em pó
  • 2 colheres (sopa) de óleo de coco
  • 150 g de açúcar cristal
  • chocolate granulado, o suficiente

Modo de Preparo:

Cozinhe a batata doce (com casca) até ficar macia. Descasque e amasse bem. Em uma panela, misture todos os ingredientes e leve ao fogo médio até que a mistura desgrude da panela. Depois coloque em uma vasilha, leve à geladeira por uns 20 minutos para esfriar. Faça as bolinhas e passe no granulado.

Dicas:

Se tiver dificuldades para enrolar, utilize uma colher de chá para auxiliar. Com a colher retire a quantidade necessária e coloque na vasilha com o granulado. Mexa a vasilha em movimentos circulares para o granulado grudar no docinho e ajuste o boleado com a mão.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Prato saudável, saboroso e sem derivados de animais. Faça em casa, é muito fácil e uma ótima pedida para uma ocasião especial. Pode ser servido como uma entrada quente, acompanhamento ou ainda como prato principal.

Abóbora Recheada com Cogumelos

Categoria: Entrada quente, Acompanhamento / Guarnição, Prato Principal

Especificação: Legumes, Vegetariana, Vegana

Rendimento: 4 porções

Tempo de Preparo: 1 hora e 20 minutos

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1 abóbora cabotia de tamanho médio
  • 1 xícara de água para o cozimento

Recheio:

  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 3 dentes de alho picadinho
  • ½ cebola picada
  • ½ xícara (chá) de alho poró fatiado
  • 1 bandeja de cogumelos (shitake cortados em fatias de um dedo de largura ou shimeji picado)
  • 250 ml de polpa de tomate
  • 2 colheres (sopa) de farinha de aveia
  • 1 garrafinha de leite de coco
  • Cheiro verde picado, q.b. [1]
  • Sal, q.b.
  • Pimenta do reino, q.b.

[1] Q.b. – quanto bastar.

Modo de Preparo:

Corte a parte superior da abóbora de modo que forme uma tampa. Tire todas as sementes, coloque um pouco de água dentro, tampe, embrulhe no papel alumínio e leve ao forno por aproximadamente 40 minutos ou até ficar macia (verifique espetando com um garfo).

Enquanto a abóbora assa, prepare o recheio. Em uma panela, em fogo médio, coloque o azeite, adicione o alho, refogando até dar uma leve douradinha. Junte a cebola e refogue novamente. Adicione o alho poró, refogando até que ele murche. Acrescente os cogumelos, salgue e tempere com a pimenta do reino. Refogue-os por cinco minutos. Reserve.

Em uma panela separada misture a polpa de tomate e a farinha de aveia diluída no leite de coco e vá mexendo até encorpar. Tire do fogo, junte os cogumelos refogados e o cheiro verde. Retire a abóbora do forno e o papel alumínio que está sobre ela. Despeje o recheio dentro dela, tampe e deixa assar por mais 15 minutos.


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Uma boa salada para os climas quentes. As folhas acompanhadas com a manga e o tomate cereja traz frescor e tropicalidade a este prato que pode servir como entrada ou acompanhamento.

Salada Tropical de Folhas com Manga

Categoria: EntradaS, Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Salada de legumes e frutas

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Salada Tropical de Folhas com Manga.   Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • ½ maço de rúcula
  • ½ maço de alface americana
  • ½ bandeja de tomates cereja
  • 1 manga Haden ou Tommy
  • Salsinha a gosto
  • Cebolinha a gosto

Modo de Preparo:

Rasgue as folhas com a mão e forre um pirex. Por cima, coloque as mangas cortadas em tiras e os tomates cereja cortados pela metade. Em seguida, salpique salsinha e cebolinha.

Dicas:

Pode incluir outras folhas como por exemplo, alface roxo ou agrião.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Patês Veganos

Preparações culinárias cremosas à base de legumes. É uma ótima opção para aqueles que não consomem alimentos de origem animal. Saudáveis e saborosos.

Babaganoush – Patê de Berinjela

Ingredientes:

  • 2 berinjelas
  • 3 dentes de alho amassados
  • Suco de 1 limão
  • 2 colheres (sopa) de tahine (pasta de gergelim)
  • ¼ xícara (chá) de azeite
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • Páprica defumada a gosto
  • Ervas a gosto (Salsinha, cebolinha, manjericão)
Babaganoush. Imagem de Laura por Pixabay

Modo de Preparo:

As berinjelas devem ser defumadas, para isso, lave e seque-as. Em seguida, coloque-as direto na chama do fogão. À medida que a casca for queimando, vá virando a berinjela para que ela queime por igual. Este processo leva de 10 a 15 minutos. O ponto certo é quando a casca estiver já bem carbonizada e começar a escorrer um caldinho da berinjela. Quando escorrer este líquido, a berinjela já está bem cozida por dentro.

Quando estiver morna, corte as berinjelas ao meio, no sentido do comprimento e retire toda a polpa com uma colher. Descarte a casca e coloque a polpa em uma peneira por alguns minutos para escorrer o excesso de líquido. Em um liquidificador ou processador adicione o alho, o suco de limão, a tahine e a polpa da berinjela. Bata até formar uma pasta. Acrescente o azeite e os temperos.

Obs.: Pode guardar em um vidro na geladeira por até duas semanas.


Homus – Patê de Grão de Bico

Ingredientes:

  • 2 xícaras (chá) de grão de bico
  • 3 dentes de alho amassado
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • Suco de ¼ de limão
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • Páprica defumada a gosto
  • Cúrcuma a gosto
  • Ervas a gosto (salsinha, cebolinha e manjericão)

Modo de Preparo:

Homus. Imagem de -Rita-und mit por Pixabay

Deixar o grão de bico de molho de preferência da noite para o dia. Colocar para cozinhar em panela de pressão. Deixar amornar e retirar as cascas do grão de bico. Utilizar uma peneira com tela de metal para retirar as cascas, porém, os grãos devem estar bem cozidos.

Bater o grão de bico com os dentes de alho no liquidificador até virar uma pasta. Se necessário, acrescentar um pouco de água filtrada para facilitar, mas a pasta não pode ficar líquida. Tem que ficar bem densa. O ideal é bater o grão de bico de pouco a pouco, desliga o liquidificador e em seguida coloca mais um pouco de grãos para evitar o uso de água. Depois de bem batido, acrescentar a tahine, o azeite, o limão, o sal e os temperos.


Patê de Cenoura

Ingredientes:

  • 2 cenouras inteiras
  • 1 cebola picadinha (brunoise)
  • 4 colheres (sopa) de azeite
  • Sal a gosto
  • Ervas a gosto

Modo de Preparo:

  1. Refogue a cebola, reserve.
  2. Cozinhe a cenoura até ficar bem macia.
  3. Bata todos os ingredientes no liquidificador.
Patê de Cenoura

Patê de Ervilha

Ingredientes:

  • 2 xícaras (chá) de ervilhas
  • 4 colheres (sopa) de azeite
  • Sal a gosto
  • Azeitonas a gosto (opcional)
  • Ervas a gosto (manjericão, cebolinha e orégano)

Modo de Preparo:

  1. Cozinhe as ervilhas, reserve.
  2. Bata todos os ingredientes no liquidificador.

Patê de Ervilha

Dicas:

Sirva com pão sírio, biscoito, torrada ou palitos de legumes.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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Receitas

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CAPA: Imagem de Rita-und mit por Pixabay

O Ratatouille é um prato emblemático da culinária francesa, originário da região da Provença, especialmente da cidade de Nice. Tradicionalmente associado à cozinha camponesa, surgiu como uma forma simples e inteligente de aproveitar legumes frescos disponíveis, preparados lentamente até atingirem textura macia e sabor profundamente aromático.

Apesar de muitas vezes ser relacionado à chamada gastronomia moderna, sua essência é rústica e ancestral, baseada na valorização dos ingredientes e no respeito ao tempo de preparo. Ao longo dos anos, o prato ganhou releituras mais refinadas, como a versão em camadas finas e organizadas, popularizada mundialmente após o filme de animação da Disney Pixar, Ratatouille (2007).

Versátil, o Ratatouille pode ser servido quente ou frio, como entrada, acompanhamento ou até mesmo como prato principal em refeições leves. Rico em vegetais, é naturalmente vegano, nutritivo e cheio de sabor.

Ratatouille. Herança dos camponeses franceses.

Categoria: Entrada, Acompanhamento / Guarnição, Prato Principal

Especificação: Legumes, Cozinha Internacional (França),

Tempo de Preparo:  60 minutos

Rendimento: 1600 gramas – 16 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (100 g): 64 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 cebolas
  • 3 tomates
  • 2 abobrinhas
  • 2 berinjelas
  • 1 pimentão verde
  • 1 pimentão amarelo
  • 2 dentes de alho amassados
  • 200 g (aproximadamente 1 xícara) de passata de tomate
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • Manjericão fresco ou seco, a gosto
  • Tomilho fresco, a gosto.
  • 3 a 4 colheres (sopa) de azeite

Modo de Preparo:

Pré-aqueça o forno a 180 °C.

Espalhe a passata de tomate no fundo de um refratário médio, formando uma camada uniforme. Corte todos os vegetais em rodelas finas e regulares, mantendo espessura semelhante para um cozimento uniforme. Tempere levemente os vegetais com sal.

Disponha os legumes em pé, lado a lado, sobre a passata, intercalando cores e tipos de forma organizada e harmoniosa. Finalize com o alho amassado distribuído sobre os vegetais, tempere com pimenta do reino, manjericão e galhos de tomilho. Regue com o azeite de forma uniforme. Cubra com papel alumínio e leve ao forno por cerca de 30 minutos. Retire o papel e asse por mais 15 a 20 minutos, até os legumes ficarem macios e levemente dourados.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: esta receita rende cerca de 100 g por pessoa, sendo classificada como acompanhamento/guarnição, conforme orientação do post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de Consumo:

  • O Ratatouille é uma guarnição extremamente versátil. Combina bem com carnes grelhadas, aves assadas, peixes ou preparações à base de grãos. Também pode ser servido com pães rústicos ou sobre polenta cremosa. Quando servido frio, funciona muito bem como antepasto.
  • Para intensificar o sabor, finalize com folhas frescas de manjericão e um fio adicional de azeite extravirgem.

3. Curiosidade: a versão em camadas organizadas, como nesta receita, é uma releitura moderna. A forma tradicional francesa é mais rústica, com os legumes cortados em cubos e cozidos como um ensopado.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini