Sagu

O Sagu é uma sobremesa deliciosa e um prato típico do Rio Grande do Sul. Ela é feita com bolinhas de fécula de mandioca cozidas acrescidas de vinho tinto ou vinho do porto. Pode também ser feita com suco de uva, laranja, abacaxi ou ainda leite. Os indígenas já picavam e cozinhavam a mandioca para a alimentação. Com a chegada da corte portuguesa ao Brasil, começaram a preparar um mingau doce de farinha de mandioca misturada com vinho do porto. No início do século XX, descendentes de italianos e alemães desenvolveram a fécula de mandioca utilizada nas bolinhas de sagu. Existem variações da receita de acordo com as diferenças culturais dos ascendentes. Nas famílias italianas é preparado com vinho ou suco de uva. Já nas famílias de origem alemã, o sagu é feito com leite ou suco de frutas, como laranja ou abacaxi.

Categoria: Café da manhã e Lanches, Sobremesas,

Especificação: Creme, Sobremesa Gelada, Sobremesa típica brasileira, Cozinha Brasileira (Rio Grande do Sul),

Tempo de Preparo: 35 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1 xícara (chá) de sagu
  • 3 xícaras (chá) de água
  • 1 xícara (chá) de vinho tinto seco
  • 1 xícara (chá) de açúcar
  • 1 canela em pau

Modo de Preparo:

Lave o sagu e escorra. Leve o sagu ao fogo com a água e cozinhe até ficar transparente, mexendo sempre para não grudar no fundo. Acrescente o vinho, o açúcar e a canela. Cozinhe por 15 minutos. Consumir frio.

Dicas:

1. O sagu pode ser servido acompanhado com creme inglês ou Manjar Branco.

2. Fervura é o método de cocção por calor úmido que consiste em cozinhar o alimento de forma lenta em um líquido fervente em ebulição (ferver) ou com temperaturas menores (fervura branda).



Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Modo de Preparo:

Lav

Dicas:

1. O


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Receitas

Neste imenso país que é o Brasil, temos uma rica culinária regionalizada, quase impossível de ser generalizada em um território marcado por diferenças tão grandes. Um gaúcho acostumado ao seu churrasco provavelmente jamais ouviu falar no pato no tucupi da Amazônia.

A comida de uma região soa exótica para outra região dentro do mesmo País. Muitas vezes, as frutas nativas são desconhecidas dos próprios brasileiros. Um bebê urbano pode tomar suco de kiwi todos os dias e passar a vida sem provar um mingau de tapioca com açaí, sem ver um araçá, um cumbucá, um sapoti, um jenipapo. Fonte: http://www.mre.gov.br

O post de hoje é um pouco da nossa rica culinária regional brasileira. O Furrundu ou Furrundum é um doce típico da região Centro-Oeste, do pantanal mato-grossense.

A culinária brasileira é resultante de uma mistura de tradições, ingredientes e alimentos que foram introduzidos não somente pela população indígena nativa, mas por todas as correntes de imigração que ocorreram ao longo da história deste país. E o Furrundu é um prato regional que abriga essas misturas culturais que se realizaram quando o Brasil ainda era uma colônia. Esse doce é produzido com o mamão ainda verde, a rapadura, que vem da cana-de-açúcar, o gengibre, o cravo e a canela.

Furrundu

Categoria: Café da Manhã, Lanches, Sobremesas

Especificação: FFrutas em calda, Sobremesa com Base de Frutas, Sobremesa típica brasileira, Cozinha Brasileira (Centro-Oeste, Mato Grosso),

Tempo de Preparo: uma hora

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1/4 de um mamão médio verde
  • 150 gramas de rapadura, em pedaços
  • Gengibre ralado à gosto
  • 3 a 4 cravos da índia
  • Canela à gosto

Modo de Preparo:

Retire as sementes do mamão e lave bem. Rale em um ralo grosso e ponha em uma panela ou tacho, cubra com água e deixe ferver por 20 minutos no fogo forte. Escorra e lave em água corrente, escorrendo bem. Dissolva a rapadura com um pouco de água e acrescente o mamão. Deixe cozinhar em fogo baixo, acrescentando água aos poucos, até o mamão ficar com aparência “vitrificada”. Acrescente o gengibre, o cravo e a canela. Retire do fogo. Deixe esfriar antes de servir.

Dicas:

1. Fervura é o método de cocção por calor úmido que consiste em cozinhar o alimento de forma lenta em um líquido fervente em ebulição (ferver) ou com temperaturas menores (fervura branda).


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Ingredientes:

Modo de Preparo:

Lav

Dicas:

1. O


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Receitas

Quem gosta de um bolo de fubá quentinho com um cafezinho! E se for produzido sem lactose! Melhor ainda. “Mas não tenho forno na minha casa.” Não se preocupe, essa receita é para ser feito em uma fritadeira. Reproduza em sua casa e depois me conte se gostou. Eu amo!

Bolo de Fubá Sem Lactose na Fritadeira

Categoria: Café da manhã e Lanches, Panificação e Confeitaria, Sobremesa,

Especificação: Bolos, Cozinha Brasileira, Quitanda, Sem Lactose, Cozinha Mineira, Vegetariana,

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de leite vegetal
  • 1 ovo
  • 1/2 xícara de açúcar
  • 1/2 xícara de farinha de trigo
  • 1/2 xícara de fubá
  • 1 colher (sobremesa) de fermento químico

Modo de Preparo:

Em um liquidificador adicione leite, ovo, açúcar, farinha de trigo e fubá. Bata tudo até ficar homogêneo. Adicione o fermento e pulse, misturando na massa. Coloque em uma forma untada que caiba em uma fritadeira elétrica. Pré aqueça a fritadeira por 5 minutos. Tire a cestinha da fritadeira, coloque a forma no lugar e leve para assar em 180º C por 25 minutos. Espere esfriar e desenforme.

Dicas:

Pode ser adicionado pedaços de goiabada na massa


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A massa fresca com espinafre é uma das versões mais clássicas da cozinha italiana. De coloração verde intensa e sabor suave, ela combina tradição e nutrição. O espinafre é rico em antioxidantes, fibras e vitaminas que ajudam na saúde geral e na prevenção de doenças crônicas. Essa receita é uma base versátil que pode ser usada tanto para massas recheadas, como ravioli e capeletti, quanto para massas longas, como fettuccine, tagliatelle e pappardelle. Uma receita italiana essencial para quem deseja preparar massas caseiras de qualidade.

Massa Fresca com Espinafre – Pasta Verde

Categoria: Preparação de Base

Especificação: Massa fresca, Cozinha Internacional (Itália), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de farinha de trigo
  • 60 folhas de espinafre
  • 2 ovos grandes

Modo de Preparo:

Preparo do espinafre

Bata as folhas de espinafre no liquidificador até formar um purê. Esprema em um pano limpo até retirar o excesso de líquido. Misture o purê com os ovos.

Preparo da Massa

Coloque a farinha em uma superfície de trabalho e abra uma cavidade no centro. Acrescente a mistura de ovos e espinafre. Com um garfo, vá trazendo a farinha das bordas para o centro até incorporar. Sove com as mãos por cerca de 5 minutos, até obter uma massa homogênea. Se necessário, ajuste com um pouco de farinha ou água. Forme uma bola, envolva em plástico filme e deixe descansar na geladeira por, no mínimo, 30 minutos e no máximo 2 horas.

Esticando a massa

Com rolo: abra a massa do centro para as extremidades, mantendo movimentos suaves até atingir a espessura desejada.

Com máquina de macarrão: passe a massa duas ou três vezes no nível 0, dobrando-a ao meio entre cada passagem. Em seguida, reduza a espessura gradualmente até alcançar o ponto desejado.

Espessura recomendada

  • Massas recheadas e lasanha: ligeiramente mais espessas.
  • Demais tipos de macarrão: finas, entre 1 e 2 mm.

Corte manual

1. Lasanha e canelone: retângulos de 12 × 25 cm.

2. Massas recheadas (ravioli, capeletti): corte tiras de 12 cm de largura, disponha o recheio, dobre a massa, pressione as laterais e corte no formato desejado.

3. Massas longas (tagliolini, talharim, strangozzi, fettuccine, tagliatelle, pappardelle): enrole ou dobre a massa no comprimento e corte tiras na largura indicada:

  • Tagliolini: 1 a 2 mm
  • Talharim/taglierini: 3 a 4 mm
  • Strangozzi: 5 mm
  • Fettuccine: 6 mm
  • Tagliatelle: 7 mm
  • Pappardelle: 13 a 20 mm

Abra bem as tiras cortadas e, após uma leve secagem, enrole em formato de ninhos.

Corte com máquina de macarrão

  • Massas longas: utilize os acessórios específicos da máquina (fettuccine, espaguete, linguine etc.) para cortar as tiras.
  • Lasanha e canelone: corte apenas no comprimento (25 cm).
  • Massas recheadas: estique a massa, coloque o recheio, dobre e corte no formato desejado.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas práticas:

  • Use ovos em temperatura ambiente e farinha peneirada.
  • Não adicione sal na massa. O sal deve ser colocado apenas na água do cozimento.
  • Se a massa estiver muito seca, umedeça apenas as mãos com água.
  • O descanso é essencial para relaxar o glúten e facilitar a abertura da massa.

2. Sugestões de consumo: Essa massa fresca combina muito bem com molhos à base de manteiga e sálvia, molho branco leve ou molhos de tomate frescos. Também pode ser recheada com queijos, carnes ou vegetais.

3. Curiosidade: A técnica de adicionar vegetais à massa, como espinafre, beterraba ou cenoura, é antiga na Itália e servia para enriquecer a dieta com nutrientes adicionais e cores atrativas.

Massa Fresca com beterraba. Imagem Adriana Tenchini

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Delicado, aromático e cheio de sabor, o Tomate Confit ou Tomate Confitado é uma verdadeira joia da culinária que transforma ingredientes simples em uma explosão de sofisticação. Embora a técnica tenha se popularizado na França como forma de conservar alimentos em gordura, suas raízes remontam às tradições da antiga Mesopotâmia, onde cozinhar lentamente em óleos e gorduras já era utilizado para preservar e intensificar sabores. No confit, os tomates são preparados lentamente em azeite com ervas aromáticas e alho, revelando uma doçura profunda e uma textura aveludada. Versátil e elegante, o tomate confit é ideal para servir sobre torradas, massas, saladas ou como acompanhamento de carnes, queijos e pratos mais elaborados. Uma receita perfeita para quem valoriza o sabor do tempo e o poder dos detalhes.

Tomate Confit

Categoria: Aromáticos, couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, petisco, lanches,

Especificação: Cozinha Internacional (França), conserva aromática em gordura, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 35 minutos

Rendimento: 650 gramas – 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (100 g – 4 colheres de sopa, com tomates e azeite): 255 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 500 gramas de tomate cereja
  • 3 dentes de alho
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1 ramo de manjericão
  • 1 ramo de alecrim
  • 1 ramo de tomilho
  • 1 xícara (chá) de azeite
  • 1 colher (chá) de sal

Modo de Preparo:

Em uma panela adicione todos os ingredientes e leve ao fogo baixo por 30 minutos.

Toques Finais e Sugestões:

1. Sobre torradas e pães rústicos: Sirva os tomates confit levemente aquecidos sobre fatias de pão grelhado, com um fio do azeite do cozimento e, se desejar, um pouco de queijo de cabra ou ricota. Perfeito como entrada ou lanche sofisticado.

2. Em saladas mornas ou frias: Misture os tomates confit com folhas verdes, grãos (como cevadinha ou quinoa), queijos frescos e nozes. O azeite aromatizado também pode virar um excelente molho.

3. Acompanhamento para carnes ou peixes: Use como guarnição para carnes grelhadas, cordeiro, frango assado ou peixes brancos. O contraste doce e ácido dos tomates confitados realça o sabor das proteínas.

4. Recheio de sanduíches e wraps: Substitua molhos convencionais por tomates confit em sanduíches, hambúrgueres ou wraps. Eles acrescentam umidade, textura e um sabor profundo.

5. Em massas e risotos: Acrescente os tomates confit e parte do azeite aromatizado diretamente sobre massas frescas ou risotos no momento de servir. Finalize com manjericão e parmesão.

6. Com queijos e tábuas de aperitivos: Monte uma tábua com queijos curados, azeitonas, pães e os tomates confit como elemento agridoce e untuoso – um sucesso garantido.

7. Armazenamento e uso do azeite: coloque os tomates confitados em um recipiente hermético e adicione mais azeite até cobri-los. Conserve em geladeira. A validade é de até 60 dias. O azeite aromatizado também pode ser usado em molhos, marinadas ou para finalizar pratos.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

O merengue é definido como uma mistura de claras de ovo batidas juntamente com açúcar. Os dois devem ser batidos juntos para garantir a incorporação de ar e formar picos macios ou firmes.

O merengue italiano é o mais indicado quando for necessário guardar por um período curto. Ele é mais denso pelo fato de as claras estarem parcialmente cozidas e o que mais mantém o formato antes de começar a desmoronar. Sua utilização é recomendada principalmente em sobremesas onde ele é ingerido cru ou apenas parcialmente cozido. Pode ser utilizado como recheio ou cobertura. 

Merengue Italiano (Marshmallow)

Categoria: Doces e Sobremesas, Panificação e Confeitaria, Café da Manhã e Lanches,

Especificação: Recheio / Cobertura

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 12 porções

Dificuldade: Médio

Ingredientes:

  • 6 claras
  • 500 gramas de açúcar refinado
  • 150 mililitros de água

Modo de Preparo:

Em uma panela coloque o açúcar e a água para ferver. Utilize o termômetro para acompanhar a temperatura que deve atingir 121ºC. Enquanto a mistura ferve, bata as claras em neve na tigela limpa da batedeira usando o misturador globo. Com a batedeira ligada em velocidade baixa, despeje a calda fervente muito lentamente na tigela do merengue. Depois que toda a calda for incorporada, aumente para a velocidade máxima e bata até a mistura esfriar completamente (em torno de 10 minutos) e o merengue ficar com picos firmes.

Dicas:

1. As claras devem ser utilizadas na temperatura ambiente. A temperatura da calda deve atingir 121ºC para cozinhar as claras e dar textura de marshmallow.


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O pão de ló é um clássico da confeitaria ocidental e tem raízes na Europa do século XVI, sendo especialmente associado à tradição portuguesa e italiana. Tornou-se uma das massas básicas da confeitaria por sua textura leve, aerada e extremamente versátil. Ao longo do tempo, passou a servir de base para bolos festivos, rocamboles, tortas com recheio, pavês, bolos decorados e diversas outras preparações.

Sua leveza característica vem da incorporação de ar durante o batimento dos ovos, etapa fundamental para que a massa cresça mesmo sem a adição de fermento. Embora a receita tradicional não utilize fermento, muitas versões contemporâneas, como esta, incluem uma pequena quantidade para garantir estabilidade e volume uniforme.

Pão de Ló

Categoria: Café da Manhã e Lanches, Sobremesas, Confeitaria 

Especificação: Bolos, Massa aerada, cozinha internacional (Itália, Portugal), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 1 bolo de 30x40cm

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (1 fatia de 80g): 238 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 6 ovos
  • 3 xícaras (chá) de açúcar refinado
  • 3 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 1 ½ xícara (chá) de água
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó

Modo de Preparo:

Pré-aqueça o forno. Forre uma assadeira de 30 × 40 cm com papel manteiga.

Bata as claras em neve e reserve. Ferva a água. Na tigela da batedeira, coloque as gemas, adicione a água fervente e bata até formar bastante espuma. Sem parar de bater, adicione o açúcar aos poucos e deixe incorporar por alguns minutos. Acrescente a farinha de trigo e bata até que a mistura fique homogênea (cerca de 10 minutos).

Desligue a batedeira e adicione o fermento químico e as claras em neve. Incorpore delicadamente, com movimentos circulares de baixo para cima. Despeje a massa na assadeira e bata levemente a fôrma sobre a bancada para eliminar bolhas de ar. Leve ao forno inicialmente bem quente e asse por 10 minutos. Reduza para temperatura média e asse por mais aproximadamente 20 minutos, ou até que esteja firme e levemente dourado. Retire com cuidado e deixe esfriar antes de desenformar.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas:

  • Por ser uma massa neutra, combina com recheios de creme, ganaches, chantilly, compotas e frutas frescas.
  • Para rocamboles, asse em assadeiras rasas e desenforme ainda morno sobre um pano polvilhado com açúcar.
  • Em bolos recheados, umedeça levemente a massa com caldas aromatizadas para mais maciez.

2. Curiosidades:

  • Versões antigas não levavam fermento e dependiam exclusivamente do ar incorporado manualmente através de vigorosos movimentos circulares com colher de pau.
  • A palavra “ló” deriva do termo português l’ó, que historicamente fazia referência a uma massa leve feita à base de ovos.

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Sabe aquela carne cozida que lembra a comida da vovó? Hoje posto este prato simples e saboroso retirado do meu caderno de receitas. Uma receitinha do fundo do baú com sabor de infância e saudade.

Cozido de Músculo com Legumes

Categoria: Prato Principal,

Especificação: Carnes vermelhas, Carne Bovina, Legumes, Cozinha Brasileira (Minas Gerais),

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 fio de azeite
  • 1 colher (sopa) de colorau
  • 3 dentes de alho, cortado em brunoise
  • 1/2 cebola em brunoise
  • 1 kg de músculo, cortado em pedaços grandes (média de 5 cm)
  • 1 pitada de páprica picante
  • 3 galhos de tomilho fresco
  • 1 colher (sopa) de sal
  • Água, o suficiente
  • 100 gramas de cenoura, cortada em rodelas
  • 100 gramas de batata, cortada em meia lua
  • 100 gramas de abóbora, cortada em cubos grandes
  • 3 cebolas pequenas, cortada em quatro partes
  • 1/4 de pimentão vermelho pequeno, cortado em
  • 1/4 de pimentão verde pequeno, cortado em
  • 1/4 de pimentão amarelo pequeno, cortado em
  • 2 tomates sem semente, cortado em
  • 100 gramas de abobrinha, cortada em meia lua.

Modo de Preparo:

Em uma panela de pressão coloque o azeite, o colorau, o alho e a cebola em brunoise. Doure. Adicione a carne e sele. Coloque a páprica picante, os galhos de tomilho e o sal. Acrescente água até a altura de dois dedos acima da carne. Tampe a panela de pressão e quando começar a chiar, marque 20 minutos. Reserve.

Transfira o músculo cozido com o caldo para outra panela e adicione a cenoura. Deixe refogar por 5 minutos ou até a cenoura ter amolecido um pouco. Adicione a batata, a abóbora, a cebola, o pimentão e o tomate. Cozinhe por 5 minutos e adicione a abobrinha. Tampe e deixe cozinhar até todos os ingredientes estarem cozidos. Sirva acompanhado com arroz.

Dicas:

1. Selar é deixar dourar a carne rapidamente em uma superfície bem aquecida (panela, grelha ou forno) para “selar” (fechar, encerrar) a superfície, evitando a perda dos sucos naturais da carne e reduzindo o ressecamento.

2. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar cozinhado em líquido.

3. Pode ser servido acompanhado com Arroz Pilaf ou com Arroz de Cúrcuma.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Acompanhamentos para Sushi

Molho de Soja

O molho de soja, quando usado com moderação, realça o sabor do sushi. Por ser bastante salgado, o ideal é molhar apenas o peixe ou a alga com uma pequena quantidade de shoyu. Como o arroz absorve muito líquido, não se recomenda mergulhar o nigiri com o lado do arroz voltado para o molho, para evitar que se desfaça.

Saiba mais: Acesse – Molho de Soja – Shoyu.

Molho de soja . Imagem Adriana Tenchini.

Gary – Conserva de Gengibre

Imagem Adriana Tenchini

O Gary é uma conserva de vegetais muito utilizado na gastronomia japonesa. Seu sabor se alterna entre o doce, o azedo e o picante. É comum servi-lo acompanhando o sushi ou sashimi. É utilizado entre porções diferentes, permitindo a limpeza do paladar do alimento anterior e realçando o paladar do próximo.

Receita: Gary – Conserva de Gengibre.

Sunomono – Conserva de Pepino

Sunomono é uma deliciosa conserva de pepino agridoce. Na cozinha japonesa é servido como entrada nas refeições ou como acompanhamento de outros pratos japoneses, incluindo o sushi.

Receita link: Sunomono – Conserva de Pepino.

Imagem Adriana Tenchini

Wasabi e Raiz Forte

Imagem Adriana Tenchini

Essa pasta é preparada usualmente com raiz forte (Armoracia rusticana), uma planta originária da Europa e Ásia, que é misturada a corantes e outros ingredientes. Uma pequena porção de wasabi deve ser aplicada diretamente no peixe do sushi.

Saiba mais: Acesse – Wasabi e Raiz Forte.

Tarê

É feito à base de shoyu,  porém, bem mais encorpado e com um toque adocicado causado pelo mel ou açúcar na composição. Ele é muito utilizado na finalização de pratos como sushi, hot roll e temakis.

Saiba mais: Acesse – Tarê e Teriyaki.

Imagem de Andreas Theis por Pixabay.

Como Comer Sushi

  • O sushi pode ser comido com as mãos ou com o hashi (pauzinhos).
  • Para pegar o nigiri com o hashi, vire-o de lado, de forma que um palito pegue o arroz e um palito pegue o peixe.
  • Mergulhe o nigiri no molho shoyu com o lado do peixe voltado para baixo. O arroz já é temperado e vai perder a forma ao absorver o líquido.
  • Coma o sushi inteiro de uma mordida.
  • O gengibre não é para ser misturado com o molho shoyu. Ele é usado para limpar o paladar após degustar um sushi.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Isabella Mendes por pexels

Outros Tipos de Sushi

Gunkan Maki Sushi

O Gunkan Maki Sushi, cujo nome significa literalmente “navio de guerra”, é uma variação do nigiri sushi originária do Japão. A principal característica desse sushi é a forma ovalada, com o arroz moldado à mão envolto por uma faixa de alga nori, formando um tipo de “barco” que abriga os ingredientes no topo, e não no interior como nos sushis enrolados. Tradicionalmente, é recheado com ovas de peixe, mas também pode receber outras coberturas como tartar de atum, salmão, kani, vegetais ou cogumelos. Este tipo de sushi é apreciado pela estética e pela explosão de sabor que proporciona em uma só mordida.

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Entradas, Prato Principal

Especificação: Cozinha Internacional, Cozinha Japonesa, Peixes, Frutos do Mar, Vegetais e Frutas

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 1 porção

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 30 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 5 gramas de ovas de peixe
  • 1/8 de alga nori

Modo de Preparo:

Molhe levemente as mãos para evitar que o arroz grude. Pegue o arroz de sushi e molde-o em um bolinho ovalado e firme. Corte a folha de alga nori no tamanho suficiente para envolver a lateral do bolinho, deixando uma borda acima da superfície do arroz. Envolva o bolinho de arroz com a alga nori, formando uma “barreira” que contenha o recheio. Com cuidado, preencha o topo do sushi com as ovas de peixe. Sirva imediatamente.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de consumo:

O Gunkan pode ser servido como entrada ou como prato principal em refeições japonesas. Acompanha bem conservas como gari (gengibre em conserva), sunomono (pepino agridoce), tarê, molho de soja e wasabi. Pode ser decorado com pepino japonês laminado, cenoura ou beterraba ralada, nabo ralado, acelga em chiffonade, alface, cebolinha e salsa crespa.

Curiosidades:

A criação do Gunkan data de 1941, em Tóquio, e revolucionou o preparo do sushi ao permitir o uso de coberturas mais delicadas e cremosas. Ele é muito popular em restaurantes de sushi kaitenzushi (esteira giratória), por sua praticidade e apelo visual.

Sushi Joe

O Sushi Joe, também chamado de Joe, Jow ou Djow (pronuncia-se “djô”), é uma variação moderna do sushi em que o arroz de sushi não é envolvido pela alga nori. Em seu lugar, utiliza-se uma lâmina fina de peixe como salmão, atum ou peixe branco, envolvendo o arroz moldado à mão. Sobre essa base é colocado o mesmo peixe utilizado na lâmina, mas picado. Um exemplo clássico é o Joe de salmão, com a lâmina envolvendo o arroz e o topo coberto com salmão picadinho.

Acredita-se que esse sushi tenha surgido de forma improvisada. Um chef conhecido pelo apelido Joe, diante da falta de nori durante o expediente, decidiu usar o salmão como substituto para concluir os pedidos. A invenção acabou se tornando popular e hoje é presença frequente em restaurantes japoneses no Brasil.

O maki pode ser servido como entrada, prato principal, acompanhamento ou petisco. É comum acompanhar com molho de soja, tarê, gengibre em conserva (gari), conserva de pepino agridoce (sunomono) e wasabi. Para decorar, utilizam-se lâminas finas ou legumes ralados como pepino japonês, cenoura, beterraba, nabo, acelga, além de folhas e ervas como alface, cebolinha e salsa crespa.

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Entradas, Prato Principal

Especificação: Cozinha Internacional, Cozinha Japonesa, Peixes, Frutos do Mar, Vegetais e Frutas

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 1 porção

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 50 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 5 gramas de peixe (salmão, atum ou peixe branco)
  • 5 gramas de peixe (o mesmo da lâmina) picadinho
  • Cream cheese a gosto (adicional)

Modo de Preparo:

Moldar o arroz com as mãos, formando um bolinho. Enrolar ao redor a lâmina de peixe e colocar sobre o sushi o peixe picadinho. Pode-se misturar cream cheese no recheio.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Sashimi

Sashi significa furado. Mi significa carne. Sashimi quer dizer carne perfurada, nome que se refere à técnica de pesca tradicionalmente usada para preparar esse prato. Diferente do sushi, o sashimi não leva arroz nem alga nori. Trata-se apenas de um pedaço de peixe cru, cortado em fatias finas, consumido geralmente com molho de soja e/ou wasabi (pasta de raiz forte).

O maki pode ser servido como entrada, prato principal, acompanhamento ou petisco. É comum acompanhar com molho de soja, tarê, gengibre em conserva (gari), conserva de pepino agridoce (sunomono) e wasabi. Para decorar, utilizam-se lâminas finas ou legumes ralados como pepino japonês, cenoura, beterraba, nabo, acelga, além de folhas e ervas como alface, cebolinha e salsa crespa.

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Entradas, Prato Principal

Especificação: Cozinha Internacional, Cozinha Japonesa, Peixes, Frutos do Mar, Vegetais e Frutas

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Sashimi de peixe branco. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

500 gramas de peixe em filé grosso (salmão, atum ou peixe branco)

Sashimi de atum. Imagem Adriana Tenchini
Sashimi de peixe branco. Imagem Adriana Tenchini.

Modo de Preparo:

Limpe o filé, retirando as partes escuras. Utilize uma faca de sashimi ou uma faca bem afiada. Apalpe com as pontas dos dedos em busca de espinhos e retire-os com cuidado. Corte o peixe em fatias não muito finas. Os peixes mais macios, como o salmão, devem ser cortados em fatias um pouco mais grossas. Já os peixes brancos podem ser cortados em lâminas quase transparentes. Arrume os pedaços em pratinhos individuais ou travessas e decore conforme a sua criatividade.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de consumo

Sirva imediatamente após o preparo para garantir o frescor e a segurança alimentar. Combine o sashimi com pequenas porções de arroz gohan ou saladas leves.

Curiosidades

Embora o sashimi tradicional seja feito com peixes de água salgada, no Brasil é comum o uso de peixes de água doce como a tilápia. Isso se deve à popularização do prato em regiões onde o acesso ao peixe do mar é limitado, aliado ao controle sanitário cada vez mais rigoroso da produção aquícola nacional.

Tipos de Peixes Mais Usados para Sashimi

A preferência tradicional é por peixes de água salgada, devido ao menor risco de contaminação por parasitas. Porém, no Brasil, muitos peixes de água doce são também utilizados com segurança, desde que provenientes de criatórios certificados.

  • Linguado: carne nobre e de alta procura, com sabor macio e suave
  • Badejo: carne clara, saborosa e com baixo teor de gordura
  • Cavala: carne firme e saborosa, pode ser tostada ao fogo ou grelhada
  • Sardinha: sabor forte, costuma ser preparada com marinada de vinagre e temperos
  • Tilápia: carne branca, macia e saborosa, normalmente servida com molho shoyu
  • Namorado: comum em restaurantes, pode ser servido cru, grelhado ou à milanesa
  • Salmão: muito versátil, pode ser servido cru, picado, grelhado, desfiado ou combinado com arroz e ovas
  • Robalo: carne clara, saborosa e com pouca gordura
  • Anchova: parente da truta, possui teor médio de gordura e sabor apreciado
  • Garoupa: baixo teor de gordura, pode ser servida crua, grelhada ou assada
  • Olhete: carne macia e saborosa, com teor médio de gordura
  • Atum: sabor marcante, carne firme e tenra, com gordura moderada
  • Cavalinha: carne bastante apreciada, geralmente preparada com vinagre e temperos

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Temaki Sushi

Te significa mão. Maki significa enrolar. O temaki é o sushi enrolado em forma de cone, feito com uma folha de alga nori, arroz de sushi e recheios diversos. Os recheios podem incluir peixe (como salmão, atum ou peixe branco), polvo, frutos do mar, kani kama, vegetais, frutas ou outros ingredientes conforme a criatividade de quem prepara. O temaki conquistou também o paladar dos brasileiros, e hoje existem temakerias em diversas cidades do país.

O maki pode ser servido como entrada, prato principal, acompanhamento ou petisco. É comum acompanhar com molho de soja, tarê, gengibre em conserva (gari), conserva de pepino agridoce (sunomono) e wasabi. Para decorar, utilizam-se lâminas finas ou legumes ralados como pepino japonês, cenoura, beterraba, nabo, acelga, além de folhas e ervas como alface, cebolinha e salsa crespa.

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Entradas, Prato Principal

Especificação: Cozinha Internacional, Cozinha Japonesa, Peixes, Frutos do Mar, Vegetais e Frutas

Tempo de Preparo: 15 minutos por unidade

Rendimento: Cada receita rende 1 temaki

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Temaki Shake Sushi – salmão.

  • 50 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/4 de folha de alga nori
  • 40 gramas de salmão, cortado em cubinhos
  • Cebolinha, picada à gosto (opcional)

Temaki Teka Sushi – atum.

  • 50 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/4 de folha de alga nori
  • 40 gramas de atum, cortado em cubinhos
  • Cebolinha, picada à gosto (opcional)

Temaki Kani Sushi – Kani Kama.

  • 50 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/4 folha de alga nori
  • 2 unidades de kani kama, cortado em cubinhos
  • Cebolinha, picada à gosto (opcional)

Temaki Ebi Sushi – camarão

  • 50 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/4 de folha de alga nori
  • 40 gramas de camarão, cozido
  • Cebolinha, picada à gosto (opcional)

Temaki Taco Sushi – tentáculos de polvo.

  • 50 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/4 de folha de alga nori
  • 40 gramas de tentáculos de polvo, cozido

Temaki Califórnia

  • 50 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/4 de folha de alga nori
  • 1 unidade de kani kama ou 30 gramas peixe ou 30 gramas de fruto do mar fatiado
  • 5 gramas de pepino japonês fatiado
  • 10 gramas de fruta (manga, maçã, abacate, morango ou kiwi) fatiado

Temaki Philadelphia

  • 50 gramas de arroz de sushi, cozido
  • 1/4 de folha de alga nori
  • 40 gramas de salmão, cortado em tiras   
  • 10 gramas de cream cheese
  • Cebolinha, picada à gosto (opcional)

Modo de Preparo:

Se o recheio tiver mais de um ingrediente, misture previamente e reserve. Com a mão seca, posicione a alga nori na palma da mão. Espalhe o arroz de sushi sobre o lado esquerdo da nori. Adicione o recheio na diagonal. Para formar o cone, pegue a ponta inferior esquerda da alga com os dedos indicador e polegar e leve até a extremidade superior esquerda do arroz. Enrole com a mão até formar um cone semelhante a uma casquinha de sorvete.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de consumo

O temaki deve ser consumido logo após o preparo, para preservar a crocância da alga nori. Sirva com molhos frios, conserva de gengibre ou pequenas porções de salada.

Curiosidades

No Japão, o temaki é tradicionalmente preparado em casa, especialmente em festas ou reuniões informais. No Brasil, o temaki ganhou popularidade nas temakerias, sendo servido como refeição individual em formato generoso, muitas vezes adaptado ao paladar brasileiro com ingredientes como cream cheese e frutas tropicais.

Dicas de preparo

Temaki Ebi Sushi: utilize os camarões sem casca. Tempere e salteie em uma frigideira até ficarem rosados.

Temaki Taco Sushi: prefira tentáculos de polvo fresco. Cozinhe em panela de pressão, em fogo médio, com água suficiente para cobri-los, por cerca de 20 minutos.


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