O Rum é uma bebida que pode ser feita de duas formas: a agrícola, obtido diretamente do caldo de cana fermentado, ou industrial, obtido a partir do melaço, seguido pela destilação e envelhecimento em barris de carvalho. Por isso, combina muito bem nas preparações de doces e sobremesas. Na confeitaria, o rum pode ser utilizado para saborizar e acentuar o aroma em coberturas, recheios, massas de bolos, tortas e doces em geral.
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Abacaxi Marinado com Pimenta Rosa
É excelente para quem busca uma sobremesa inusitada, deliciosa e o melhor: muito fácil de fazer.
Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora,A Terapeuta,A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.
A Vodca pode ser utilizada para realçar sabores em preparações salgadas e sobremesas. Ela pode ser usada para flambar carnes, adicionar um toque de sabor especial em molhos ou até mesmo como base para sobremesas alcoólicas, como os famosos Brigadeiros de Vodca.
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Brigadeiro de Vodca
É uma delícia e fácil de fazer. Os brigadeiros alcoólicos são perfeitos para serem servidos como como sobremesa em um jantar, em uma confraternização ou no happy hour.
Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora,A Terapeuta,A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.
O Whisky também pode ser utilizado para flambar, proporcionando um sabor intenso e diferente ao prato. Pode ainda agregar um sabor único e com toque de sofisticação em diversas preparações, desde marinadas, molhos para carnes e até sobremesas, tais como bolos, sorvetes, chocolate, trufas, brownies, pavê, entre outros. Porém, deve-se utilizar o whisky com moderação. O sabor forte pode dominar a preparação se utilizado em excesso. Adicione aos poucos, provando a receita até ajustar a quantidade.
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Outro cuidado que se deve ter é em relação a alta temperatura. O ideal é adicionar o whisky no final do processo de cozimento para que o seu sabor não se perca durante a cocção. O Whisky combina muito bem com alguns ingredientes, tais como, frutas cítricas, mel, especiarias e ervas.
Peito de Frango ao Molho de Whisky
É temperado com sal e noz moscada, selado na manteiga, cozido no whisky e finalizado com creme de leite. Muito saboroso. Uma ótima opção para preparar um franguinho com sabor requintado.
Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora,A Terapeuta,A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.
O Conhaque é indicado para flambar, tanto em preparações salgadas (ex. estrogonofe) quanto em doces (ex. frutas flambadas). Ao flambar, o álcool evapora, dando mais sabor e aroma ao prato. O conhaque pode também ser utilizado no preparo de pudins, trufas, brigadeiros e biscoitos.
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Estrogonofe de Filé Mignon
É uma receita russa que se espalhou pelo mundo e se popularizou no Brasil nos anos A origem mais conhecida é que tenha sido criada por um chef francês que trabalhava para a família russa Strogonov por volta de 1700. O prato era composto de carne cortada passada levemente na farinha, mostarda dijon, caldo de carne e um pouco de creme azedo.
Steak au Proivre
É é um dos mais tradicionais pratos da cozinha francesa. Sua tradução literal é “Bife com Pimenta” e consiste em um bife de filé com crosta de pimenta do reino e molho cremoso. Ele pode ser servido com diversos acompanhamentos tais como: arroz branco, purê de batata, batata palha, aspargos, batata frita, entre outros.
Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora,A Terapeuta,A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.
A Cerveja é tradicionalmente utilizada em preparações na cozinha belga (ex. “Carbonade flamande” e “Moules et frites”) e alemã (ex. salsichas cozidas na cerveja). A cerveja pode ser utilizada como o principal líquido de cocção, ou apenas para acrescentar aroma, sabor e cor ou ainda para melhorar a textura das carnes. Qualquer receita que necessite de algum líquido pode ser substituída pela cerveja.
As cervejas possuem características diferentes fazendo com que cada uma combine melhor com determinado tipo de preparação. Uma boa dica é que as cervejas claras, como Pilsen e Weiss, combinam com comidas leves, tais como, saladas, frutos do mar, peixe e frango. As cervejas escuras, como Bock, Porter, Stout, combinam com pratos mais pesados e gordurosos, além dos doces, tais como: carnes suína, bovina e ovina, preparações condimentadas, chocolate.
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Pode ser utilizada em marinadas de frango, carne suína e bovina. A cerveja deixa as carnes mais macias e saborosas. A cerveja branca combina melhor com marinadas de carne branca, enquanto a escura combina com carnes vermelhas. Utilizar uma cerveja do tipo Sour, pode substituir o limão ou o vinagre. Também ajudam a encorpar molhos e reduções, proporcionando sabor. As cervejas com muito lúpulo não são indicadas para as reduções, pois ao evaporar o líquido, o amargor do lúpulo se torna mais intenso. O ideal é utilizar cervejas de baixo amargor ou as mais adocicadas.
Adicionar uma cerveja durante o cozimento de carnes, realça o sabor e se incorpora ao molho. Substituir os ingredientes líquidos por cerveja na massa de pizza confere maior umidade e sabor. As cervejas também podem ser utilizadas na preparação de doces, como por exemplo, sobremesas preparadas com café e chocolate. Pode-se ainda usar uma cerveja mais frutada e cítrica com pratos que usam frutas ácidas no preparo como laranja, limão e abacaxi.
Dicas:
Cervejas suaves proporciona sabores delicados, as mais intensas trazem sabores mais fortes.
Os aromas de lúpulo e da fermentação da cerveja são voláteis e evaporam rápido se o cozimento for prolongado. Já os sabores do malte são mais resistentes e suportam maior tempo de cocção.
Cozinhar a cerveja por mais tempo, reduzindo-a, concentra aromas e sabores, proporcionando um sabor mais caramelizado ou ácido, mas também pode concentrar o amargor da cerveja e notas defumadas.
Se a cerveja for adicionada no final do processo, ela manterá mais seus aromas e sabores.
Sempre analise cada tipo de cerveja para encontrar a ideal para harmonizar com sua preparação.
Cerveja de maltes tostados e torrados ficam ótimas com carnes vermelhas.
Cervejas ácidas são muito boas para marinadas. Quanto mais ácida, melhor.
Quando se cozinha com cerveja, o álcool evapora.
Deglace com cerveja o fundo de panelas ou formas que foram preparadas as carnes (frango, peixe ou carne vermelha), deixe reduzir e sirva como molho para acompanhá-las ou para dar mais sabor ao prato, no caso de grelhados.
Sobremesas preparadas com cerveja são muito saborosas e é ideal utilizar chocolate e frutas.
Utilize sempre cervejas de boa qualidade
Biersuppe – Sopa de Cerveja
É uma das sopas mais populares da Alemanha. A Biersuppe é um prato tradicional e muito antigo. Existem registros em livros de receita datados no século XVI. No século XVIII, a sopa fazia parte do cardápio da nobreza da Prússia. […]
Maçã Frita
Era uma receita muito comum no período medieval, encontrada em diversos livros de receitas dos cozinheiros da nobreza. A receita original não utilizava açúcar. O mel era derramado por cima das maçãs fritas.
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A Cachaça pode ser usada para marinar, flambar, grelhar, assar ou ser adicionada durante o cozimento. Ela realça sabores e aromas, amacia carnes e ajuda a diminuir o teor da gordura das preparações. A cachaça deixa as massas mais secas e crocantes, sendo fundamental no preparo de pastéis. Na hora de fritar, ela impede que a massa absorva muita gordura, deixando-os mais crocantes. Pode ainda ser utilizada para preparar molhos e caldas. Molhos reduzidos dão um toque de sabor para as preparações e quando é preparado com cachaça, o sabor fica adocicado.
A cachaça pode ser adicionada nas marinadas de carne e depois ser cozida lentamente. Ela dissolve a gordura, deixando-a mais macia. No preparo de sobremesas, ajuda a equilibrar o açúcar e agrega aromas. Porém, deve-se tomar cuidado com o teor alcoólico, pois o álcool não evapora completamente, mesmo quando aquecido. A cachaça combina bem com carne, frango, frutos do mar, legumes e doces.
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Cachaça branca – é mais neutra. Aromatiza e realça o sabor. É a mais indicada para marinar carnes. Pode-se usar nas carnes brancas que são mais delicadas. É a mais utilizada na maioria das preparações culinárias.
Cachaça Amarela – é envelhecida geralmente em toneis o que proporciona nuances amadeirados. É mais indicada para preparações condimentadas e gordurosas.
Bisteca Marinada na Cachaça com Xerém de Milho
É um prato do sertão nordestino. Como o próprio nome informe, a bisteca suína é marinada por meia hora na cachaça, limão, azeite, sal e pimenta do reino.
Panna Cotta com Queijo e Calda de Goiabada
É é uma sobremesa típica italiana, porém, nesta receita adicionamos o queijo minas frescal (queijo típico mineiro) e por cima (após gelar) colocamos uma calda de goiabada com cachaça, produtos típicos de Minas Gerais.
Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora,A Terapeuta,A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.
Os Vinhos podem ser utilizados em diversas receitas para acrescentar sabor às preparações e pode ser usado em três etapas na cozinha:
No pré-preparo, durante a marinada. Os alimentos ficam imerso em meio ácido juntamente com ervas e especiarias. Além de saborizar, ajuda a deixar as carnes mais macias.
Como ingrediente e/ou condimento. O vinho é adicionado durante o cozimento juntamente com outras ervas e especiarias.
Em molhos ou reduções[1]. O vinho é um complemento para as preparações e dá um sabor marcante aos pratos.
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Não se deve exagerar na quantidade de vinho em uma receita. Existem algumas preparações que exigem bastante vinho, mas, em sua maioria, o ideal é utilizar a bebida em pequenas quantidades, para que o sabor do líquido não ofusque o sabor da preparação. Deve-se também sempre utilizar vinhos de qualidade para deixar a receita mais agradável.
Os vinhos podem ser utilizados em diversas preparações doces ou salgadas.
Vinho Branco – agrega melhor cozimento e equilibra o sabor e acidez de alguns pratos. O vinho branco seco é a melhor opção para cozinhar, principalmente em um cardápio salgado. O vinho branco suave tende a deixar com um sabor mais adocicado. O vinho branco deve ser utilizado em preparações mais leves e refinadas, tais como: legumes, frutas, risotos, massas leves, peixes, frutos do mar e carnes leves, como frango e lombo de porco.
Vinho Tinto – por ser mais encorpado ao nosso paladar, o vinho tinto é a melhor opção para pratos com ingredientes intensos, tais como: carnes vermelhas, embutidos, miúdos, massas e risotos com sabores mais fortes (preparados com linguiça, presunto e feijão). O vinho tinto também é muito utilizado para preparar molhos.
Coq au Vin
É um prato típico da culinária francesa que consiste em carne de frango ou galo cozida (ou assado no forno) no vinho tinto, acompanhada de legumes e ervas aromáticas.
Sagu
É uma sobremesa deliciosa e um prato típico do Rio Grande do Sul. Ela é feita com bolinhas de fécula de mandioca cozidas acrescidas de vinho tinto ou vinho do porto.
Risoto de Abóbora Cabotiá e Funghi
É um prato típico italiano conhecido pela sua cremosidade e textura al dente. O Risoto de Abóbora Cabotiá e Funghi é uma excelente sugestão para um almoço ou jantar especial. Ou ainda para os adeptos da dieta vegetariana, pois não leva carne.
[1] Redução – Reduzir a quantidade de líquido pela fervura. A redução é realizada para que através da evaporação do líquido se obtenha um sabor mais concentrado e uma consistência mais grossa.
Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora,A Terapeuta,A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.
O suco dos cítricos (limão e laranja) são utilizados como ingrediente de bebidas (naturais, alcoólicas e industrializadas), como agente emulsificante (maionese) e em molhos. As cascas e raspas podem ser utilizadas para aromatizar e enfeitar preparações doces e salgadas.
As raspas são obtidas através da raspagem ou corte da casca exterior dos cítricos (limão tahiti, limão siciliano e laranja). Elas adicionam sabor e beleza aos pratos. Podem ser utilizadas na preparação de tortas, bolos, biscoitos, cookies, doces, chocolates, geleias, sorvetes, sorbets, saladas, chutney, molhos (gremolata) e em temperos (lemon pepper).
Zeste de limão, utilizados para aromatizar. Imagem Adriana Tenchini.
Lemon Pepper
É um tempero originário dos Estados Unidos. É uma mistura de raspas da casca de limão siciliano com pimenta do reino em grãos.
Maionese Caseira
É um molho condimentado preparado com ovos, óleo vegetal e um líquido ácido, geralmente vinagre ou suco de limão.
Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora,A Terapeuta,A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.
Os ácidos são condimentos utilizados para conservar, saborizar, reduzir a necessidade do sal e promover o amaciamento. Dentre os ácidos podemos citar os cítricos (limão e laranja), o vinho, vinagre, dentre outros.
As gorduras são utilizadas para saborizar, melhorar a textura e a consistência das preparações. Podemos citar: óleo, banha, gordura vegetal hidrogenada, margarina, manteiga, azeite, azeite de dendê, óleo de coco, creme de leite e toucinho.
[1] Higiênico-sanitário – é um conjunto de procedimentos necessários para garantir a segurança alimentar e a prevenção de doenças de origem alimentar.
Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora,A Terapeuta,A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.
Os aditivos modernos, considerados quase como novas especiarias, são ingredientes que estão presentes na indústria atual, auxiliando no fornecimento cada vez maior de alimentos e bebidas, ajudando na conservação e preservando o sabor, o aroma e a qualidade dos produtos. Os aditivos são adicionados nos alimentos há milênios. O sal já era utilizado desde a pré-história para conservar peixes e carnes. Depois vieram as ervas para aromatizar, o açúcar para conservar as frutas, o vinagre para os legumes, entre outros.
Adiciona-se um aditivo em uma preparação para:
Manter ou melhorar a segurança alimentar e o frescor de alimentos. Ex.: conservantes – controlam a contaminação; antioxidantes – impedem que uma gordura fique rançosa ou que uma fruta escureça por oxidação.
Manter ou melhorar o valor nutricional. Ex.: adicionar vitaminas, fibras e minerais nos alimentos – reduz a desnutrição na população.
Melhorar sabor, textura e aparência. Ex.: especiarias, aromas naturais e artificiais, adoçantes – os três modificam o sabor dos alimentos; corantes – mantêm e melhoram a aparência; emulsificantes, estabilizantes e espessantes – fornecem a textura desejada; agentes de fermentação – auxiliam na panificação; aditivos para controle de acidez e alcalinidade de alimentos; aditivos para manter o gosto de produtos com baixo teor de gordura.
Açúcar de Confeiteiro (agente antiaglomerante). Imagem de conger design por Pixabay.
1. Conservantes
Função: impede a deterioração de alimentos por bactérias, fungos, leveduras etc.; diminui ou impede mudanças na cor, sabor ou textura; diminui ranço (antioxidantes), impedindo que gorduras reajam com o oxigênio; manter frescor.
Uso na Gastronomia: panificação, carnes curadas, geleias, sucos, bebidas, óleos e margarinas, cereais, molhos para salada, lanches prontos, frutas e vegetais.
Nomes: benzoato de sódio; propianato de cálcio; ácido ascórbico (vitamina C); ácido cítrico; nitrito de sódio; sorbato de cálcio; eritorbato de sódio; BHA (butil-hidroxianizol); BHT (butil-hidroxitolueno); EDTA; tocoferóis.
2. Corantes
Função: compensa perda de coloração por exposição à luz, a temperaturas extremas, ao ar, à umidade e a condições de armazenamento; salienta coloração natural; corrige variações naturais de cor; adiciona cor a alimentos descoloridos.
Uso na Gastronomia: doces, margarina, queijo, refrigerantes, geleias, salgadinhos, gelatinas, pudins prontos, recheio de tortas.
Nomes: extrato de cúrcuma; betacaroteno; extrato de pele de uva; extrato de cochonilha; oleorresina de páprica; corante caramelo; sucos de frutas e vegetais; açafrão; Orange B; Red No. 2.
3. Adocantes
Função: adiciona dulçor com ou sem calorias extras.
Uso na Gastronomia: panificação, confeitaria, bebida, alimentos processados, açúcar de bancada (para autosserviço).
Função: realça sabores naturais já presentes nos alimentos, sem adicionar outro sabor.
Uso na Gastronomia: diversos alimentos processados.
Nomes: glutamato monossódico; extrato de levedura autolizada; inosinato dissódico; proteína de soja hidrolisada.
6. Nutrientes
Função: repõe vitaminas e minerais perdidos durante o processamento (enriquecimento); adiciona nutrientes que podem estar faltando na dieta (fortificantes).
Uso na Gastronomia: farinha, pães, cereais, sal, leite, sucos, arroz, pasta, margarina, barras energéticas, bebidas instantâneas matinal.
Função: permite a mistura homogênea de ingredientes, impedindo separação; mantêm produtos emulsificados estáveis; reduz a liga; controla a cristalização; mantêm ingredientes dispersos; auxilia a dissolução de produtos.
Uso na Gastronomia: chocolate, margarina, pasta de amendoim, molhos prontos de salada, sobremesas congeladas.
Nomes: lecitina de soja; mono e diglicerídeos; gemas de ovos; polissorbatos.
8. Substitutos de Gordura
Função: substitui as gorduras nos alimentos, total ou parcialmente.
Uso na Gastronomia: panificação, confeitaria, misturas de bolo e sobremesa, produtos lácteos, sobremesas congeladas.
Nomes: goma xantana; goma guar; proteína de clara de ovo microparticulada; olestra; gel de celulose; carraginato; polidextrose; amido modificado; concentrado de whey.
9. Estabilizantes, Espessantes
Função: produz textura uniforme; realça corpo.
Uso na Gastronomia: produtos lácteos, bolos, pudins, geleias, molhos, sobremesas congeladas, gelatina industrial, molhos industrializados.
Função: controla a acidez e a alcalinidade; impede o apodrecimento.
Uso na Gastronomia: sobremesas congeladas, alimentos enlatados com acidez baixa, bebidas, fermento em pó.
Nomes: ácido lático; ácido cítrico; ácido acético; ácido fumárico; ácido tartárico; hidróxido de amônia; carbonato de sódio.
11. Agentes de Fermentação
Função: auxilia o crescimento de itens assados.
Uso na Gastronomia: pães e outros itens assados.
Nomes: fermento em pó; fosfato de monocálcio; carbonato de cálcio.
12. Agentes Antiaglomerantes
Função: manter alimentos em pós soltos, sem aglutinação; impedir absorção de umidade.
Uso na Gastronomia: sal, fermento em pó, açúcar de confeiteiro.
Nomes: silicato de cálcio; citrato de fero amoníaco; dióxido de silicone.
13. Umectantes
Função: reter umidade.
Uso na Gastronomia: doces macios, confeitaria, coco ralado, marshmallow.
Nomes: glicerina; sorbitol.
14. Fortalecedores de Massa
Função: produz massas mais estáveis.
Uso na Gastronomia: pães e itens assados.
Nomes: sulfato de amônia; azodicarbonamida; L-cisteína.
15 Nutrientes de Leveduras
Função: auxilia no crescimento de leveduras.
Uso na Gastronomia: pães e itens assados.
Nomes: sulfato de cálcio; fosfato de amônia.
16. Preparações Enzimáticas
Função: modificar proteínas, polissacarídeos e gorduras.
Uso na Gastronomia: queijos, produtos lácteos, carnes.
Nomes: enzimas; lactase; papaína; quimosina.
17. Agentes de Firmeza
Função: manter os alimentos crocantes e firmes.
Uso na Gastronomia: frutas e vegetais processados.
Nomes: cloreto de cálcio; lactato de cálcio.
18. Gases
Função: serve para aeração; criam carbonatação.
Uso na Gastronomia: spray de chantilly, bebidas carbonatadas, spray de óleo de cozinha.
Nomes: dióxido de carbono; óxido nitroso.
Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora,A Terapeuta,A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.
As especiarias são utilizadas há milênios pela humanidade e à medida em que foram sendo empregadas, foram surgindo novas misturas, também chamadas de blends. Todas as grandes civilizações do mundo criaram suas combinações de condimentos. Seu uso não se limita somente na gastronomia, ocorreu também grandes avanços no setor higiênico-sanitário[1] e no medicinal, pois várias especiarias são utilizadas na conservação de alimentos, na perfumaria, nos cosméticos, na indústria farmacêutica, entre outros. A seguir alguns exemplos destas combinações de condimentos.
[1] Higiênico-sanitário – é um conjunto de procedimentos necessários para garantir a segurança alimentar e a prevenção de doenças de origem alimentar.
Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora,A Terapeuta,A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.
O Wasabi é um condimento em forma de pasta muito utilizado na culinária japonesa, especialmente em pratos com peixe cru. Possui um sabor picante e um aroma pungente. Essa pasta é produzida ralando o rizoma da Wasabia Japonica. Ela é uma planta nativa do Japão que cresce naturalmente em riachos de água fria e limpa nas regiões montanhosas japonesas. Poucos lugares são adequados para cultivo de wasabi, pois ele requer uma temperatura do ar entre 8ºC e 20ºC, não tolera a luz direta do sol e prefere alta umidade no verão. O caule e a raiz ficam parcialmente submersos ao longo dos leitos dos rios. Pela dificuldade de cultivar, o wasabi verdadeiro é muito caro.
Por causa do preço alto e baixa produção, a pasta conhecida como Wasabi consumida em grande parte do mundo, não é produzida pela Wasabia Japonica. Ela é uma combinação de Raiz Forte, corante verde e outros aditivos. A Raiz Forte ou Armoracia rusticana é uma erva cultivada por suas raízes carnuda e comestível. Os dois podem ser parecidos, porém, tem sabores distintos. A Raiz Forte (Armoracia rusticana) é de origem europeia e o seu sabor pode ser forte demais, amargo e acompanhado por uma sensação de queimação forte. Já o Wasabi “verdadeiro” (Wasabia japônica) tem um sabor muito mais sutil e agradável.
Nomecientífico: Wasabia Japonica
Sinônimo: Wasabi japonês, Wasabi verdadeiro
Origem:Japão. Características: é um rizoma, ou seja, um caule subterrâneo. Atinge até 60 cm de altura. Suas folhas são verdes e brilhantes, com uma textura ligeiramente rugosa. A parte utilizada da planta é o seu rizoma, que é ralado em uma pasta fina antes do consumo.
Uso Medicinal: contém compostos bioativos que tem propriedades antioxidantes, antimicrobianas e anti-inflamatórias. Esses compostos ajudam a reduzir doenças cardíacas, câncer, doenças crônicas, combater bactérias e micro-organismos prejudiciais. No Japão é utilizado como planta medicinal e antídoto para envenenamentos por ingestão de alimentos, por isso é servido com peixe cru a centenas de anos.
Uso na Gastronomia: embora seja mais consumido com sushi e sashimi, o wasabi pode ser servido com diversas outras preparações no Japão, tais como o “macarrão soba” (feito com trigo sarreceno” e o “washoku” (comida tradicional japonesa). Além do rizoma que é utilizada para preparar a pasta, as folhas e os caules também podem ser consumidos em conservas, refogados ou crus em uma salada.
Wasabi (Wasabia Japonica). Imagem de Beth Macdonald por Unsplash.
Raiz Forte (Armoracia rusticana). Imagem de Filip Filipović por Pixabay.
Origem: Sudeste europeu e do oeste asiático. No Sul do Brasil, a raiz-forte é conhecida há quase dois séculos, associada aos hábitos alimentares introduzidos pelos imigrantes do centro e do leste europeu.
Características: é uma planta herbácea perene que pode atingir até 1 m de altura e tem grandes folhas oblongas. A parte utilizada da planta é a sua raiz.
Uso Medicinal: foi inicialmente utilizada por suas propriedades medicinais, porém, mais tarde foi incorporada na culinária de diversos povos. A raiz forte é rica em vitamina C, potássio, cálcio, magnésio e fósforo. Tem propriedades antibiótica, diurética, digestiva, depurativa e carminativa.
Uso na Gastronomia: está presente em diversos países, como Polônia, Ucrânia, Rússia, Itália, EUA etc. A raiz forte é utilizado como condimento para acompanhar massas cozidas, fritas ou assadas e para temperar saladas e pratos frios.
Sushi
É um prato da gastronomia japonesa que possui origem em uma técnica antiga de conservação da carne de peixe em arroz avinagrado.
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