Mandioquinha ou Batata Baroa ou ainda, Cenoura Amarela. Não importa o nome, o que importa é o sabor! E este purê… Humm! Delicioso e muito simples de ser feito. O preparo é sem lactose e para garantir a cremosidade utilizamos o leite de coco.

Purê de Mandioquinha sem Lactose

Categoria: Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Purê, Sem Lactose, vegana, vegetariana

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 3 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 500 gramas de mandioquinha (batata baroa)
  • ½ xícara de leite vegetal de coco
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino branca, a gosto
  • Noz moscada, a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela coloque as mandioquinhas descascadas e cortadas em rodelas. Cubra com água e cozinhe até ficar bem macias. Escorra a água e reserve. Na própria panela, amasse as mandioquinhas até virar um purê. Utilize um amassador ou espremedor. Adicione o leite vegetal de coco e os temperos. Misture bem. Se a textura do purê estiver muito consistente, dilua com a água do cozimento reservada até o ponto desejado.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FOTO IMAGEM CAPA: Imagem adriana Tenchini

O Chester assado é uma receita típica de Natal. É um prato suculento, saboroso e costuma ser mais barato que o Peru. Alguns podem perguntar: o que é um chester? O Chester é uma marca registrada da Perdigão. A ave foi introduzida no Brasil pela empresa em 1980 e descende de uma linhagem de frangos da Escócia.

“A produção do Chester se concentra na cidade de Mineiros, em Goiás. O tempo de criação é superior ao do frango convencional: o Chester é abatido quando tem em torno de 50 dias, 20 dias a mais do que o frango. A alimentação também é diferenciada, com uma dieta balanceada, com vitaminas e minerais, específica para suas necessidades de desenvolvimento. Tudo isso gera diferenças no tamanho da ave e na carne.” (LARISSA COLDIBELI, 2020)[1]

Agora que já sabemos o que é um chester, vamos a receita.

Chester Assado com Vinho Branco e Suco de Laranja

Categoria: Prato Principal

Especificação: Aves, Frango

Tempo de Pré Preparo: 3 horas

Tempo de Preparo: 1 hora e 50 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Médio

Imagem monstera por Pexels

Ingredientes:

  • 1 chester (3 a 4 kg)
  • 2 dentes de alho amassado
  • 1 raminho de alecrim
  • 1 colher (chá) de páprica defumada
  • 1 xícara (chá) de suco de laranja
  • 1 xícara (chá) de vinho branco
  • 1 cebola grande
  • 600 gramas de batatas bolinha
  • 1 xícara (chá) de água
  • 1 colher (sopa) de farinha de trigo
  • 1 colher (sopa) de salsinha picadinha

Modo de Preparo:

Retire os miúdos da cavidade do chester. Em um recipiente grande (ou em um saco plástico[2]) misture o alho, o alecrim, a páprica, o suco de laranja e o vinho branco. Coloque o chester. Tampe e leve à geladeira por 3 horas para marinar, virando várias vezes.  

Após este tempo, transfira o chester para uma assadeira retangular grande (26×38 cm) com o peito virado para cima. Reserve o líquido da marinada. Recheie o chester com a cebola inteira. Costure bem. Besunte com o tempero da marinada, deixando um pouco de líquido na assadeira. Cubra a forma com papel alumínio e leve ao forno médio (180º C) por aproximadamente 1 hora. De vez em quando verifique se ainda tem líquido no fundo da assadeira[3]. Se tiver seco adicione mais um pouquinho da marinada para evitar que queime no fundo.

Retire o papel alumínio, adicione as batatas lavadas e com casca na assadeira. Deixe no forno por mais 40 a 50 minutos ou até a ave ficar dourada. As batatas devem ser retiradas quando estiverem macias (reserve-as). De vez em quando regue o chester com o caldo da assadeira (se necessário adicione mais líquido da marinada). Retire o chester da assadeira e coloque-o na bandeja que será servido com as batatas assadas ao redor.

Faça o molho:

Coloque a assadeira que assou o chester sobre a chama do fogão. Adicione o restante do líquido da marinada e uma xícara de água. Deixe ferver para deglaçar o fundo da assadeira e vire tudo em uma panela pequena (ou frigideira). Dissolva a farinha de trigo em 5 colheres (sopa) de água e acrescente na panela. Deixe engrossar, retire e polvilhe a salsa. Sirva o molho à parte.

Dicas:

1. O Chester já vem temperado, por isso não adicionamos sal na marinada. Os outros temperos e ingredientes são para realçar o sabor


[1] COLDIBELI, Larissa. Fim do mistério: nos 40 anos do Chester, empresa divulga fotos do animal vivo. CNN Brasil Business, São Paulo, 11 de dezembro de 2020. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/business/fim-do-misterio-nos-40-anos-do-chester-empresa-divulga-fotos-do-animal-vivo/ Acesso: 09/12/21, 11h16.

[2] Saco plástico para marinar – Coloca-se todos os temperos, a carne, fecha e leva à geladeira pelo tempo necessário. A marinada em um saco é mais fácil de virar de vez em quando e, ao contrário de suar uma vasilha, o tempero fica em contato com toda a carne.

[3] Muito cuidado para não se queimar. Levante a ponta do papel alumínio com um garfo trinchante para analisar o fundo da assadeira. E não fique com o rosto perto ao abrir, pois exala vapor quente.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem monstera por Pexel

“Cozinhar é uma linguagem através da qual se pode expressar harmonia, felicidade, beleza, poesia, complexidade, magia, humor, provocação, cultura.” (Ferran Adrià)

Menu 3 – Natal

Mais um post com Menus Natalinos. Receitas deliciosas, tradicionais e feitas com muito amor.

Entrada:

Prato Principal e Acompanhamentos:

Sobremesa:

E não esqueça do tradicional Panetone. Este pode ser servido em qualquer ceia.


Panetone


Meu nome é Adriana Tenchini, natural de Belo Horizonte, Minas Gerais. Sou uma amante do conhecimento e tenho como formação os cursos: Graduação em Eventos, Bacharelado em Publicidade e Propaganda, Graduação em Gastronomia, Graduação em Cozinha Contemporânea, MBA em Administração Estratégica, Pós-graduação em Gestão da Qualidade em Gastronomia e vários cursos extracurriculares nas áreas de eventos, gastronomia, design, web design, terapia holística, esoterismo e outros. Além da minha formação acadêmica, sou produtora de conteúdo, escritora, espírita, terapeuta holística, produtora de laticínios vegetais e mãe.

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IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

“Cozinhar exige atenção, paciência e, acima de tudo, respeito pelos dons da terra. É uma forma de adoração, uma maneira de agradecer.” (Judith B. Jones)

Menu 2 – Natal – Vegetariano

Neste post teremos uma ceia vegetariana. E para aqueles que gostam de carne, não se iludam, uma ceia pode ser muito saborosa e criativa sem carne. Os vegetarianos não comem somente folhas, como muitos pensam por aí.

Entrada:

Patês Veganos

servidos com pão sírio, torrada ou biscoito de sal.

Prato Principal e Acompanhamentos:

Sobremesa:

E não esqueça do tradicional Panetone. Este pode ser servido em qualquer ceia.


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IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

“O prazer dos banquetes deve ser medido não pela abundância de iguarias, mas pela reunião de amigos e sua conversa.” (Cícero)

Menu 1 – Natal

Este é o primeiro menu que indico para a Ceia de Natal. Pratos simples e saborosos.

Entrada:

Prato Principal e Acompanhamentos:

Sobremesa:

E não esqueça do tradicional Panetone. Este pode ser servido em qualquer ceia.


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A Salada Caprese é um clássico absoluto da cozinha italiana, conhecida pela simplicidade elegante e pela valorização de ingredientes frescos e de qualidade. Tradicionalmente composta por tomate, muçarela de búfala e manjericão, a salada é finalizada apenas com azeite de oliva, sal e pimenta do reino, respeitando o princípio italiano de que poucos elementos bem escolhidos são suficientes para criar um prato memorável.

Originária da ilha de Capri, no sul da Itália, a Caprese tornou-se um dos símbolos gastronômicos do país. Suas cores. verde do manjericão, vermelho do tomate e branco da muçarela. representam a bandeira italiana, reforçando sua identidade cultural.

Existem diferentes versões sobre sua origem. A mais conhecida conta que a salada já era preparada em Capri quando o rei Farouk, do Egito, visitou a ilha e provou o prato. Encantado, teria batizado a preparação como “Salada Caprese”. Outra versão atribui a criação a um construtor local, inspirado pelas cores nacionais da Itália. No entanto, a única versão com registro histórico documentado indica que a Caprese apareceu oficialmente em 1924, no menu de um hotel da ilha de Capri, consolidando-se a partir daí como um ícone da culinária italiana.

Leve, fresca e equilibrada, a Salada Caprese é ideal como entrada ou acompanhamento, adaptando-se facilmente a diferentes ocasiões e estilos de serviço.

Salada Caprese

Categoria: Acompanhamento / Guarnição, Entrada

Especificação: Salada clássica, salada de proteína, cozinha internacional (Itália), sem glúten, vegetariana

Rendimento: 300 gramas – 2 porções

Tempo de Preparo: 20 minutos

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (150 g – 1 prato de sobremesa): 210 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 160 gramas de tomate em rodelas
  • 120 gramas de muçarela de búfala em fatias
  • 20 mililitros de azeite
  • Folhas de manjericão fresco, a gosto
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto

Modo de Preparo:

Disponha as rodelas de tomate e as fatias de muçarela de búfala de forma intercalada em um prato. Distribua as folhas de manjericão, tempere com sal e pimenta do reino e finalize com o azeite de oliva.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação de porcionamento: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como entrada. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo: Indicada como entrada leve ou acompanhamento, a Salada Caprese funciona bem em almoços e jantares, especialmente quando servida antes de pratos principais mais elaborados ou como guarnição de carnes grelhadas, peixes ou preparações italianas clássicas.

Pode-se usar qualquer tomate (Andréa, longa vida, grape, cereja etc.) ou ainda misturá-los (ex.: longa vida com tomate cereja), explorando diferenças de doçura, acidez e textura.

3. Curiosidades: A Salada Caprese é considerada um exemplo emblemático da filosofia italiana do cucina semplice, que valoriza ingredientes frescos, sazonais e de origem local. Tradicionalmente, na Itália, o uso de vinagre balsâmico não faz parte da receita clássica, sendo uma adaptação mais comum fora do país.


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A origem exata do purê de batatas é incerta, mas sua história está fortemente ligada à popularização da batata na Europa. Uma das narrativas mais conhecidas envolve Antoine-Augustin Parmentier, farmacêutico do exército francês capturado durante a Guerra dos Sete Anos, em 1700. Na prisão, ele consumiu batatas, então consideradas alimento de porcos e erroneamente associadas à lepra, e percebeu seu sabor e valor nutritivo. Após ser libertado, dedicou-se a provar aos franceses que o tubérculo era seguro e delicioso, criando diversas formas de preparo, entre elas o purê.

Registros de receitas começaram a aparecer em livros como The Art of Cookery (1747), de Hannah Glasse, e The Virginia Housewife, de Mary Randolph, nos Estados Unidos. A Irlanda incorporou a batata ao cotidiano culinário de forma intensa, preparando versões com repolho ou couve, enquanto no Reino Unido o purê pode ser transformado em bolos de batata fritos. Nos Estados Unidos, ele acompanha frequentemente molhos de carne e peru.

Hoje, o purê de batatas é um acompanhamento versátil, utilizado também como base em pratos como escondidinho, croquetes, nhoques e panquecas de batata. Nesta versão aromatizada com sálvia, tomilho e parmesão, o preparo ganha profundidade de sabor sem perder a simplicidade que o consagrou.

Purê de Batatas Aromatizado com Sálvia e Tomilho

Categoria: Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Purê, batata, vegetais, cozinha internacional (França), vegetariana, sem glúten

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 350 gramas – 2 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (150 g – 1 prato de sobremesa raso): 420 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 250 gramas de batatas
  • 70 gramas de manteiga
  • 3 gramas de sálvia
  • 3 gramas de tomilho
  • 50 gramas de queijo parmesão ralado
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto

Modo de Preparo:

Cozinhe as batatas com a casca em água e sal até ficarem macias. Escorra, descasque e passe as batatas ainda quentes pelo espremedor. Em uma panela, derreta a manteiga e adicione a sálvia e o tomilho, liberando seus aromas. Acrescente as batatas amassadas e misture bem. Incorpore o queijo parmesão ralado e ajuste o sal. Caso deseje um purê mais cremoso, adicione o creme de leite e misture até ficar homogêneo.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas:

  • Sirva com carnes assadas, aves, cogumelos salteados ou legumes grelhados.
  • Para um perfume ainda mais intenso, finalize com folhas frescas de sálvia tostadas na manteiga.
  • Substitua o parmesão por queijo meia cura para um toque mais rústico.

2. Curiosidades:  A França só passou a aceitar a batata como alimento nobre após o trabalho de Parmentier, homenageado até hoje com pratos clássicos como “Hachis Parmentier”.


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Este delicioso prato da nossa querida Minas Gerais tem origem no século XVI com os tropeiros que seguiam em busca do ouro. A comida tinha que ser seca para que não azedasse ao ser transportada no lombo das mulas. Por este motivo, o feijão era engrossado com farinha de mandioca ou ainda com farinha de milho, que era mais abundante durante o período. A palavra tutu é, provavelmente, uma derivação de “quitutu” que significa “papão” na língua africana “banta”, a mais falada em Angola.

O feijão era cozido e adicionado alho, cebola e bacon. Se o feijão fosse preto, era engrossado com a farinha de mandioca. Se fosse mulatinho, a mistura era com farinha de milho. Atualmente, o Tutu à mineira é servido com arroz branco (pilaf), torresmo, couve, angu, linguiça e enfeitado com ovos cozidos.

Tutu à Mineira

Categoria: Acompanhamento / Guarnição, Prato Principal

Especificação: Feijão, Leguminosa, Cozinha Brasileira (Mineira)

Rendimento: 1 hora

Tempo de Preparo: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 100 gramas de feijão roxinho
  • ½ folha de louro
  • 10 mililitros de óleo (ou gordura dos torresmos)
  • 1/8 unidade de cebola, bem picada
  • ¼ de dente de alho, bem picado
  • 40 gramas de farinha de mandioca crua
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto

Acompanhamentos:

Linguiça Frita:

  • 70 gramas de linguiça fresca
  • 5 mililitros de óleo (ou gordura dos torresmos)

Molho de Cebola:

  • 5 mililitros de óleo (ou gordura dos torresmos)
  • ¼ de dente de alho, bem picado
  • ½ unidade de cebola, fatiada
  • 1 pitada de colorau
  • 5 mililitros de vinagre

Couve refogada, torresmo e ovo cozido:

  • 2 porções de Arroz Pilaf
  • 2 folhas de couve, rasgadas e refogadas
  • 1 porção de torresmo frito
  • 1 unidade de ovo cozido
  • 2 ramos de salsinha, bem picados
  • 2 talos de cebolinha, bem picados

Modo de Preparo:

Cozinhe o feijão com o louro na panela de pressão por 20 minutos ou até que esteja bem macio. Deixe esfriar e bata no liquidificador. Doure a cebola e o alho no óleo, acrescente o feijão batido e deixe cozinhar até engrossar. Tempere com sal e pimenta do reino e vá acrescentando, pouco a pouco, a farinha de mandioca para engrossar o feijão, mexendo bem até que fique cremoso.

Acompanhamentos:

Em uma panela frite a linguiça, corte em rodelas e reserve.

Faça o molho de cebola:

Refogue na mesma panela utilizada para fritar as linguiças: o óleo, a cebola fatiada, o alho e o colorau. Deglace com o vinagre e, se necessário, tempere com sal e pimenta-do-reino.

Sirva o tutu acompanhado com Arroz Pilaf, torresmo, linguiça frita, couve rasgada refogada, molho de cebola, salsinha e cebolinha e pedaços de ovo cozido.

Dicas:

1.    Fritar é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar o alimento por imersão em um elemento gorduroso quente até adquirir cor e textura crocante.

2. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.

3. Deglaçar é colocar um líquido (água, vinho, caldo etc.) em uma panela ou tabuleiro para soltar os sucos do cozimento que ficam grudados no fundo.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

É um dos petiscos preferidos nos bares em todo o Brasil. O torresmo é uma preparação feita a partir do toucinho de porco cortado em pequenos pedaços e fritos até ficarem crocantes e chegou ao Brasil por intermédio dos colonizadores portugueses. Na época, era somente uma forma se se obter a banha de porco, uma gordura muito utilizada na culinária. Na Bahia, os escravos africanos passaram a consumir o torresmo diretamente. Ainda durante o período colonial, o torresmo passou a fazer parte do cardápio mineiro, sendo servido junto com feijão tropeiro, com a feijoada, com o tutu ou ainda consumido sozinho, como um petisco, acompanhado de um aperitivo, a cachaça mineira.

Torresmo

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Petisco

Especificação: Carne Suína, petisco

Rendimento: 2 porções

Tempo de Preparo: 1 hora

Dificuldade: Fácil

Imagem leonardo bissoli por Pexels

Ingredientes:

  • 200 gramas de toucinho de barriga
  • 5 dentes de alho, bem picado
  • 50 mililitros de óleo
  • Sal, a gosto

Modo de Preparo:

Corte o toucinho em cubos ou em pedaços retangulares. Ponha em uma tigela e tempere com sal e alho. Deixe descansar por, no mínimo, 30 minutos. Coloque o toucinho e o óleo em uma panela grossa, leve ao fogo alto e deixe começar a fritar. Abaixe o fogo e frite os torresmos, mexendo de vez em quando, até ficarem cozidos, porém ainda macios. Tire os torresmos com uma escumadeira e reserve. Aqueça bem a gordura e volte os torresmos para pipocar. Escorra sobre papel absorvente, passe para um prato e sirva imediatamente.

Dicas:

  1. Ideal para servir como petisco.
  2. Acompanhamento perfeito para o Feijão Amigo, Feijão Tropeiro, Tutu de Feijão e outros.

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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem leonardo bissoli por Pexels

O arroz pilaf é uma preparação clássica, conhecida por deixar os grãos soltos e macios. É o famoso arroz soltinho, muito comum em cozinhas comerciais e presente no dia a dia de muitas culturas. Esse método tem origem na Antiguidade, especialmente na região do Oriente Médio, com forte presença na culinária da antiga Pérsia. Os persas desenvolveram técnicas refinadas para o preparo de grãos, incorporando especiarias e caldos aromáticos, o que influenciou a gastronomia de diversos povos ao longo do tempo.

Relatos históricos indicam que o arroz pilaf foi servido a Alexandre, o Grande, durante um banquete em suas campanhas militares no Oriente. A receita encantou os soldados, que levaram a técnica de volta à Macedônia, contribuindo para sua difusão pela Grécia Antiga. Com o tempo, o preparo foi sendo adaptado por outras culturas, como árabes e hebreus, que incorporaram o arroz e suas técnicas ao cotidiano culinário.

Na Índia Antiga, o arroz já era um alimento amplamente cultivado e consumido, especialmente na região do Vale do Indo. Com o tempo, as técnicas de cocção mais elaboradas desenvolvidas na Pérsia, como o método pilaf, chegaram ao subcontinente e foram incorporadas às tradições locais. Assim surgiu o pulao, uma versão indiana do arroz pilaf, preparada com especiarias aromáticas típicas como cardamomo, anis estrelado e canela.

O arroz pilaf, portanto, representa um elo entre diferentes civilizações da Idade Antiga, ilustrando como a gastronomia serviu como ponte entre Pérsia, Grécia, Índia e outros povos, unindo culturas por meio do sabor e da técnica.

Arroz Pilaf

Categoria: Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Arroz, cereal, Cozinha Internacional (Oriente Médio), vegetariano, vegano,

Rendimento: 2 porções

Tempo de Preparo: 25 minutos

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (130 g): 205 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) óleo de soja
  • 3 dentes de alho, laminados
  • 1/2 cebola cortada em cubinhos (corte brunoise)
  • 100 gramas de Arroz branco
  • 200 ml de fundo de legumes
  • Sal, a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela, aqueça o óleo e refogue o alho e a cebola até dourarem. Adicione o arroz e mexa bem, até que os grãos fiquem ligeiramente translúcidos e bem soltos. Acrescente o fundo de legumes quente e ajuste o sal. Quando levantar fervura, tampe a panela e cozinhe em fogo médio, sem mexer, até que todo o líquido seja absorvido. Se preferir, finalize o cozimento no forno, com o recipiente tampado, por cerca de 20 minutos a 190–200 °C.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de consumo:

  • Ideal para acompanhar carnes assadas, vegetais grelhados ou pratos com molhos intensos.
  • Pode ser enriquecido com legumes, nozes, frutas secas ou especiarias, conforme a tradição de diferentes culturas.

Curiosidades:

  • O arroz pilaf é uma das formas mais antigas de cocção do arroz, com registros históricos que remontam aos tempos de Alexandre, o Grande.
  • A diferença entre o arroz pilaf e o arroz creole está no modo de preparo, e não nos ingredientes. No pilaf, o arroz é refogado com os aromáticos antes de receber o líquido; no creole, o líquido é adicionado antes dos demais ingredientes.

Cálculo prático para porções de arroz cru:

  • O arroz quase triplica de volume ao ser cozido: 100 g de arroz cru resultam em cerca de 260 a 280 g de arroz pronto.
  • Como acompanhamento: 1/4 xícara (cerca de 50 g) por pessoa.
  • Como prato principal: 1/2 xícara (cerca de 100 g) por pessoa.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Molho de Maracujá é muito fácil de fazer e que pode incorporar sabor nas mais diversas iguarias. Um dos pratos mais conhecidos é o Salmão ao Molho de Maracujá. Mas, sejam ousados e experimentem este molho em outras preparações e analisem a resultado.

Gastronomia é isso!! Tentativas e erros… até a atingir o sabor ideal.

Molho de Maracujá

Categoria: Acompanhamento

Especificação: Molhos Quentes

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Molho de Maracujá acompanhando o Salmão Grelhado com Gergelim. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 2 unidades de Maracujá
  • 1 xícara (chá) de suco de maracujá concentrado
  • 2 colheres (sopa) de açúcar
  • 3 ramos de salsinha, em salpicon

Modo de Preparo:

Retire a polpa do maracujá. Em uma panela coloque a polpa, o suco concentrado e o açúcar. Leve ao fogo alto até começar a ferver. Reduza o fogo e deixe o molho engrossar por uns 5 a 8 minutos. Finalize com a salsinha.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

“A Idade Antiga ou Antiguidade é o período da história que segue a Pré-história. Vai desde o ano 4000 antes de Cristo, ano que marca a invenção da escrita, até o século V depois de Cristo, quando ocorreu a queda do Império Romano do Ocidente. É nesse período da história que Cristo nasceu, marcando o ano zero.” (LEAL, 1998, p.21)

“Por muitos séculos, o pão foi o alimento sólido, de base, em todas as classes sociais da civilização ocidental.” (SENAC, 1998)

Durante a Idade Antiga, diversas civilizações moldaram profundamente a alimentação humana e a gastronomia mundial, criando fundamentos que ainda hoje ecoam em diferentes culturas culinárias. Nesse período, os hábitos alimentares herdados da Pré-História passaram a ser praticados com maior estruturação e refinamento, tanto no preparo dos alimentos quanto nas formas de servir e receber. Surgiram os banquetes suntuosos, as cozinhas palacianas e os profissionais especializados, o que elevou socialmente os cozinheiros.

A agricultura já havia sido consolidada, e os cereais tornaram-se base alimentar em distintas regiões. Trigo, milho, cevada e arroz foram os principais grãos cultivados pelos povos antigos. Os gregos e romanos, por exemplo, disseminaram o cultivo do trigo por toda a Europa, onde ele era associado às classes mais abastadas, enquanto a cevada era destinada à plebe e aos escravizados. O arroz, cuja origem é disputada entre a China e a Índia, já era considerado planta sagrada pelo imperador chinês por volta de 2800 a.C. Com o tempo, espalhou-se por diferentes territórios e, atualmente, alimenta cerca de metade da população mundial.

O pão, símbolo universal de sustento, passou a ser preparado há mais de dois mil anos, provavelmente pelos egípcios, que também desenvolveram uma verdadeira arte da panificação, criando pães em múltiplos formatos. Nesse mesmo período, os hebreus, ao fugirem do Egito e vagarem pelo deserto, passaram a preparar o pão ázimo, sem fermento, por não terem tempo de esperar a fermentação. O fermento passou então a simbolizar, em certos contextos religiosos, a corrupção e a deterioração, e o pão ázimo permanece até hoje como um importante alimento ritual nas festividades judaicas. Por muitos séculos, o pão foi o alimento sólido básico para todas as classes sociais da civilização ocidental, sendo consumido de forma cotidiana, enquanto a carne, cara e escassa, permanecia reservada para ocasiões festivas[1].

Conforme na post PRIMÓRDIOS, as primeiras aldeias surgiram por volta de 7000 a 6000 a.C., mas foi apenas cerca de 3500 a.C., na região do Crescente Fértil, que as primeiras cidades se formaram, marcando o início de uma nova organização social, política e alimentar. Foi nesse contexto urbano, complexo e hierarquizado, que a mesa começou a refletir não apenas os sabores, mas também o poder, os valores e a identidade de cada povo.

Culinária do Vale do Indo

Mergulhe nos sabores milenares da civilização do Vale do Indo, onde o uso de grãos, frutas, especiarias e técnicas de conservação já revelava uma cozinha surpreendentemente sofisticada para a época.

Sabores do Egito Antigo

A mesa dos faraós nos convida a explorar uma culinária marcada por pães, cervejas, legumes e frutos do Nilo, revelando os hábitos alimentares de uma das civilizações mais emblemáticas da história.

Mesa Mesopotâmica

Descubra a riqueza gastronômica da Mesopotâmia, berço de muitas invenções, onde carnes, cereais, tâmaras e especiarias se uniam em pratos cheios de simbolismo e sabor.

Gastronomia da China Antiga

A China Antiga oferece uma herança culinária baseada no equilíbrio dos sabores e na sabedoria dos elementos, com arroz, soja, chás e condimentos marcando presença à mesa.

Civilização Japonesa

Delicadeza, respeito à sazonalidade e pureza dos ingredientes definem a tradição alimentar japonesa desde os seus primórdios, refletindo valores espirituais e harmonia com a natureza.

Costumes à Mesa dos Hebreus

Com forte ligação à religiosidade e aos ciclos da vida, a alimentação dos hebreus era baseada em regras alimentares precisas, com ingredientes simples, mas carregados de significado.

Sabores dos Fenícios

Navegadores e comerciantes por excelência, os fenícios levaram e trouxeram ingredientes e sabores, criando uma cozinha marcada pela diversidade mediterrânea e pelo uso generoso de ervas e azeites.

Culinária dos Hititas

Na antiga Anatólia, os hititas cultivavam uma culinária que unia práticas agrícolas com o consumo ritualizado de alimentos, valorizando o pão, o vinho e os produtos da terra.

Mesa do Império Persa

A opulência do Império Persa se refletia em suas mesas: banquetes fartos, uso refinado de especiarias, frutas secas e uma celebração constante do paladar e da fartura.

Alimentos na Grécia Antiga

Entre deuses e filósofos, a comida na Grécia Antiga era tanto necessidade quanto prazer, com azeites, queijos, vinhos e debates à mesa que nutriam corpo e espírito.

Culinária Romana

Da simplicidade camponesa aos banquetes imperiais, a gastronomia romana refletia a expansão do império, incorporando ingredientes, técnicas e sabores de todo o mundo conhecido.

Saberes Ancestrais

Antes da chegada dos europeus, as civilizações pré-colombianas já dominavam ingredientes como milho, batata, cacau e pimentas, formando culturas alimentares profundamente conectadas à terra.

Para saber mais sobre Gastronomia acesse: Conceitos e Teorias

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FONTES IMAGENS:

CAPA: Imagem de Adriana Tenchini