O espaguete é um dos insumos mais consumidos do mundo e um dos pratos característicos nas mesas aos domingos. As receitas com base neste tipo de macarrão são produzidas de diferentes formas e acompanhadas dos mais variados molhos. Que tal preparar para sua família e amigos essa deliciosa receita! Simples, rápida e saudável.  

Espaguete com Camarão

Categoria: Prato Principal, Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Massa Seca, Massa Longa (Espaguete),Frutos do mar (Camarão)

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 5 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 pacote de espaguete grano duro
  • 1 kg de camarão
  • 2 limões taiti
  • 3 colheres (sopa) de azeite
  • 2 dentes de alho
  • ½ cebola
  • 1 pacote de molho de tomate
  • ½ xícara (chá) de tomates cereja
  • Manjericão e salsa a gosto
  • Sal e pimenta do reino

Modo de Preparo:

Cozinhe o espaguete em água fervente com sal. Em outra panela, coloque o azeite, cebola, alho e doure. Adicione os camarões e salteie até que fiquem rosados. Acrescente o molho de tomate e mexa por alguns minutos. Corrija o sal e reserve. Quando o espaguete estiver al dente, escorra bem a água e disponha em uma travessa de servir. Despeje por cima o molho de camarões, acrescente o tomate cereja, salpique a salsinha e o manjericão. Sirva em seguida.

Dicas:

1.    Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura. Para cozinhar massas utiliza-se água fervendo.

2. Saltear é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar os alimentos rapidamente em fogo alto com um pouco de gordura e em movimentos constantes.

3.Al dente – a locução italiana al dente significa algo semelhante ao que chamamos de “ao ponto”, ou seja, um estágio intermediário de cozimento, nem muito duro nem muito macio. A massa fica firme, mas não dura. A expressão é empregada tanto para massas quanto para outros alimentos, como arroz e legumes.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Apresento um prato fácil e muito saboroso. O salmão além de ser um peixe sofisticado e elegante, é rico em ômega 3. Com sabor suave e textura macia, é um alimento super saudável. Existem várias maneiras de preparar esta receita. O salmão pode ser frito, grelhado ou assado e o molho pode ser preparado com mel, com creme de leite, com ervas, com suco de laranja, com vinho branco, com leite de coco ou com outros ingredientes.

A receita original é um prato leve e contemporâneo da culinária francesa e como já devem ter imaginado, o molho é feito com creme de leite. Para torná-lo mais leve e acessível para aqueles que são intolerantes à lactose (assim como eu) preparei o molho sem a utilização deste ingrediente.

Salmão ao Molho de Maracujá

Categoria: Prato Principal

Especificação: Peixes. Cozinha Internacional (França)

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 600 gramas de Salmão (4 postas com 150 g cada)
  • Sal, q.b.[1]
  • Pimenta do reino, q.b.
  • Azeite, q.b

Molho:

  • 2 unidades de Maracujá
  • 1 xícara (chá) de suco de maracujá concentrado
  • 2 colheres (sopa) de açúcar
  • 3 ramos de salsinha, em salpicon

[1] Q.b. – quanto bastar.

Modo de Preparo:

Tempere o salmão com sal e pimenta do reino. Reserve.

Retire a polpa do maracujá. Em uma panela coloque a polpa, o suco concentrado e o açúcar. Leve ao fogo alto até começar a ferver. Reduza o fogo e deixe o molho engrossar por uns 5 a 8 minutos. Finalize com a salsinha.

Aqueça uma frigideira e coloque o azeite. Quando estiver bem quente, sele as postas de salmão dos dois lados, por apenas 4 minutos de cada lado.

Dicas:

Selar é deixar dourar a carne rapidamente em uma superfície bem aquecida (panela, grelha ou forno) para “selar” (fechar, encerrar) a superfície, evitando a perda dos sucos naturais da carne e reduzindo o ressecamento.

Esta receita é tão saborosa que pode ser servida com diversos acompanhamento, tais como: Caponata, Purê de Banana da Terra, Legumes Salteados, Batata Soutê, Purê de Abóbora Cabotiá ou um simples Arroz Branco e uma Farofa de Castanhas.


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O bobó de camarão é um dos grandes clássicos da gastronomia baiana, reconhecido pela combinação de camarões suculentos, creme de mandioca, leite de coco e azeite de dendê. Os temperos frescos, como coentro e cebolinha, completam o preparo com aromas e sabores marcantes, característicos da culinária do Nordeste brasileiro.

Sua história está associada às influências africanas e indígenas presentes na formação da cozinha brasileira. A preparação tem raízes em tradições culinárias africanas de cremes e purês, originalmente elaborados com inhame. No Brasil, a mandioca, ingrediente fundamental na alimentação indígena, passou a integrar o prato, que ganhou novas características com a incorporação de ingredientes locais e do camarão.

Popular em toda a Bahia e apreciado em diversas regiões do país, o bobó de camarão é tradicionalmente servido quente, como prato principal, acompanhado de arroz branco. Sua textura cremosa e o equilíbrio entre a delicadeza do camarão, a suavidade da mandioca e a intensidade do dendê fazem dessa receita uma expressão da riqueza cultural da gastronomia brasileira.

Bobó de Camarão

Categoria: Prato principal, acompanhamento/guarnição, entrada, petisco

Especificação: Frutos do mar, Cozinha brasileira (Região Nordeste, Bahia), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 1500 gramas – 5 porções

Dificuldade: Média

Calorias por porção (300 g): 465 kcal

Imagem Débora Tenchini

Ingredientes:

  • 500 g de mandioca (aipim ou macaxeira), descascada
  • 1 kg de camarão médio, sem casca e limpo
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • 1 cebola picada
  • 2 dentes de alho picados
  • 1/4 de pimentão picado
  • 1 colher (chá) de gengibre ralado
  • 6 ramos de coentro, bem picados
  • 6 talos de cebolinha picados
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 3 tomates maduros, sem pele e sem sementes, picados
  • Água suficiente para o cozimento da mandioca
  • 200 ml de leite de coco
  • 2 colheres (sopa) de azeite de dendê
  • 2 pimentas dedo de moça, sem sementes e picadas

Modo de Preparo:

Rale a mandioca na parte fina do ralador e reserve. Tempere os camarões com sal e pimenta do reino. Reserve sob refrigeração enquanto prepara a base do bobó. Em um pilão, soque a cebola, o alho, o pimentão, o gengibre, o coentro e a cebolinha até formar uma mistura aromática.

Em uma panela, aqueça metade do azeite de oliva e refogue a mistura de temperos. Acrescente os tomates e cozinhe até começarem a desmanchar. Adicione a mandioca ralada e um pouco de água. Cozinhe em fogo médio, mexendo delicadamente para evitar que a preparação grude no fundo da panela. Acrescente mais água aos poucos, sempre que necessário, até a mandioca cozinhar completamente e formar um creme espesso e uniforme.

Em uma frigideira, aqueça o restante do azeite de oliva e salteie os camarões em fogo alto, preferencialmente em pequenas porções para evitar que soltem água em excesso. Assim que ficarem rosados e opacos, transfira-os para o creme de mandioca.

Acrescente o leite de coco, o azeite de dendê e a pimenta dedo de moça. Misture delicadamente, ajuste o sal e aqueça por mais alguns instantes, sem prolongar o cozimento dos camarões. Desligue o fogo assim que todos os ingredientes estiverem incorporados e o bobó apresentar consistência cremosa. Sirva imediatamente, acompanhado de arroz branco e, se desejar, finalize com coentro fresco picado.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como prato principal. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts: A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

2. Dicas de Consumo:

  • O bobó de camarão deve ser servido quente, com textura cremosa e camarões macios. Como prato principal, a porção sugerida é de 300 g por pessoa, acompanhado de arroz brancof. Uma farofa leve também pode complementar a refeição, desde que não esconda a delicadeza do creme.
  • Quando servido como entrada, ofereça porções menores, de aproximadamente 100 a 150 g por pessoa, em pequenas cumbucas ou tigelas individuais, antes do prato principal. Essa apresentação permite apreciar o sabor do camarão e a cremosidade da mandioca sem comprometer o apetite para os pratos seguintes.
  • Como acompanhamento ou guarnição, o bobó pode ser servido em quantidades moderadas ao lado de peixes grelhados ou assados e de outras preparações que harmonizem com seus sabores. Nesse caso, ajuste a porção de acordo com os demais componentes da refeição.
  • Para servir como petisco, distribua o bobó em pequenas cumbucas, copinhos resistentes ao calor ou tigelinhas individuais, facilitando o consumo em reuniões e ocasiões informais. Porções de aproximadamente 80 a 120 g por pessoa são uma referência, variando conforme a quantidade e a diversidade dos outros petiscos oferecidos.
  • Se o bobó ficar muito espesso, acrescente pequenas quantidades de água quente ou leite de coco até alcançar a consistência desejada. Caso fique muito líquido, mantenha-o em fogo baixo por alguns minutos, mexendo para evitar que grude no fundo da panela.
  • O azeite de dendê deve ser utilizado com equilíbrio, pois seu sabor e aroma são marcantes. O coentro fresco pode ser reservado para a finalização, proporcionando frescor e valorizando a apresentação.
  • Por conter camarão, a preparação exige atenção à conservação e à manipulação dos frutos do mar. Mantenha o camarão refrigerado até o momento do preparo e refrigere as sobras prontamente, em recipiente fechado. Ao reaquecer, aqueça completamente, evitando ciclos repetidos de aquecimento e resfriamento.

3. Curiosidades:

  • O bobó de camarão representa o encontro de diferentes tradições culinárias que contribuíram para a formação da cozinha baiana. A mandioca remete aos conhecimentos alimentares dos povos indígenas, enquanto o uso do dendê e as técnicas de preparo guardam importantes vínculos com as tradições africanas.
  • A palavra bobó é associada à influência africana na culinária brasileira. Ao longo do tempo, a receita ganhou versões com diferentes proporções de mandioca, leite de coco e dendê, o que explica as variações de textura e intensidade de sabor encontradas entre cozinheiros e regiões.
  • A mandioca é responsável pela estrutura e pela cremosidade do prato, enquanto o leite de coco contribui para a untuosidade e o dendê acrescenta cor e identidade aromática. O camarão, por sua vez, oferece sabor característico e proteínas, tornando o bobó uma preparação substanciosa para servir como prato principal.

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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Débora Tenchini

As bolinhas de inhame com quinoa são uma alternativa leve e funcional aos salgadinhos tradicionais. Essa combinação une dois ingredientes valorizados em diferentes culturas: o inhame, presente em preparações brasileiras, africanas e asiáticas, e a quinoa, um grão ancestral cultivado há mais de 5 mil anos nos Andes. Além de saborosas e fáceis de preparar, essas bolinhas são naturalmente sem glúten, fonte de proteína vegetal e ricas em fibras. Podem ser servidas como entrada, lanche ou petisco, e são perfeitas para quem busca opções vegetarianas, veganas ou livres de ingredientes de origem animal. Podem ser fritas ou preparadas na airfryer, mantendo sabor e textura.

Bolinha de Inhame com Quinoa

Categoria: couvert, entradas, lanches, petiscos

Especificação: petisco, salgadinho, vegetais, cereais, vegetariana, vegana, proteína vegetal, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 40 unidades com 30 gramas cada

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (3 unidades – 90 g): 114 kcal

Bolinha de Inhame com Quinoa. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 g de quinoa branca
  • 600 g de inhame
  • 250 g de cenoura ralada crua
  • 2 colheres (sopa) de manjericão picado
  • 2 colheres (sopa) de cebolinha picada
  • 2 colheres (sopa) de salsinha picada
  • Azeite ao gosto
  • Sal ao gosto
  • Páprica defumada ao gosto
  • Pimenta do reino branca ao gosto
  • Cominho ao gosto
  • Farinha de mandioca para empanar
  • Óleo, o suficiente para fritar

Modo de Preparo:

Preparar a quinoa:

Deixe a quinoa de molho por 10 minutos. Em uma panela, ferva a água na proporção de 2 partes de água para 1 de quinoa (ex.: 1 xícara de quinoa para 2 xícaras de água). Escorra a quinoa demolhada e lave em água corrente.

Coloque a quinoa na água fervente e cozinhe em fogo alto, com a panela destampada, por 5 minutos. Reduza para fogo médio, tampe parcialmente e cozinhe por mais 10 minutos ou até a água evaporar. Desligue o fogo, tampe a panela e deixe repousar por 5 minutos. Solte os grãos com uma colher.

Preparar o inhame:

Cozinhe o inhame até ficar macio. Amasse com um garfo e reserve.

Formar as bolinhas:

Em uma tigela grande, misture a quinoa cozida, o inhame amassado, a cenoura ralada, o manjericão, a cebolinha, a salsinha, azeite, sal, páprica, pimenta e cominho.

Pegue porções de 30 g da mistura e modele bolinhas. Empane-as na farinha de mandioca.

Finalização:

Frite rapidamente em óleo quente até dourar, ou utilize uma fritadeira elétrica pulverizando azeite para dourar uniformemente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dica de consumo: Sirva quente como aperitivo, com molho de ervas, chutney ou geleia de pimenta. Também pode ser usada como parte de um bowl ou acompanhando saladas.

2. Curiosidade: A quinoa é considerada um pseudo-cereal e foi sagrada para os povos andinos. O inhame, além de nutritivo, possui propriedades que favorecem a saúde intestinal e a imunidade.

3. Sugestão vegana: A receita já é totalmente vegana.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Essa receita marcou a minha infância e tenho certeza que a de muitos internautas também. A minha avó Cecília Azalin frequentemente fazia este bolinho para o café da tarde. Eu fiz umas pesquisas e vou apresentar algumas informações que achei relevante. A origem é portuguesa e se tornou popular no Brasil, da forma que conhecemos, a partir do século XIX. Antes deste período o trigo, chamado de “farinha do reino”, era um ingrediente caro, sendo substituído nas receitas por farinha de mandioca ou cará.

O bolinho de chuva brasileiro é uma derivação da receita do Sonho de Natal português. A diferença é que na receita portuguesa, a farinha é cozida no tacho antes da fritura e no bolinho, a massa crua é levada diretamente à fritura. Quanto ao nome da receita brasileira, diz a lenda que, no século XX as crianças estavam dentro de casa em uma tarde de temporal e estavam inquietas por não poderem sair para brincar. Como uma forma de mantê-los ocupados, prepararam os deliciosos quitutes que foram assim batizados de bolinhos de chuva, pois serem ideais para se comer nestes dias. O bolinho de chuva se popularizou no Brasil graças à Tia Nastácia – personagem de Monteiro Lobato no livro “Sítio do pica-pau amarelo” – que preparava essa iguaria.

A receita que apresento a seguir é a que minha avó fazia em casa e, para minha surpresa, ao pesquisar descobri que é exatamente a mesma que se encontra no livro “Dona Benta: Comer Bem”, coleção que herdei dela.

Bolinho de Chuva. Delícias da Vovó.

Categoria: Confeitaria, Café da Manhã e Lanches

Especificação: Bolinhos, Quitanda, Cozinha Brasileira (Minas Gerais)

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 40 bolinhos

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 colheres de sopa de manteiga ou margarina
  • ¾ de xícara (chá) de açúcar
  • 2 ovos
  • 1 colher (sobremesa) de fermento em pó
  • 2 ½ xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 1 colher (chá) de canela em pó
  • ½ colher (chá) de sal
  • 1 xícara de leite
  • Óleo para fritar
  • Açúcar e canela em pó para envolvê-los.

Modo de Preparo:

Bata o açúcar com a manteiga ou margarina e junte os ovos, um de cada vez, batendo sempre.

Peneire juntos a farinha, o fermento, a canela e o sal, acrescentando-os a mistura, alternadamente, com o leite. Misture bem e frite as colheradas em óleo quente, até que dourem de todos os lados. Retire os bolinhos e os deixe escorrer em papel absorvente, envolvendo-os em açúcar e canela.


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A rabanada é um doce típico na ceia de Natal em Portugal e seu preparo teve origem no século XV. Elas são servidas polvilhadas com açúcar e canela. No passado, a palavra “rabanada” era apenas utilizada ao norte do rio Mondego. A partir da margem direita, o doce recebia o nome de fatia-de-parida ou fatia-dourada. Nos países de descendência espanhola, como o México, as rabanadas são consumidas nas celebrações da Quaresma (Semana Santa). No Brasil, várias famílias, principalmente as descendentes de portugueses servem as rabanadas nas festas natalinas. Assim como eu, várias pessoas atualmente têm intolerância à lactose. Neste caso, fiz a substituição por leite vegetal. Espero que gostem!

Rabanada Sem Lactose

Categoria: Entrada, Lanche, Sobremesa

Especificação: Cozinha Internacional (Portugal e Espanha), Panificação, Sem Lactose

Rendimento: 6 porções

Tempo de Pré-preparo: 20 minutos

Tempo de Preparo: 30 minutos

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1 Pão do tipo baguete ou 5 pães do tipo francês
  • 1 xícara (chá) de leite vegetal de coco
  • 1 colher (sopa) de açúcar cristal
  • 2 ovos

Para Polvilhar:

  • 3 colher (sopa) de açúcar cristal
  • 1 colher (sopa) canela em pó

Modo de Preparo:

Forre uma assadeira retangular grande com papel manteiga. Em um recipiente, misture o leite vegetal de coco com o açúcar. Em outro recipiente, adicione o ovo e misture com um garfo ou fouet. Corte os pães em fatias com mais ou menos 1,5 centímetros ou espessura de 1 dedo.

Passe as fatias de pão na mistura de leite com açúcar e em seguida nos ovos batidos. Escorra e disponha as fatias na assadeira. Leve ao forno médio (180ºC), preaquecido, por aproximadamente por 30 minutos, deixando dourar durante 15 minutos de cada lado da fatia. Em um outro recipiente misture a canela e o açúcar e polvilhe sobre a rabanada assada.

Dicas:

Dê preferência ao leite vegetal de coco, pois ele tem o sabor mais neutro.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

A Farofa Especial Anália é uma preparação que faz parte da minha memória afetiva na cozinha. Aprendi essa receita ainda adolescente, em um curso de culinária que fiz naquela época, e desde então ela permaneceu como uma daquelas preparações simples, práticas e muito saborosas que podem acompanhar diferentes refeições.

Com características associadas à cozinha mineira, esta farofa se destaca por apresentar uma textura mais úmida e macia do que as farofas tradicionalmente mais secas. A combinação de farinha de mandioca, biscoito cream cracker, linguiça, cenoura, cebola e alho resultam em uma guarnição saborosa, aromática e de preparo relativamente rápido.

O uso do biscoito triturado é um dos elementos que diferenciam a preparação. Além de contribuir para a textura, ele acrescenta uma característica particular à farofa, enquanto a cenoura ajuda a manter a preparação mais úmida e acrescenta cor e leve dulçor. A linguiça proporciona sabor e untuosidade, tornando a receita especialmente adequada para acompanhar pratos de sabor mais marcante.

É uma preparação de caráter caseiro e versátil, que pode ser servida em almoços cotidianos, reuniões familiares e refeições festivas. A receita também permite adaptações, podendo receber outras carnes ou ser preparada sem carne.

Farofa Especial Anália

Categoria: Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Farofa, Carnes, vegetais, Cozinha Brasileira (Minas Gerais), sem glúten

Rendimento: 600 gramas – 6 porções

Tempo de Preparo: 30 minutos

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (100 g): 270 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 6 unidades de biscoito cream cracker
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 3 dentes de alho picados
  • 1 cebola grande picada
  • 100 g de linguiça toscana fina esfarelada – utilizar somente a carne, eliminando o invólucro
  • 1 cenoura ralada
  • 1 xícara (chá) de farinha de mandioca
  • Pimenta calabresa, a gosto
  • Páprica doce, a gosto
  • Sal, a gosto
  • Salsa picada, a gosto
  • Água filtrada, quanto baste, se necessário para ajustar a umidade

Modo de Preparo:

Coloque os biscoitos cream cracker em um pano de prato limpo e soque-os até obter uma farinha granulada. Se preferir, triture-os rapidamente no processador, tomando cuidado para não os transformar em um pó muito fino. Reserve.

Aqueça uma frigideira grande em fogo médio e adicione a manteiga e o azeite. Junte o alho e a cebola e refogue até que a cebola comece a ficar macia e levemente translúcida. Acrescente a linguiça toscana esfarelada e refogue, mexendo sempre, por aproximadamente 10 minutos, ou até que esteja completamente cozida e levemente dourada.

Adicione a cenoura ralada e refogue por alguns minutos. Se necessário, salpique uma pequena quantidade de água para favorecer o cozimento e preservar a característica mais úmida da farofa. Tempere com a páprica doce, a pimenta calabresa e uma pequena quantidade de sal, lembrando que a linguiça e o biscoito já podem conter sal.

Acrescente gradualmente o biscoito triturado e, em seguida, a farinha de mandioca, mexendo continuamente para incorporar os ingredientes de maneira uniforme. Ajuste a quantidade de farinha de mandioca conforme a textura desejada. A preparação deve permanecer úmida e soltinha, sem ficar excessivamente seca. Se necessário, acrescente algumas gotas de água e misture bem. Desligue o fogo e finalize com a salsa fresca picada. Misture delicadamente e sirva.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como acompanhamento. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário, Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts: A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo e preparo:

  • Esta é uma farofa de característica mais úmida. Por isso, a farinha de mandioca deve ser adicionada gradualmente, permitindo controlar a textura.
  • Caso a farofa fique mais seca do que o desejado, acrescente pequenas quantidades de água filtrada, aos poucos, misturando até atingir a consistência adequada.
  • Para uma versão mais saborosa, a linguiça pode ser deixada dourar levemente antes da adição da cenoura.
  • A linguiça toscana pode ser substituída por outras carnes picadinhas ou desfiadas, como carne seca, bacon ou sobras de carnes assadas.
  • Para uma versão sem carne, retire a linguiça e utilize legumes, cogumelos ou outros ingredientes de sua preferência. Nesse caso, pode ser necessário ajustar a quantidade de gordura utilizada para preservar a umidade.
  • A farofa combina especialmente bem com feijão, arroz, carnes assadas e grelhadas, aves e churrascos.
  • Pode ser servida quente ou morna. Se preparada com antecedência, reaqueça em fogo baixo e ajuste a umidade, se necessário.

3. Curiosidades:

  • A farinha de mandioca é um dos ingredientes mais representativos da alimentação brasileira e está presente em inúmeras preparações regionais, especialmente nas farofas, pirões e acompanhamentos.
  • A utilização de ingredientes como mandioca, alho, cebola e carnes curadas ou frescas aproxima a preparação de características encontradas na cozinha tradicional brasileira. Em Minas Gerais, farofas e outros acompanhamentos à base de mandioca fazem parte da tradição das refeições fartas e de caráter familiar.
  • Nesta receita, o uso do biscoito cream cracker triturado é particularmente interessante: ele funciona como um segundo elemento farináceo e modifica a textura da preparação, deixando-a diferente de uma farofa feita exclusivamente com farinha de mandioca.

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Abrilhante a sua ceia com esta receita! Este é um prato que todo ano minha mãe fazia para o nosso Natal. É uma receita simples e muito saborosa.

Arroz de Forno com Camarão

Categoria: Acompanhamento / Guarnição, Prato Principal

Especificação: Arroz

Rendimento: 6 porções

Tempo de Preparo: 50 minutos

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 3 dentes de alho picados
  • ½ cebola picada
  • 20 ml de óleo de soja
  • 3 xícaras de arroz cru
  • 6 xícaras de água quente (ou quanto bastar para o cozimento)

Molho:

  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 400 g de camarão médio sem casca e sem cabeça
  • ½ cebola picada
  • 2 dentes de alho picados
  • 300 g de polpa de tomate
  • Sal, q.b. [1]
  • Pimenta do reino, q.b.
  • Salsa, q.b.

Finalização:

  • Queijo parmesão a gosto.

[1] Q.b. – quanto bastar.

Modo de Preparo:

Cozimento do arroz:

Refogar o alho e a cebola até dourar. Acrescentar o arroz e mexer até que os grãos fiquem soltinhos e ligeiramente translúcidos. Acrescentar a água e o sal. Quando entrar em ebulição, tampar a panela e cozinhar em fogo médio, sem mexer, até que o arroz absorva todo o líquido. Reserve.

Preparo do Molho de Camarão:

Em uma panela aqueça a manteiga, adicione os camarões e frite-os somente até ficarem rosa. Não deixe por muito tempo para não ficarem borrachudos. Retire da panela e reserve. Utilize a mesma panela para fazer o molho, sem necessidade de lavar antes. Aqueça o azeite e doure o alho e a cebola. Adicione a polpa de tomate e deixe apurar. Ajuste o sal e tempere com pimenta do reino a gosto. Apague o fogo, adicione os camarões reservados e a salsinha.

Preparo do Arroz de Forno:

Em um pirex grande coloque o arroz branco e o molho. Misture até que o molho de camarão incorpore em todo o arroz. Salpique queijo parmesão ralado e leve ao forno para gratinar.


Esta receita foi testada previamente e faz parte do Livro “Diário da Gastronomia: De tudo… Um pouco.” Autora: Adriana Tenchini (Projeto em andamento, ainda sem data de publicação). Para saber mais, acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface.


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O método “à Provençal” refere-se a gastronomia da região de Provence, França. A região é grande produtora de azeite e possui uma enorme variedade de ervas aromáticas. Sua culinária é baseada nos produtos típicos da estação e utilizam o azeite no lugar da manteiga.

É uma cozinha repleta de sabores, texturas e cores. O sabor único de suas receitas vem da mistura de algumas carnes, peixes e legumes frescos da estação com as ervas aromáticas. As ervas mais usadas são o tomilho, manjericão, sálvia, lavanda, estragão, louro e alecrim.

Esta salada traz um pouquinho de Provence com as misturas das cores, os sabores variados das folhas com o adocicado do tomatinho cereja e a diferença de textura com a adição dos croutons. Para completar essa delícia, um molho com azeite e tomilho.

Salada à Provençal com Crouton

Categoria: Entrada, Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Salada Clássica, Salada verde, Cozinha Internacional (França)

Rendimento: 4 porções

Tempo de Preparo: 30 minutos

Dificuldade: Fácil

Salada à Pronvençal com Croutons. Imagem de Bernadette Wurzinger por Pixabay

Ingredientes:

Croutons:

  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 6 fatias de pão de forma, sem casca, cortado em cubinhos

Molho:

  • ½ xícara (chá) de azeite de oliva (100 ml)
  • ½ colher (sopa) de tomilho fresco picado
  • Pimenta do reino, a gosto
  • Sal, a gosto

Salada:

  • ¼ maço de alface americano
  • ¼ maço de rúcula
  • ¼ maço de agrião
  • ¼ maço de alface roxa
  • 30 tomates cereja cortados ao meio
  • 1 cebola roxa cortada em julienne
  • Azeitona preta sem caroço, a gosto
  • Manjericão, a gosto
  • Cebolinha picada, a gosto
  • Salsinha picada, a gosto

Modo de Preparo:

Prepare os Croutons:

Em uma frigideira coloque o azeite e leve ao fogo para aquecer. Junte os cubinhos de pão de forma e grelhe, mexendo às vezes até dourar todos os lados. Reserve.

Croutons. Imagem de Tomasz Mikołajczyk por Pixabay

Prepare o Molho:

Em um potinho misture o azeite, o tomilho, a pimenta do reino e o sal. Reserve.

Monte a Salada:

Rasgue as folhas com a mão e disponha em uma travessa. Acrescente os tomates cereja, a cebola, a azeitona preta e misture. Regue com o molho reservado. Salpique cebolinha e salsinha. Por cima coloque os croutons e sirva em seguida.

Dicas:

Saltear é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar os alimentos rapidamente em fogo alto com um pouco de gordura e em movimentos constantes.

Disponha os croutons somente no momento de levar a mesa para que eles mantenham sua textura.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de Bernadette Wurzinger por Pixabay

A receita de hoje é muito fácil de fazer e com custo baixo. Este brigadeiro é feito com batata doce. É uma ótima opção para aqueles que não consomem alimentos de origem animal ou ainda para os que são intolerantes à Lactose.

Brigadeiro Sem Lactose.

Categoria: Lanches, Doces e Sobremesas

Especificação: Sem lactose, Vegana

Tempo de Preparo: 1 hora e 30 minutos

Rendimento: 75 unidades  

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 950 g de batata doce
  • 4 colheres (sopa) de cacau em pó
  • 2 colheres (sopa) de óleo de coco
  • 150 g de açúcar cristal
  • chocolate granulado, o suficiente

Modo de Preparo:

Cozinhe a batata doce (com casca) até ficar macia. Descasque e amasse bem. Em uma panela, misture todos os ingredientes e leve ao fogo médio até que a mistura desgrude da panela. Depois coloque em uma vasilha, leve à geladeira por uns 20 minutos para esfriar. Faça as bolinhas e passe no granulado.

Dicas:

Se tiver dificuldades para enrolar, utilize uma colher de chá para auxiliar. Com a colher retire a quantidade necessária e coloque na vasilha com o granulado. Mexa a vasilha em movimentos circulares para o granulado grudar no docinho e ajuste o boleado com a mão.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Prato saudável, saboroso e sem derivados de animais. Faça em casa, é muito fácil e uma ótima pedida para uma ocasião especial. Pode ser servido como uma entrada quente, acompanhamento ou ainda como prato principal.

Abóbora Recheada com Cogumelos

Categoria: Entrada quente, Acompanhamento / Guarnição, Prato Principal

Especificação: Legumes, Vegetariana, Vegana

Rendimento: 4 porções

Tempo de Preparo: 1 hora e 20 minutos

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1 abóbora cabotia de tamanho médio
  • 1 xícara de água para o cozimento

Recheio:

  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 3 dentes de alho picadinho
  • ½ cebola picada
  • ½ xícara (chá) de alho poró fatiado
  • 1 bandeja de cogumelos (shitake cortados em fatias de um dedo de largura ou shimeji picado)
  • 250 ml de polpa de tomate
  • 2 colheres (sopa) de farinha de aveia
  • 1 garrafinha de leite de coco
  • Cheiro verde picado, q.b. [1]
  • Sal, q.b.
  • Pimenta do reino, q.b.

[1] Q.b. – quanto bastar.

Modo de Preparo:

Corte a parte superior da abóbora de modo que forme uma tampa. Tire todas as sementes, coloque um pouco de água dentro, tampe, embrulhe no papel alumínio e leve ao forno por aproximadamente 40 minutos ou até ficar macia (verifique espetando com um garfo).

Enquanto a abóbora assa, prepare o recheio. Em uma panela, em fogo médio, coloque o azeite, adicione o alho, refogando até dar uma leve douradinha. Junte a cebola e refogue novamente. Adicione o alho poró, refogando até que ele murche. Acrescente os cogumelos, salgue e tempere com a pimenta do reino. Refogue-os por cinco minutos. Reserve.

Em uma panela separada misture a polpa de tomate e a farinha de aveia diluída no leite de coco e vá mexendo até encorpar. Tire do fogo, junte os cogumelos refogados e o cheiro verde. Retire a abóbora do forno e o papel alumínio que está sobre ela. Despeje o recheio dentro dela, tampe e deixa assar por mais 15 minutos.


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Uma boa salada para os climas quentes. As folhas acompanhadas com a manga e o tomate cereja traz frescor e tropicalidade a este prato que pode servir como entrada ou acompanhamento.

Salada Tropical de Folhas com Manga

Categoria: EntradaS, Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Salada de legumes e frutas

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Salada Tropical de Folhas com Manga.   Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • ½ maço de rúcula
  • ½ maço de alface americana
  • ½ bandeja de tomates cereja
  • 1 manga Haden ou Tommy
  • Salsinha a gosto
  • Cebolinha a gosto

Modo de Preparo:

Rasgue as folhas com a mão e forre um pirex. Por cima, coloque as mangas cortadas em tiras e os tomates cereja cortados pela metade. Em seguida, salpique salsinha e cebolinha.

Dicas:

Pode incluir outras folhas como por exemplo, alface roxo ou agrião.


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