A Massa Fresca com Gemas ou Pasta Gialla, é uma das bases mais tradicionais da cozinha italiana. Sua característica marcante é a riqueza em gemas, que confere uma cor intensa, sabor mais pronunciado e textura elástica à massa. Essa preparação é considerada nobre e historicamente associada às cozinhas regionais da Emilia-Romagna e de outras áreas do centro norte da Itália, onde a produção de massas frescas faz parte da identidade cultural. É a receita clássica utilizada em pratos refinados, como tortellini recheados, tagliatelle servidos com ragu à bolonhesa e lasanhas caseiras.

Massa fresca com gemas – Pasta gialla

Categoria: Preparação de base

Especificação: Massa fresca, Cozinha Internacional (Itália), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 300 gramas de massa crua – 2 porções

Dificuldade: Médio

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de farinha de trigo
  • 8 a 10 gemas

Modo de Preparo:

Preparação da massa

Coloque a farinha sobre a bancada e abra uma cavidade no centro. Adicione as gemas e, com um garfo, vá puxando a farinha para dentro, misturando suavemente. Quando estiver incorporado, sove a massa com as mãos por cerca de 5 minutos, até obter uma textura homogênea.

Se necessário, adicione um pouco de água ou mais farinha. Forme uma bola, embrulhe em plástico filme e deixe descansar na geladeira entre 30 minutos e 2 horas.

Esticando a massa

Com rolo: abra a massa do centro para as extremidades, mantendo movimentos suaves até atingir a espessura desejada.

Com máquina de macarrão: passe a massa duas ou três vezes no nível 0, dobrando-a ao meio entre cada passagem. Em seguida, reduza a espessura gradualmente até alcançar o ponto desejado.

Espessura recomendada

  • Massas recheadas e lasanha: ligeiramente mais espessas.
  • Demais tipos de macarrão: finas, entre 1 e 2 mm.

Corte manual

1. Lasanha e canelone: retângulos de 12 × 25 cm.

2. Massas recheadas (ravioli, capeletti): corte tiras de 12 cm de largura, disponha o recheio, dobre a massa, pressione as laterais e corte no formato desejado.

3. Massas longas (tagliolini, talharim, strangozzi, fettuccine, tagliatelle, pappardelle): enrole ou dobre a massa no comprimento e corte tiras na largura indicada:

  • Tagliolini: 1 a 2 mm
  • Talharim/taglierini: 3 a 4 mm
  • Strangozzi: 5 mm
  • Fettuccine: 6 mm
  • Tagliatelle: 7 mm
  • Pappardelle: 13 a 20 mm

Abra bem as tiras cortadas e, após uma leve secagem, enrole em formato de ninhos.

Corte com máquina de macarrão

  • Lasanha e canelone: corte apenas no comprimento (25 cm).
  • Massas recheadas: estique a massa, coloque o recheio, dobre e corte no formato desejado.
  • Massas longas: utilize os acessórios específicos da máquina (fettuccine, espaguete, linguine etc.) para cortar as tiras.
Preparando massa recheada, capeletti de carne.
Preparando massa recheada, canelone de espinafre com ricota.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre o rendimento: Esta receita produz aproximadamente 300 g de massa fresca crua. Após o cozimento, a massa absorve água e rende cerca de 500 g de massa cozida, suficiente para 2 porções de prato principal. O rendimento considera apenas a massa, sem a adição de molhos, recheios ou outros acompanhamentos. As orientações para a composição das porções finais e o equilíbrio do prato podem ser consultadas no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas práticas

  • Use ovos em temperatura ambiente e farinha peneirada.
  • Não coloque sal na massa, apenas na água do cozimento.
  • Se a massa estiver muito seca, umedeça as mãos em água ao sovar.
  • O descanso da massa relaxa o glúten, facilitando a abertura.
  • Sovar significa dobrar e empurrar a massa com a palma da mão repetidamente até ela ficar lisa.

3. Sugestão de consumo: Esta massa é a base clássica da cozinha italiana e pode ser usada em pratos como lasanha, ravioli, fettuccine e pappardelle. O sabor neutro realça molhos intensos, como o ragu à bolonhesa, ou preparos mais delicados, como manteiga e sálvia.

4. Curiosidade: A pasta gialla (“massa amarela”) recebe esse nome pela grande quantidade de gemas, que conferem cor intensa, elasticidade e sabor marcante. Tradicionalmente, é usada em receitas mais nobres da culinária italiana..


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

A massa fresca com ovos é uma das preparações mais tradicionais da culinária italiana. Serve como base para diversos formatos de massas, tanto simples quanto recheadas, e acompanha inúmeros tipos de molhos. Sua versatilidade a torna indispensável em cozinhas profissionais e caseiras, sendo a base clássica de pratos como lasanha, ravioli, tagliatelle e pappardelle.

Massa fresca com ovos – Pasta all’uovo

Categoria: Preparação de base

Especificação: Massa fresca, Cozinha Internacional (Itália), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 300 gramas de massa crua – 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 200 gramas de farinha de trigo
  • 2 ovos grandes

Modo de Preparo:

Preparação da massa

Coloque a farinha sobre a bancada e abra uma cavidade no centro. Acrescente os ovos na cavidade e misture com um garfo, puxando a farinha aos poucos para o centro. Quando os ovos estiverem incorporados, sove a massa com as mãos por cerca de 5 minutos, até obter uma textura homogênea. Se necessário, ajuste a textura com um pouco de água ou farinha.

Forme uma bola, embrulhe em plástico filme e deixe descansar na geladeira entre 30 minutos e 2 horas. Após o descanso, divida a massa ao meio e trabalhe com uma metade de cada vez, mantendo a outra coberta com filme plástico.

Esticando a massa

Com rolo: abra a massa do centro para as extremidades, mantendo movimentos suaves até atingir a espessura desejada.

Com máquina de macarrão: passe a massa duas ou três vezes no nível 0, dobrando-a ao meio entre cada passagem. Em seguida, reduza a espessura gradualmente até alcançar o ponto desejado.

Espessura recomendada

  • Massas recheadas e lasanha: ligeiramente mais espessas.
  • Demais tipos de macarrão: finas, entre 1 e 2 mm.

Corte manual

1. Lasanha e canelone: retângulos de 12 × 25 cm.

2. Massas recheadas (ravioli, capeletti): corte tiras de 12 cm de largura, disponha o recheio, dobre a massa, pressione as laterais e corte no formato desejado.

3. Massas longas (tagliolini, talharim, strangozzi, fettuccine, tagliatelle, pappardelle): enrole ou dobre a massa no comprimento e corte tiras na largura indicada:

  • Tagliolini: 1 a 2 mm
  • Talharim/taglierini: 3 a 4 mm
  • Strangozzi: 5 mm
  • Fettuccine: 6 mm
  • Tagliatelle: 7 mm
  • Pappardelle: 13 a 20 mm

Abra bem as tiras cortadas e, após uma leve secagem, enrole em formato de ninhos.

Corte com máquina de macarrão

  • Lasanha e canelone: corte apenas no comprimento (25 cm).
  • Massas recheadas: estique a massa, coloque o recheio, dobre e corte no formato desejado.
  • Massas longas: utilize os acessórios específicos da máquina (fettuccine, espaguete, linguine etc.) para cortar as tiras.
Preparando massa recheada, ravioli de ricota. Imagem Adriana Tenchini.
Ninho de Fettuccine. Imagem Adriana Tenchini

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre o rendimento: Esta receita produz aproximadamente 300 g de massa fresca crua. Após o cozimento, a massa absorve água e rende cerca de 500 g de massa cozida, suficiente para 2 porções de prato principal. O rendimento considera apenas a massa, sem a adição de molhos, recheios ou outros acompanhamentos. As orientações para a composição das porções finais e o equilíbrio do prato podem ser consultadas no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas práticas

  • Utilize ovos em temperatura ambiente e farinha peneirada.
  • Não adicione sal à massa. Ele deve ser colocado na água do cozimento, já fervente.
  • Se a massa estiver seca, molhar as mãos em água costuma ser suficiente.
  • O descanso é essencial para relaxar o glúten e facilitar a abertura.
  • Sovar é fundamental para a textura elástica e homogênea.

3. Curiosidade: Na Itália, cada região possui seu formato de massa favorito. O tagliatelle, por exemplo, é típico da Emília-Romanha, enquanto o pappardelle é mais comum na Toscana..


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

Receita vegana, isenta de produtos de origem animal. Uma opção saborosa de lanche para as pessoas que não consomem derivados do leite. O preparo é muito simples. O pão de Beijo é uma versão vegana do pão de queijo. Na maioria das receitas que circulam na internet, este salgado é feito com mandioquinha ou batata inglesa. Porém, encontrei essa receita no Instagram @receitas_veganas_simples_ e resolvi testar. Hum! Ficou muito bom.

Pão de Beijo de Beterraba

Categoria: Café da manhã e Lanches, petisco,

Especificação: Bolinho salgado, salgadinho, sem glúten, sem Lactose, Vegana, Vegetariana.

Rendimento: 20 porções

Tempo de Preparo: uma hora

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 300 gramas de beterraba
  • 1 e ½ xícara (chá) de polvilho doce
  • ½ xícara (chá) de polvilho azedo
  • 1 colher (chá) de fermento
  • ¼ xícara (chá) da água do cozimento da beterraba
  • 1 colher (chá) de sal
  • 5 colheres (sopa) de azeite
  • Ervas finas, orégano (opcional), ao gosto

Modo de Preparo:

Lave bem a beterraba e cozinhe com a casca até ficar bem macia. Depois de cozida retire a beterraba e bata em um processador até virar um purê. Reserve a água do cozimento. Pré-aqueça o forno na temperatura alta (210° C).

Em uma vasilha misture o polvilho doce, o azedo e o fermento. Adicione os temperos opcionais. Leve ao fogo uma panela com a água do cozimento, o sal e o azeite. Quando ferver jogue sobre a vasilha os polvilhos. Misture com as mãos até ficar com a consistência de farofa.

Adicione o purê de beterraba aos poucos o até obter uma massa uniforme, que não grude nas mãos. Unte um tabuleiro ou use um antiaderente. Faça as bolinhas e leve ao forno por cerca de 30 minutos ou até os pãezinhos ficarem rachados e completamente assados.

Dicas:

  1. Pode ser feito com mandioquinha, batata inglesa ou batata doce. Se utilizar a batata doce, aumente a dosagem de sal. Pode incluir outros temperos a seu gosto.
  2. As bolinhas podem ser congeladas, basta colocar em uma forma com um espaço entre elas e levar ao freezer. Quando estiverem duras, remova com cuidado e guarde em saquinhos fechados. Para assar é só retirar do freezer e levar direto ao forno pré-aquecido.
  3. Pode ser adicionado diversas ervas desidratadas, como orégano, alecrim, salsinha etc.
  4. Se notar que a massa está grudando na mão, adicione um pouco mais de polvilho doce.



Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de Adriana Tenchini

O ceviche é um dos pratos mais emblemáticos da culinária peruana e um verdadeiro símbolo da gastronomia latino-americana. Sua base consiste em peixe cru fresco, marinado em suco cítrico, tradicionalmente de limão, e temperado com cebola, pimentas e ervas frescas. Embora pareça uma receita moderna, o ceviche tem raízes que remontam a milhares de anos, refletindo a rica história e diversidade cultural do Peru.

Estudos arqueológicos indicam que povos costeiros pré-incaicos, como os Mochica e Chimú, já consumiam peixe cru temperado com frutas ácidas e especiarias locais há mais de 2.000 anos. Durante o Império Inca (séculos XIII a XVI), o consumo de peixe fresco cru continuou sendo comum nas regiões litorâneas, embora a marinada com limão, ingrediente introduzido pelos espanhóis, só tenha surgido com a colonização. Esse encontro entre tradições ancestrais e novos ingredientes europeus resultaram em um prato que rapidamente se tornou parte da identidade cultural do país.

O ceviche combina simplicidade e sofisticação: enquanto sua preparação exige poucos ingredientes, cada detalhe, o frescor do peixe, o equilíbrio ácido do limão, o toque picante da pimenta e o aroma do coentro, faz toda a diferença. No Peru, ele é servido em pequenas porções como entrada ou em pratos maiores como refeição leve, geralmente acompanhado de milho cozido (choclo) e batata-doce, respeitando tradições que atravessam séculos.

Em 2004, o ceviche foi reconhecido oficialmente como Patrimônio Cultural da Nação Peruana, consolidando seu valor não apenas gastronômico, mas também histórico e social. Hoje, ele é apreciado internacionalmente, adaptado a diferentes estilos culinários, mas sempre preservando sua essência: frescor, sabor e história.

Ceviche

Categoria: Aromáticos, Entradas, prato principal, petisco

Especificação: Cozinha Internacional (Peru), Peixes e Frutos do Mar, Marinada a frio

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 1200 gramas – 10 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (120 g): 94 kcal

Ceviche. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 kg de peixe branco (tilápia, robalo, linguado ou corvina), cortado em cubos
  • 10 limões Taiti, suco
  • 2 cebolas roxas médias, cortada em tiras finas
  • 2 pimentas dedo de moça sem sementes, picadinha
  • 2 ramos de coentro, picadinho
  • Sal, ao gosto

Modo de Preparo:

Preparar o peixe: Corte o peixe em cubos uniformes de aproximadamente 2 a 3 cm. Mantenha refrigerado até o momento do preparo para preservar o frescor.

Preparar os aromáticos: Corte a cebola roxa em tiras finas. Se desejar suavizar sua intensidade, lave rapidamente em água fria e escorra bem. Pique a pimenta dedo de moça sem sementes e o coentro.

Temperar a base: Em uma tigela, coloque o peixe e tempere com sal. Misture delicadamente.

Adicionar os ingredientes: Incorpore a cebola, a pimenta e o coentro ao peixe, misturando com cuidado para não desmanchar os cubos.

Marinar: Adicione o suco de limão suficiente para envolver bem todos os ingredientes. Misture delicadamente e deixe marinar sob refrigeração por 5 a 10 minutos, apenas até o peixe começar a mudar de cor, mantendo sua textura macia.

Finalização: Ajuste o sal, se necessário, e sirva imediatamente, garantindo frescor, acidez equilibrada e textura adequada.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: Quando servido como entrada, recomenda-se a porção média de 120 g por pessoa, quantidade que permite apreciar o frescor, a acidez e a textura da preparação sem comprometer o equilíbrio da refeição. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • O ceviche deve ser preparado e consumido na hora, preservando frescor e textura.
  • Pode ser preparado com qualquer peixe magro (tilápia, linguado, salmão etc.), camarões, lagosta, polvo. O camarão e a lagosta devem ser salteados previamente, e o polvo cozido.
  • Entrada: servido em porções individuais ou compartilhadas, ideal para abrir o apetite.
  • Prato principal leve: em porções maiores, acompanhado de milho, batata-doce ou salada.
  • Petisco: em mini tigelas, copinhos ou colheres de degustação, perfeito para menus degustação ou eventos.

3. Curiosidades:

  • Em 2004, o ceviche foi declarado Patrimônio Cultural da Nação Peruana.
  • O ceviche tem origem em culturas pré-incaicas, como os Mochica e Chimú, que já consumiam peixe cru temperado com frutas ácidas há mais de 2.000 anos.
  • Durante o Império Inca (séculos XIII a XVI), o consumo de peixe cru fresco era comum nas regiões costeiras.
  • O prato ganhou forma mais próxima da atual somente após a chegada dos espanhóis, no século XVI, com a introdução do limão e da cebola

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de Adriana Tenchini

Delicioso angu que aprendi com minha avó Cecília. Ela era filha de italianos, mas nasceu e cresceu em Três Pontas, no interior de Minas Gerais. Às vezes, ela servia este angu em uma travessa como acompanhamento de algum prato. Em outras ocasiões, o angu vinha coberto por um molho de carne moída e minha avó dizia que era a polenta. Não sei se ela estava certa quanto a descrição dos pratos, mas assim ficou em minha memória afetiva.

Angu à Mineira

Categoria: Acompanhamento

Especificação: Patês, Purês e Afins, Cozinha Brasileira (Mineira), Vegana, vegetariana

Rendimento: 6 porções

Tempo de Preparo: 20 minutos

Dificuldade: Fácil

Angu à Mineira. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 Colher (sopa) de azeite
  • 3 dentes de alho em brunoise
  • ½ cebola em brunoise
  • 1 colher (chá) de sal
  • 3 xícaras de água
  • 1 xícara de fubá pré-cozido

Modo de Preparo:

Dissolva o fubá em uma xícara de água e reserve. Em uma panela, doure o alho e a cebola no azeite. Adicione o sal e as duas xícaras de água restantes. Quando a água ferver, adicione o fubá dissolvido. Mexa até o angu soltar do fundo da panela. Despeje em uma travessa.

Dicas:

1. Usar 3 medidas de água para cada medida de fubá.

2. Cuidado, o angu espirra um pouco.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de Adriana Tenchini

Prato típico de Minas Gerais. A mesa mineira é sempre muito bem servida e recheada com diversos pratos tradicionais. O cardápio mineiro é marcado pela grande diversidade de sabores irresistíveis e entre eles temos o delicioso Frango com Quiabo. A origem do prato remete ao século XIX em um período no qual o estado estava com dificuldades em trazer alimentos dos grandes centros urbanos da época – Rio de Janeiro e Bahia. A iguaria se popularizou em todo o estado e é sempre servida acompanhada do tradicional Angu à Mineira.

Variação: Frango com Quiabo e Ora-pro-nóbis. O Ora-pro-nóbis é uma Panc (Planta Alimentícia Não Convencional), altamente nutritiva e muito saborosa. A hortaliça é muito popular no estado de Minas Gerais

Frango com Quiabo

Categoria: Prato Principal

Especificação: Aves, Frango, Cozinha Brasileira (Mineira)

Rendimento: 8 porções

Tempo de Preparo: 1 hora e meia

Dificuldade: Facil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 8 unidades de coxa ou sobrecoxa
  • 1 colher (café) de cominho
  • 1 colher (chá) de colorau
  • 2 limões, suco
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 colher (sobremesa) de óleo vegetal
  • 1 cebola, brunoise
  • ½ alho poró, brunoise
  • 4 dentes de alho, brunoise
  • 500 g de quiabo
  • Sal, a gosto
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Retire a pele do frango. Em um recipiente misture o cominho, o colorau, o suco dos limões e o sal. Passe a mistura no frango e deixe marinar na geladeira por aproximadamente 30 minutos.

Em uma panela, aqueça o óleo e sele bem o frango, pingando a marinada até ficar bem dourado. Acrescente a cebola, o alho poró e os dentes de alho. Refogue por alguns minutos, até a cebola ficar transparente. Cubra com água e cozinhe até o frango ficar macio.

Lave o quiabo e seque com um pano, deixando-o bem sequinho. Pique em pedaços e reserve. Quando o frango estiver cozido, acrescente o quiabo, acerte o sal e tampe a panela. Deixe cozinhar por mais 2 minutinhos e adicione a salsinha. Sirva com arroz e angu à mineira

Dicas:

1. Marinar é deixar as carnes, aves ou pescados de molho em líquido adicionado de aromáticos, por determinado tempo, com o objetivo de agregar sabor e, muitas vezes, alterar a textura. Geralmente a marinada é composta de um meio ácido (vinho, vinagre, limão etc.) e aromáticos (mirepoix, ervas e especiarias).

2. Selar é deixar dourar a carne rapidamente em uma superfície bem aquecida (panela, grelha ou forno) para “selar” (fechar, encerrar) a superfície, evitando a perda dos sucos naturais da carne e reduzindo o ressecamento.

3. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.

Variação:

Frango com Quiabo e Ora-pro-nóbis. Incluir a hortaliça quando adicionar o quiabo.

Imagem Adriana Tenchini

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de Adriana Tenchini

A lentilha já fez parte da dieta humana há milhares de anos e é uma leguminosa popularmente conhecida por trazer fartura, prosperidade e sorte. Por esta razão, as lentilhas são muito consumidas na ceia de Réveillon. Para saber mais leia o post “Simpatias – Alimentos no Réveillon”. A lentilha é muito versátil, podendo ser consumida no dia a dia em substituição ao feijão. É muito nutritiva, contém proteína, vitaminas, zinco, ferro, magnésio, potássio e fibras. Por tradição, as lentilhas são uma ótima opção de cardápio para o Réveillon e esta salada além de prática, é refrescante e saborosa.

Salada de Lentilhas da Sorte

Categoria: Entradas, Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Salada, Leguminosas, Lentilhas, vegana, vegetariana

Rendimento: 6 porções

Tempo de Preparo: 25 minutos

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1 xícara (chá) de lentilhas
  • ½ xícara (chá) de uvas sem caroço, cortadas ao meio
  • 1 cebola roxa em brunoise
  • 1 tomate em brunoise
  • 1 colher (chá) de açúcar
  • 3 colheres (sopa) de vinagre
  • Caldo de ½ limão
  • Azeite, q.b.[1]
  • Salsinha, q.b.
  • Sal, q.b.
  • Pimenta do reino moída, q.b.

[1] Q.b. – quanto bastar.

Modo de Preparo:

Em uma panela média, coloque as lentilhas, cubra com água e leve ao fogo médio. Quando ferver, abaixe o fogo e deixe cozinhar por cerca de 20 minutos. Elas devem estar cozidas, mas ainda firmes.

Enquanto isso, misture os outros ingredientes. Reserve. Quando as lentilhas estiverem cozidas, escorra a água e deixe esfriar. Em seguida, misture as lentilhas na salada reservada. Acerte o sal.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de Adriana Tenchini

Molho rápido e fácil. Serve para acompanhar carnes suínas e frango.

Molho de Pêssego

Categoria: Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Molho

Rendimento: 8 porções

Tempo de Preparo: 10 minutos

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1 xícara (chá) de pêssegos em calda
  • ½ xícara (chá) de calda de pêssegos
  • 1 limão
  • ½ pimenta dedo de moça sem sementes
  • Sal, a gosto

Modo de Preparo:

Em um liquidificador, bata todos os ingredientes. Leve ao fogo médio e deixe ferver.

Dicas:

1. Acompanhamento para carnes suínas e frango.

2. Molho para servir com a Copa Lombo Assada no Vinho Branco ou com o Lombo Cozido com Páprica e Vinho Branco.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

E não esqueça de seguir as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de Adriana Tenchini

Prato suculento e saboroso. Sirva acompanhado com Molho de Pêssego e sua farofa predileta,

Copa Lombo Assada no Vinho Branco

Categoria: Prato Principal

Especificação: Carnes, Carne Suína

Rendimento: 8 porções

Tempo de Preparo: 2 horas

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 2 kg de copa lombo
  • Páprica, q.b.[1]
  • 2 colheres (sopa) de sal
  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 1 xícara de vinho branco
  • Água, q.b.

[1] Q.b. – quanto bastar.

Modo de Preparo:

Passe páprica por toda a extensão do lombo formando uma camada protetora. Salpique o sal por cima da páprica. Em frigideira aqueça o azeite e sele a copa lombo.

Coloque-a em uma assadeira, adicione o vinho branco até a metade da altura (se necessário adicione água). Cubra com papel alumínio e leve ao forno pré-aquecido por uma hora. Se o líquido secar durante este período adicione água. Após o tempo de cozimento, retire o papel alumínio e volte ao forno até dourar.

Dicas:

– Pode servir acompanhado com Molho de Pêssego e uma farofa.

– A copa lombo pode ser substituída por outras carnes, como lombo, alcatra suína ou filé mignon suíno.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de Adriana Tenchini

Que tal uma receita diferente de arroz para abrilhantar o seu menu! Este prato é super saboroso e muito fácil de fazer.

Arroz de Espumante com Bacon e Amêndoas

Categoria: Acompanhamento / Guarnição, Prato Principal

Especificação: Arroz

Rendimento: 6 porções

Tempo de Preparo: 30 minutos

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 3 colheres (sopa) de azeite
  • 1 xícara (chá) de bacon picado
  • 4 dentes de alho em brunoise
  • 2 xícaras (chá) de arroz
  • 2 xícaras (chá) de espumante
  • 2 xícaras (chá) de água
  • Sal, q.b.[1]
  • Amêndoas laminadas, q.b.

[1] Q.b. – quanto bastar.

Modo de Preparo:

Em uma panela doure o alho e a cebola no azeite. Adicione o bacon fritando-o. Junte o arroz e refogue por um minuto. Tempere com sal.

Acrescente o espumante, deixando evaporar o álcool. Coloque a água e deixe em fogo baixo até o arroz secar. Finalize com amêndoas laminadas.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de Adriana Tenchini

Receita de fácil execução e sofisticada ao paladar. É excelente para servir como entrada em um menu de refeição, na ceia de Natal ou réveillon. Pode ser servida como acompanhamento de diversos pratos. Ou ainda, é uma ótima dica para agradar e impressionar seus amigos com um petisco diferenciado, gourmet.

Polenta Grelhada com Tomate Confit

Categoria: Entrada, Acompanhamento / Guarnição, Petisco

Especificação: Fusion Food (Brasileira – Italiana – Francesa), legumes, cereais

Rendimento: 8 porções

Tempo de Preparo: 90 minutos

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Polenta Grelhada:

  • 1 Colher (sopa) de azeite
  • 3 dentes de alho em brunoise
  • ½ cebola em brunoise
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 pitada de açafrão
  • 3 xícaras (chá) de água
  • 1 xícaras (chá) de fubá
  • 70 gramas de queijo parmesão

Tomate Confit:

  • 500 gramas de tomate cereja
  • 3 dentes de alho
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1 ramo de manjericão
  • 1 ramo de alecrim
  • 1 ramo de tomilho
  • 1 xícara (chá) de azeite
  • Sal, a gosto

Modo de Preparo:

Polenta Grelhada:

Rale o queijo na lâmina grossa e reserve. Dissolva o fubá em uma xícara de água e reserve. Em uma panela, doure o alho e a cebola no azeite. Adicione o sal, o açafrão e as duas xícaras de água restantes.

Quando a água ferver, adicione o fubá dissolvido. Mexa até o angu soltar do fundo da panela. Desligue o fogo, adicione o queijo ralado e mexe bem até incorporar. Despeje em um refratário.

Depois de frio, corte quadrados de 5 cm. Empane com fubá e grelhe até dourar em uma frigideira antiaderente. Fogo médio.

Tomate Confit:

Em uma panela adicione todos os ingredientes e leve ao fogo baixo por 30 minutos.

Dicas:

1. Usar 3 medidas de água para cada medida de fubá.

2. Cuidado, o angu espirra um pouco.

3. Grelhar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) e consiste em preparar os alimentos por exposição direta ao calor seco e forte, utilizando-se de grelha, chapa ou broiler.

4. Confitar é o método de cocção por calor combinado. É um cozimento lento em que o alimento é cozido em um elemento gorduroso (manteiga, azeite, gordura animal, gordura vegetal) ou em sua própria gordura.

5. Ao servir, não coloque o tomate confit sobre a polenta, para não perder a crocância.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de Adriana Tenchini

É um acompanhamento simples e muito fácil de fazer. Além, é claro, de ser super saborosa. Essa farofa combina com qualquer prato, pode ser no almoço, jantar ou até mesmo na ceia de Natal e Réveillon. Experimentem!

Farofa de Banana da Terra

Categoria: Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Farofa, Cozinha Brasileira, Vegana, vegetariana

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 1 cebola, cortada em meia lua
  • 2 bananas da terra maduras, cortada em rodelas na metade (meia lua)
  • 1 xícara (chá) de farinha de mandioca
  • Sal, q.b.[1]
  • Salsinha, q.b.

[1] Q.b. – quanto bastar.

Modo de Preparo:

Em uma panela coloque o azeite e doure a cebola. Adicione as bananas e refogue um pouco. Coloque a farinha de mandioca e o sal. Em fogo baixo, e mexendo de vez em quando, deixe a farinha ficar levemente dourada para ficar crocante. Retire do fogo e finalize com a salsinha.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini